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atualizado em 2026-09-10 · só entra aqui o que está no ar
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setembro · 2026
A tela volta a ser da apresentação
- Os controles do palco somem sozinhos. Passados pouco menos de três segundos sem ninguém mexer, o rodapé com os tópicos, o botão de avançar sozinho, as setas e a assinatura apagam, e a tela inteira fica com o slide. Basta mover o mouse, tocar ou apertar qualquer tecla para eles voltarem. É o comportamento de um tocador de vídeo, pela mesma razão: durante a apresentação a tela é do conteúdo.
- E eles ocupam menos quando estão à vista. O botão de avançar sozinho encolheu mais da metade e virou só o ícone, com o nome aparecendo ao apontar; o indicador de tópico ficou menor. A área de clique não encolheu junto, ao contrário: ficou maior do que era, dentro do tamanho mínimo que a casa exige para quem usa toque.
- Quem navega por teclado não é penalizado. Se o foco estiver em cima de um controle, ele não some enquanto você estiver ali, e continua alcançável pelo Tab mesmo com o resto apagado.
- Modelo novo no catálogo: VIDRO FOSCO. Azul profundo, cartões translúcidos tom sobre tom e o título gigante passando por trás deles. A moldura dos cartões não é uma borda desenhada: é uma luz na quina de cima e da esquerda, com uma sombra fininha por fora que faz a aresta ler como vidro de verdade.
- Dois acabamentos novos para os cartões, os dois discretos de propósito. Sombra deixa a peça pousar sem chamar atenção; Sopro acrescenta um brilho leve em volta, na cor viva do seu tema. Os dois seguem a direção da luz que o tema já declara, então a penumbra e o brilho nunca apontam para lados diferentes.
setembro · 2026
Um verde que é chão, e um azul que não existia mais
- Modelo novo no catálogo: PATRIMÔNIO. Verde profundo, serifa clássica e ouro velho uma vez só, na última tela — a língua de proposta comercial e institucional de quem vende confiança e não novidade. É o primeiro modelo da casa que não nasce de uma referência solta: ele veio de um sistema de marca já escrito, e cada medida dele executa uma regra desse sistema.
- Ele traz a régua junto. A hierarquia entre o número e o texto, o espaço vazio mínimo, o filete que pontua em vez de dividir, e a decisão de que o destaque nunca se faz por cor — nada disso é preferência de quem montou o primeiro deck. Fica guardado com o modelo, então o slide que você escrever depois sai na mesma língua.
- Modelo de proposta comercial em doze partes, pronto para preencher. Ele inclui as quatro que a maioria das propostas esquece e que mudam a conversa: a resposta logo na segunda tela, o que acontece se nada mudar, quem responde nominalmente e em quanto tempo, e a prova que dá para conferir. Sem a terceira, o preço é comparado com zero e sempre parece caro.
- Correção que alcança todo mundo: o cartão de destaque das grades de métrica pintava com um azul da marca antiga da Pínax, trocada há um mês. Em decks azuis ninguém percebia, porque a cor nova é vizinha da velha. Em qualquer deck de outra cor, ele saía puxando para um azul que não tinha nada a ver com a apresentação. Agora ele segue a cor do seu deck.
- E o convite para assinar no último slide voltou a ser legível. Ele saía com o título praticamente preto sobre o próprio fundo escuro — um cartão flutuando por cima do palco lia as cores do site em vez das cores da apresentação. Vale para qualquer proposta compartilhada por link.
setembro · 2026
Uma palavra atrás do vidro, e objetos que passam a ilustrar
- Modelo novo no catálogo: VIDRO FOSCO. Grafite azulado tom sobre tom, cartões translúcidos e objetos de argila — produto, sistema de design, qualquer material que precise ser calmo sem ser apagado.
- Efeito novo: uma palavra em corpo colossal atrás dos cartões, que o vidro por cima dissolve. Não é um título com opacidade baixa: o texto continua inteiro por trás, e é o material que decide quanto dele se vê — o pedaço que cai num vão entre dois cartões fica nítido, o que cai sob um cartão vira névoa. Está em Texto ao fundo, no editor, e vale em qualquer tipo de slide.
- E ele avisa quando não vai funcionar. Sem vidro por cima, o texto fica inteiro atrás de cartões opacos e o resultado é um título coberto pela metade — a plataforma diz isso em vez de deixar você descobrir na tela.
- Os objetos 3D dos cartões ganharam POSIÇÃO. No canto eles assinam o cartão, como sempre foi. No centro eles mudam de papel: viram a ilustração do conceito, ocupam um terço da altura e o texto se organiza em volta — o cartão de feature sem número, que antes obrigava a inventar uma métrica. Com três fios de água por baixo, o chão do objeto sem sombra dura.
- As cartas ganharam o RIM: só a quina de cima e da esquerda acesa, apagando para o outro lado, como a luz batendo na aresta de uma placa de vidro.
- E uma correção antiga: a grade uniforme com quatro cartões deixava um sozinho na segunda fileira, com o dobro da altura dos outros. Uma grade que deixa órfão não é uniforme — com quatro cartões ela agora é dois por dois.
setembro · 2026
Quem escreve os slides passou a saber para quem está escrevendo
- Quando você responde quanta liberdade a Pínax tem com o seu texto — do “à risca, não mude minhas palavras” ao “use como matéria-prima” —, essa resposta agora chega a quem escreve as frases. Antes ela ia só para quem monta o roteiro: a regra sobre não reescrever as suas palavras não alcançava a etapa que reescreve palavras. É a mudança que mais se sente em quem já entrega o texto pronto.
- E ela deixou de ser uma pergunta que quase nunca aparecia. A fila de perguntas é ordenada por quantas decisões cada resposta muda; como essa resposta agora muda mais coisas, ela subiu e passa a ser perguntada logo depois do objetivo e do lugar da apresentação.
- Quem vai assistir, o quanto essa sala já domina o assunto e a resistência que você espera também passaram a chegar a quem escreve. Se a sala domina o assunto, os termos técnicos não vêm explicados; se está entrando nele agora, vêm. Antes a resposta sobre o nível do público só ajudava a sugerir um tema.
- E o que funcionou volta para o raciocínio. Quando você registra como uma apresentação terminou, a Pínax passa a usar isso ao propor a próxima — como desempate entre dois caminhos igualmente bons, nunca como escolha automática, e só quando há apresentações decididas o bastante para significar algo.
- Nada disso inventa contexto: sem as suas respostas, a Pínax escreve como antes. Um destinatário suposto seria pior que nenhum.
setembro · 2026
O que está aceso passou a iluminar o que está em volta
- Composição nova: o TÍTULO AO LADO do desenho. Alguns gráficos são quadrados por natureza — camadas de escopo, círculos aninhados, pizza, medidor, sonar. Empilhados sob o título numa tela 16:9 eles ficam presos pela altura e sobra largura vazia dos dois lados: medimos um deles ocupando 34% da largura com 86% disponíveis. Com o título numa coluna à esquerda, o desenho recebe a altura inteira e cresce cerca de um quinto em cada eixo. O controle está em Composição, no editor.
- E ela só aparece onde ajuda. Num desenho largo — uma linha do tempo, esferas em fila, barras — a coluna de texto tiraria largura de quem já usa a tela toda, então o controle dá lugar ao motivo, escrito. Nessa composição o título também pode ocupar várias linhas sem custo, porque a altura do gráfico deixou de sair do que sobra debaixo dele.
- A matriz de pontos estava sendo desenhada menor do que podia. A caixa dela tinha a largura da tela inteira enquanto o desenho usava pouco mais da metade, e o resto era espaço reservado e vazio — o gráfico encolhia para caber numa área que não usava. Agora a caixa acompanha o desenho, e ele ficou 8% maior nos dois eixos sem mudar nada do dado.
- As listas dentro do slide de camadas deixaram de ser cortadas. Uma coluna com quatro itens longos passava do pé da figura e o último item sumia, sem reticência e sem aviso. Agora a coluna tem teto e chão: quando o texto é muito, o espaçamento e o corpo cedem juntos até tudo caber.
- Os elementos de luz ganharam ambiente. Um círculo, uma esfera ou um feixe acesos terminavam numa aresta contra o preto, e a tela lia como um recorte colado no fundo. Agora eles levantam o fundo em volta de si, e a luz segue por cerca de meio raio depois da borda antes de encontrar o escuro. É a diferença entre um objeto pintado e um objeto aceso, e ela aparece em toda tela escura da Aurora esmeralda.
- O feixe de luz derrama para os dois lados. Ele tinha ambiente largo por cima e quase nada por baixo, o que fazia a metade de baixo do slide parecer cortada. Agora a passagem do núcleo para o escuro é uma escada de três degraus, igual dos dois lados, e o fundo volta ao preto antes de alcançar o rodapé.
- Os três círculos em cadeia ficaram alinhados dentro do estádio. A folga era pequena em cima e larga embaixo, e sobrava uma faixa vazia sob o desenho. Agora ela é a mesma nos quatro lados: as pontas do estádio passam a acompanhar exatamente a curva do primeiro e do último círculo, e os três lêem como uma figura só em vez de três desenhos que por acaso se tocam.
- E eles perderam o contorno. Sem fio, o que se vê é a luz de cada um se somando onde eles se cruzam — que é o que a cadeia tem a dizer. O contorno continua no diagrama clássico, onde é ele que faz a figura.
- O desenho recuperou a altura que a segunda linha do título levava. Nos materiais da Aurora esmeralda um título até quarenta caracteres agora cabe numa linha só, e o gráfico embaixo dele passou de 62% para 68% da tela. Títulos mais longos seguem quebrando, como antes.
setembro · 2026
As esferas voltaram ao tamanho certo, e os números ao lado deixaram de roubar a tela
- As esferas de proporção cresceram. Elas vinham desenhadas quase um quarto menores do que a composição pede, e o efeito era sutil e caro: a tela lia como menos acabada sem que déssemos pelo motivo. A relação entre elas continua a mesma — a área segue proporcional ao valor —, o que mudou foi a escala do conjunto. Decks que já usam esse slide vão mostrar as esferas maiores.
- E a sobreposição passou a acompanhar o tamanho delas. Antes a invasão de uma esfera sobre a outra era uma distância fixa: mudou o tamanho, a composição desandava e as maiores chegavam a se engolir. Agora ela nasce do próprio diâmetro, então as três continuam se tocando na mesma medida qualquer que seja o valor.
- Escolha nova: ONDE ficam os números de leitura ao lado de um desenho. Em coluna, como sempre foi, o desenho cede um terço da largura para eles. Sobre a borda, eles pousam por cima do vazio da figura e o desenho fica com a tela inteira. A diferença é grande: com a coluna, um desenho de três peças chegava a quebrar para uma segunda linha. Vale onde há vazio embaixo do número — numa pizza ou numa barra ele cairia sobre o dado, e aí a coluna continua sendo a resposta.
- Quando você escolhe um modelo do catálogo e pede um slide NOVO no chat, ele agora sai na língua daquele modelo. Até aqui o modelo entregava uma cópia pronta e, na hora de escrever o slide seguinte, quem escrevia não sabia em que língua estava — e o slide seguinte é exatamente onde o material se perde. As regras de composição de cada modelo, com as medidas que as sustentam, passaram a viajar junto com o pedido.
- A Aurora esmeralda foi refeita contra a referência, e a mudança mais visível é o CHÃO: as telas escuras eram um verde profundo e agora são pretas, com o verde vindo só de onde há luz. É a diferença entre um material lavado de verde e um material preto com luz dentro. Quem já usa este modelo vai ver os slides escuros mais neutros e os elementos acesos mais presentes.
- O feixe de luz ganhou derrame: ele deixa de ser uma cunha chapada e passa a iluminar o que está em volta, como um farol de verdade. O funil em profundidade ganhou volume, uma boca três vezes mais espessa e um halo no chão. A pilha de camadas ficou com placas finas e muito mais ar entre elas.
- As esferas de proporção podem agora ser desenhadas em RAMPA: em vez de uma colorida entre cinzas, as três carregam a mesma cor em intensidades diferentes. Muda o que a tela diz — de “olhe esta” para “isto é uma escala”. Use quando os valores forem partes de um mesmo total.
- O cartão de status ficou mais escuro e mais sóbrio: sobre fundo claro, um objeto de marca se impõe pela massa, não pela saturação — e é o corpo escuro que faz o bloco de prazo se destacar por mudar de cor, e não só de tom.
- E o selo “feito com PÍNAX” dos links públicos saiu de cima do conteúdo: ele cobria a primeira palavra da legenda em qualquer slide que tivesse uma. Agora fica na faixa de rodapé, junto do resto dos controles.
- Desenho novo para as esferas de proporção: LUZ. Em vez de corpos com brilho e sombra, discos translúcidos que se somam onde se cruzam — e a área comum fica mais clara, como dois feixes. Dentro dele há uma progressão: o menor é um disco pálido quase opaco (com o número em tinta escura, decidido sozinho), o do meio deixa o fundo passar, e o maior vira campo sem borda. Serve a partes de um mesmo total sobre fundo escuro.
- Um quinto peso de título: TÊNUE. Alguns materiais pedem um display mais leve do que o mais leve que tínhamos, e agora ele existe — nos slides e também no PDF, que carregava uma lista de pesos própria e sairia mais pesado que a tela.
- As figuras de conjuntos ganharam profundidade real: o nível mais interno destaca de verdade em vez de ser um tom acima do vizinho, e as etiquetas viraram chips de tinta sólida que ancoram a linha em vez de contornos pálidos que flutuam sobre fundo claro.
setembro · 2026
Um feixe que atravessa a marca, três círculos que se encostam em cadeia, e uma matriz de pontos
- Fundo novo: o FACHO. Um feixe único nasce de um ponto e se abre até sair pela borda oposta, com o núcleo aceso. A casa já tinha três parentes dele e nenhum servia: um é um leque de muitos fios finos, outro é uma coluna vertical macia, o terceiro são vários raios descendo do topo. É a unicidade que permite pôr uma marca ou um número NO MEIO da luz.
- O diagrama de interseção ganhou uma segunda geometria, e ela muda o que o slide AFIRMA. Na clássica os três conjuntos têm um miolo em comum. Na CADEIA cada um encosta só no seguinte: o primeiro e o terceiro não se tocam, e é justamente isso que a figura diz. Serve a um encadeamento (a leitura vira o cálculo, o cálculo vira o resultado), onde a clássica prometeria um centro que ninguém tem.
- Tipo novo: a MATRIZ. Pontos nos cruzamentos de uma retícula, com a área de cada um proporcional ao valor. É o desenho de onde a intensidade se concentra: risco, esforço contra impacto, cobertura por praça. A plataforma só sabia comparar numa dimensão, e os dois rótulos de eixo são obrigatórios de propósito: sem eles a posição não mede nada.
- O slide de camadas de escopo passou a aceitar uma LISTA por nível, e não só uma frase. Cada camada mostra em coluna o que há dentro dela, com quebra própria, alinhada à sua etiqueta.
- O cartão de status ganhou uma SEGUNDA faixa, na base: o prazo. A de cima responde como está, a de baixo responde até quando. São duas perguntas independentes, e espremer as duas numa faixa só obrigava a perder uma; num material de conformidade, a que se perdia costumava ser a data.
- Modelo novo no catálogo, a Aurora esmeralda: verde-esmeralda sobre preto e branco alternados, feixes de luz e formas translúcidas. Para clima, energia, ESG e material de sustentabilidade.
setembro · 2026
Um título que se reparte pela tela, e uma foto que participa da tipografia
- O título pode se REPARTIR pela tela: as palavras pousam em lugares diferentes e a fotografia passa entre elas. A frase deixa de ocupar um bloco e passa a ocupar a tela inteira. Você escreve o título uma vez; quem lê com leitor de tela continua recebendo a frase inteira, e no celular ele volta a empilhar sozinho.
- O painel lateral pode virar uma FOTOGRAFIA, com duas palavras curtas atravessando a borda dela: uma no topo, outra na base saindo pela tela. É o que faz a imagem participar do texto em vez de ficar ao lado dele. O texto do painel continua valendo: ele é o que a leitura no celular e o PDF mostram, porque uma foto nunca carrega a informação sozinha.
- Duas marcas novas de composição: a RÉGUA NUMERADA da margem (dois numerais com um fio entre eles, um instrumento na lateral, como um caderno técnico tem) e as MARCAS SOLTAS + e ×, que apontam um vazio deliberado. Numa composição de muito respiro, são elas que separam vazio COMPOSTO de vazio por falta de conteúdo.
- E o INTERVALO: dois valores nas pontas da mesma linha, 1953 … 2026, sem seta e sem traço entre eles. O espaço vazio no meio é que afirma a distância; um traço preencheria justamente o vão que era a mensagem.
- Os 39 fundos ganharam ajuste fino completo. Cada um mostra só os controles que ELE usa: a frequência da estrutura, a inclinação, o alcance da luz, a dureza da aresta, o vinco que abre o lugar do texto. E nenhum deck existente mudou de aparência: sem ajuste, o desenho é exatamente o de antes.
- Modelo novo no catálogo, o Editorial esportivo: branco dessaturado, fotografia em motion-blur e marcas de registro soltas. Para lançamento, marca e material de movimento.
setembro · 2026
Os fundos deixaram de ser botões e passaram a dizer para que servem
- Um fundo agora tem AJUSTE FINO. Até aqui um efeito de fundo era um botão: liga e vem exatamente uma aparência; quem quisesse a ripa mais larga ou a luz entrando por outro ângulo tinha de trocar de efeito e perder a linguagem junto. Agora dá para mexer na frequência da estrutura, na inclinação, no alcance da luz, na dureza da aresta, em onde exatamente o núcleo dela fica, e no VINCO, que é a profundidade do vazio escuro que abre o lugar do texto.
- E só aparecem os controles que AQUELE fundo de fato usa. Um controle que não muda nada é pior que controle nenhum: a pessoa mexe, nada acontece, e ela acredita que decidiu alguma coisa.
- Fundo novo: o VÉU. Ele é o inverso de todos os outros: em vez de acender uma luz sobre um chão escuro, o chão inteiro É a luz, e ela apaga descendo até o preto, com uma cunha de sombra comendo um canto. Feito para abertura e fecho de material de marca.
- E no fecho a palavra pode se MISTURAR ao fundo em vez de ser colada por cima dele. A linha gigante de despedida deixa de ter uma transparência fixa e passa a se comportar como luz: onde o fundo é claro ela aparece, onde a sombra passa por trás ela desaparece sozinha. Embaixo, pequena e nítida, fica a frase que de fato encerra.
- Para quem usa a Pínax por um agente de IA: o catálogo de elementos passou a ser LEGÍVEL. Fundos, divisores de seção, ornamentos, arranjos, superfícies e chrome (71 peças) deixaram de ser uma lista de nomes e passaram a declarar, cada uma, o que ela AFIRMA na tela, quando serve, quando NÃO serve, e em que tipo de apresentação ela se encaixa (gênero, cenário, densidade, postura, formato). O agente pergunta “que fundo serve a um fecho de palco cinematográfico?” e recebe as peças certas, com a razão de cada uma, em vez de escolher pelo primeiro nome que reconhece.
setembro · 2026
Cards que ficam parados tortos, uma lista dentro da janela do produto, e um obrigado que é só atmosfera
- Um card agora pode ficar PARADO num ângulo. A plataforma já sabia inclinar cards de quatro maneiras, e todas dependiam do mouse ou de uma animação em laço: e todas sumiam no PDF, no celular e na tela cheia do palco. A inclinação como POSE sobrevive aos três. É a diferença entre cinco cards alinhados numa grade e cinco peças largadas sobre uma mesa.
- E os cards podem sair da grade: em ARCO, dispostos numa curva sobreposta com o título passando por trás deles; ou em PILHA, empilhados e saindo pela borda, como um maço largado. A pilha diz “são muitos” sem pedir que ninguém leia todos.
- Uma célula da grade de métricas aceita uma mini-lista no lugar do número: até quatro linhas de nome e valor, com uma seta dizendo se subiu ou desceu. É a densidade que faltava entre “um número” e “uma tabela”: um ranking curto cabe numa célula em vez de gastar um slide inteiro.
- O slide de status por unidade pode ser vestido com a moldura de uma janela de produto e sair pela base da tela: o ranking passa a acontecer DENTRO do produto em vez de ser descrito ao lado dele. Cada linha ganha ícone, direção e unidade. E a direção é separada da severidade de propósito, porque uma queda pode ser ótima.
- O fecho ganhou a linha-fantasma: uma palavra em corpo colossal, quase apagada, atravessando a tela por trás; embaixo, pequena e nítida, vem a frase que de fato encerra. O gigante fica na retina; o pequeno diz o próximo passo.
- O cabeçalho do topo ganhou uma segunda forma: três campos distribuídos pela largura inteira, com um filete embaixo: quem assina, do que trata, a marca. E o primeiro campo pode carregar o nome de quem assina em vez do número da página: paginar diz “este material tem N telas”, assinar diz “este material é de fulano”.
- E um elemento novo no painel Elementos: o EMBLEMA, um disco de luz com um ícone no centro e um anel aberto em volta, atrás do conteúdo. Ele é cenário e não carrega número por construção: um anel parcial com um valor dentro seria lido como um medidor, e para medir existe o slide medidor.
- Modelo novo no catálogo, o Corrugado de luz: um campo de ripas retroiluminado, cards de vidro parados num ângulo e uma régua de procedência no topo. Para case, portfólio e apresentação de produto em sala escura.
setembro · 2026
Krisis: o post no iPhone de verdade, aprovado tela a tela, e a story que nasce do feed
- A aprovação de posts agora acontece dentro de um iPhone desenhado como o aparelho: ilha, hora, barra de status, indicador de home, e o post ocupa a largura da tela, como no aplicativo. Quem aprova julga a peça pelo que a cerca, e a moldura genérica de antes não respondia “é assim que vai aparecer” com a mesma força.
- O cliente aprova POR TELA. Em cada cartão do carrossel ele marca ok ou ajustar; a peça pode ser aprovada com os cartões que precisam de correção marcados como impedidos: eles ficam travados, o resto segue. No quadro, a peça aparece como “aprovada · 2 telas impedidas” até que o dono marque o ajuste como feito. Acabou o devolver dez cartões por causa de um.
- A grade ganhou duas leituras: a peça inteira, na proporção dela, e “como no perfil”. O recorte 3:4 que o Instagram aplica na grade do perfil desde 2025. É ali que um título encostado na borda desaparece, e agora dá para ver antes de publicar.
- Se o post só tem o feed, um clique deriva a story: cada cartão 4:5 vestido a 92% da largura sobre o chão da marca, em 1080×1920, sem refazer nada. Ela entra como aba “Story 9:16” da mesma peça, com o mesmo visor, e vai para o mesmo link de aprovação.
- E o cartão do quadro deixou de esconder a arte: a miniatura ocupa a maior parte do cartão, na proporção em que vai ao ar, e o estado virou um carimbo discreto.
setembro · 2026
O plano que diz quanto tempo custa, a capa que se apresenta, e uma escada que nunca tinha subido
- Os títulos dos slides de conteúdo agora obedecem ao peso que cada tema declara. Parece detalhe e é a diferença entre um deck que parece feito e um que parece montado: até aqui, trocar de tema trocava a cor e a fonte, e o peso do título era o mesmo nos trinta e nove. Quem escolhe um tema mais silencioso passa a receber títulos mais leves, com a força vindo do espaço e não da espessura da letra.
- A linha do tempo em escada ganhou direção. Subindo, ela diz crescimento; descendo, ela diz sequência, e um plano de trabalho não cresce, ele acontece em ordem. A plataforma avisa quando a escada está subindo sobre uma lista de tarefas, porque aí o desenho promete um ganho que o conteúdo não tem.
- Três lugares novos para o texto que acompanha um dado: a régua do topo (o assunto de um lado, a marca do outro, na mesma linha), o parágrafo de apoio à direita do título, o título afirma, o apoio situa, e a nota ao lado do gráfico, que conclui o que o desenho mostra. A legenda de baixo continua sendo o lugar da origem do número: são papéis diferentes, e por isso lugares diferentes.
- Na pizza, o percentual pode morar dentro da fatia. Com o número na legenda, ler o gráfico é ir e voltar entre o desenho e a lista, e a lista acaba virando o dado. Com o número dentro, cada fatia carrega o próprio valor. Em fatias muito estreitas o número volta sozinho para a legenda: nada é perdido.
- Um plano de trabalho quase nunca tem datas. O que importa em cada etapa é quanto tempo ela custa, porque é isso que quem escuta vai somando na cabeça. Até agora só existia o campo de data, e escrever “2 dias” nele funcionava, e mentia, porque o campo passava a significar duas coisas. Agora a duração tem lugar próprio: aparece como uma pastilha colada à etapa, com um ícone abrindo a linha. O que é, e quanto custa.
- A capa ganhou uma fita de classificação no topo: do que trata, para quem, com que ferramenta, e, isolada na ponta direita, a data. Quem abre uma proposta ou um relatório precisa se situar antes de ler a primeira frase, e essa fileira faz isso em meio segundo. Escrita como frase no subtítulo, ela vira um texto com barras verticais que ninguém consegue varrer.
- E dois consertos que estavam escondidos havia meses. O desenho de linha do tempo em “escada” promete que cada marco sobe um degrau, e desenhava os quatro na mesma linha, sempre. A animação de entrada apagava o degrau ao terminar. Agora ela sobe de verdade.
- O outro aparecia para a plateia, não para você: na barra de tópicos da apresentação em tela cheia, o título da seção saía com as marcações de destaque à mostra, como se fosse código. Só acontecia quando a seção usava o realce que a própria plataforma recomenda, ou seja, punia quem seguia a regra. Corrigido na origem, para todas as telas que mostram o título de uma seção.
- O catálogo de modelos ganhou o nono: um deck escuro de um azul só, do navy à luz, em que o número mora dentro da barra e a leitura acompanha o gráfico sem virar cartão. Serve a case, diagnóstico e proposta técnica.
agosto · 2026
A grade que acende só a célula que importa, e a página que se numera sozinha
- Quando um card precisava se destacar, a única ferramenta era um halo de luz atrás dele. Isso funciona quando há espaço em volta; numa grade apertada o halo escapa por cima dos vizinhos e o destaque vira borrão. Agora existe a segunda forma: o filete da borda acende e o chão do card sobe um degrau, como uma tecla retroiluminada. A escolha entre as duas não é gosto: é densidade.
- E ele não pulsa, de propósito. Numa tela de dado, pulso é alarme; alarme sem motivo é o pior sinal que um relatório pode dar.
- Os slides podem se numerar: o “3 /5” no canto, com o total discreto. O número sai da posição do slide no deck, então reordenar acerta sozinho: diferente da numeração de figura, que continua sendo escrita à mão justamente porque uma “FIG 02” citada no texto não pode mudar sozinha.
- A capa ganhou assinatura: foto, nome e cargo de quem responde pelo material, ao lado do título. É diferente de quem disse uma frase citada no meio do deck. Num relatório, é a assinatura que dá procedência ao documento inteiro.
- E corrigimos a barrinha da tabela. Ela se chama micro-barra e vinha ocupando a altura inteira da linha, o que fazia o número parecer legenda de um gráfico. Agora é um filete ao lado do valor: mede sem competir.
agosto · 2026
Alguns slides agora vão até a borda, e o texto pode morar sobre a imagem
- Todo slide tinha a mesma margem de segurança. Ela é certa para a maioria, texto precisa de ar, mas é uma decisão de linguagem, não uma lei: numa apresentação de fotografia, a margem transforma a cena num quadro pendurado no meio da tela. Agora cada slide decide. Quem sangra é a imagem e o desenho; o cabeçalho, o rodapé e a marca continuam onde estavam, porque o que vai à borda é o conteúdo, não a moldura de leitura.
- E o texto ganhou um lugar novo: sobre a cena. Ele pode pousar na costura entre dois quadros ou no canto inferior de um deles, e quando isso acontece, o tamanho muda junto. O título vira caixa alta e cresce para ocupar um sétimo da altura da tela, o corpo encolhe para uma nota curta ao lado dele. Não é um ajuste de estilo: é a diferença entre uma legenda e um letreiro, e a forma muda porque o papel do texto mudou.
- Nos mosaicos, isso significa que uma palavra pode atravessar a junta entre duas fotografias, como num storyboard de cinema. As legendas de cada quadro calam sozinhas quando isso acontece: dois textos sobre a mesma fotografia disputam, e a cena só comporta um.
agosto · 2026
O acento virou material: cards em gradiente, e desenho por cima da foto
- Até agora o acento do tema era um detalhe. A cor de um número, a borda de um card. Ele virou matéria: a superfície “gradiente” faz o card nascer escuro com a cor entrando por um canto, com um fio irisado de um pixel na borda, e reserva a rampa inteira para o card principal. A diferença que isso faz é a mesma entre uma peça pintada e uma peça feita do material.
- As fotos ganharam um desenho por cima: contornos ondulados, como curvas de nível, ou uma malha fina de instrumento. Parece detalhe e não é: é o que separa “um slide com foto de fundo” de uma tela que diz que há medida por trás da imagem. E precisou existir porque os fundos da casa são pintados ATRÁS da fotografia; um traço atrás da foto não existe.
- O slide pode virar uma peça pousada sobre uma superfície: a foto passa a ser o chão da página, o conteúdo recolhe para um painel com margem nos quatro lados, e o cabeçalho sai para a margem, repetido em cima e embaixo. Disponível em capa, divisor e fecho. Nos outros tipos o painel empurraria o conteúdo que eles próprios posicionam, e preferimos dizer isso a deixar acontecer.
- No mosaico, dois quadros de mesmo peso agora empilham um sobre o outro em vez de ficarem lado a lado. Declarar peso é declarar hierarquia; não declarar é pedir uma pilha, e o motor passou a entender isso.
- Corrigimos um defeito antigo que só aparecia na combinação certa: em qualquer slide com foto, o cabeçalho da página caía no meio do conteúdo e pousava sobre o título. Estava assim desde que o cabeçalho existe.
- E o tema Expedição foi repintado. Ele nasceu das referências de cinema documental e trazia verde-azulado com âmbar; relendo as três peças que lhe deram origem, todas as cinco telas são azul e ciano: o âmbar vinha de uma peça de marca de terceiros que nem faz parte do conjunto. Agora é preto de sala com azul-elétrico e ciano.
agosto · 2026
Fotos em mosaico, e a continuidade que existia sem ter onde ser ligada
- Havia três jeitos de pôr fotos num slide e nenhum deles montava uma cena: a galeria move os cards, o mockup é uma moldura de aparelho, e a composição livre pede que você posicione cada peça na mão. Agora a galeria tem um terceiro modo, mosaico. Os quadros se tocam, sem vão e sem canto arredondado, com a proporção que você declarar. É a gramática de storyboard, e a diferença não é de estilo: no instante em que os quadros ganham espaço entre si, eles voltam a ler como fotos separadas em vez de uma cena.
- Cada quadro tem peso de 1 a 3 (é o que produz o 60/40) e um ponto de foco para o recorte não perder o que importa. Com duas linhas, o quadro de maior peso atravessa as duas e os outros empilham ao lado, com alturas diferentes. E ele aceita dois quadros, ao contrário dos outros modos que pedem três: dois quadros já são uma cena, e exigir um terceiro obrigaria você a arranjar uma foto que a cena não tem.
- As fotos ganharam o flare de filme: o facho horizontal sobre a região mais clara, ao lado do duotone, do grão e da vinheta. É o que faz a imagem ler como quadro de cinema e não como fotografia.
- O parágrafo de apoio pode correr em duas colunas, como legenda de documentário. Em tela estreita ele volta para uma sozinho, porque duas colunas num celular dariam vinte caracteres por linha.
- E uma correção que estava escondida havia meses: a continuidade entre slides, aquela em que um elemento viaja de uma tela para a seguinte, tinha duas formas, esticar (é o mesmo dado evoluindo) e virar como uma placa (o conteúdo foi substituído). A segunda nunca teve controle no editor: só existia escrevendo o arquivo na mão, e a inteligência que monta o deck sozinha nem sabia que ela existia. Agora está na seção Transições, em duas perguntas: o que continua, e como vira.
- O tema Expedição foi corrigido: ele trazia marcas de corte de gráfica em toda tela, que dizem “documento impresso em prova”. O oposto do que o próprio tema se propõe a ser. Quem quiser essa moldura agora a pede por slide, que é onde ela sempre foi uma decisão. Há também um modelo novo, Expedição · cinema documental.
agosto · 2026
O texto dentro de uma forma colorida agora se lê: nos 39 temas
- Quando uma etapa, uma barra ou um nó era pintado com a cor viva do tema, o texto dentro dele saía sempre branco. Isso nasceu certo nos temas de azul profundo e estava errado em todos os outros: sobre apricot, lima, ouro ou areia, o branco simplesmente desaparecia. Agora a cor do texto é resolvida por tema, e o resultado é a que se lê. Preta sobre o claro, clara sobre o escuro.
- E a causa não era só a cor da letra: a forma tinha um brilho que corria em direção ao branco, atravessando duas faixas de contraste diferentes, onde nenhuma cor de texto serviria às duas pontas. O brilho agora foge do texto em vez de correr para ele. Medimos os 39 temas: todos falhavam, e o melhor deles ficava em 1,99 de contraste. Hoje o pior está em 4,61: acima do mínimo de leitura.
- As esferas ganharam sombra de verdade. A que fica na frente agora projeta sobre a que está atrás. É essa sombra que faz duas silhuetas empilhadas lerem como dois corpos no mesmo espaço. A sombra também deixou de ser preta: ela nasce do próprio chão do tema, porque preto puro sobre um fundo morno lê como mancha, não como sombra.
- E há uma escolha nova ao lado delas: se as esferas afetam o fundo ou não. Em “própria” elas pousam no palco e o palco não muda. Em “com retorno no chão”, a luz da esfera bate no chão e volta tingida da cor dela: o fundo passa a saber que ela está ali. Em “nenhuma”, a esfera continua esférica e só perde o peso, para fundos muito claros onde a sombra viraria sujeira cinza.
- Uma varredura de completude passou por todos os 42 tipos de slide comparando o que o formato permite com o que o editor oferece. Quinze campos existiam e funcionavam sem estar declarados. Funcionavam à mão e eram invisíveis para a inteligência que monta o deck sozinha. E doze só podiam ser alcançados escrevendo o arquivo na mão. Todos foram fechados: entre eles a régua acima do título nos divisores de seção, o prefixo e as casas decimais do número-herói, o odômetro, o valor em cada fatia da pizza, o número citado com a fonte nos gráficos de barra, a nota do mapa e a moldura do encerramento.
agosto · 2026
Fluxo deixou de ser funil, e a plataforma parou de pedir número que você não tem
- Para desenhar quatro etapas de um processo, captação, indicação, receita, entrega, só havia o funil, e o funil exigia um número por etapa. Como não há número (nenhuma etapa é “maior” que a outra), a única saída era inventar um. Agora o funil pergunta antes: por valor, e ele é o funil de sempre; ou todas iguais, e aí ele vira uma esteira de etapas: cápsulas do mesmo tamanho, sem porcentagem entre elas, e o campo de número simplesmente some do editor.
- As bolhas passaram a poder se sobrepor. Em fila elas dizem “compare os tamanhos”; sobrepostas dizem “estes conjuntos se tocam”, que é uma afirmação diferente sobre o mesmo dado. Até três, com a menor na frente para nenhum rótulo sumir.
- Todo slide pode ganhar uma barra de progresso no rodapé (contínua, ou segmentada em passos) e um cabeçalho de documento no topo: número da página, o assunto daquela tela e a sua marca. O cabeçalho vem do tema. Você liga uma vez e o deck inteiro se pagina.
- Nos cards, cada célula ganhou uma pílula própria dizendo de que categoria ela é: o que separa uma grade de números de uma grade de indicadores nomeados. E o destaque agora tem duas formas: inverter o card inteiro, como sempre, ou acender só uma barra na borda direita, quando um entre quatro precisa de ênfase e inverter seria gritar.
- O número-herói aceita uma seta do tamanho dele mesmo, colada ao lado, na cor do tema. Ela diz só a direção. Num telão, a plateia lê a seta antes de ler o número. E a citação ganhou uma pílula de categoria, dizendo de que a frase trata.
- O tema Damasco foi corrigido: ele pintava o fundo inteiro de apricot quando, nas referências que lhe deram origem, o apricot é o painel aceso numa sala escura. Agora é isso, e o modelo “Imobiliário · Damasco” muda de fundo junto. Há também um modelo novo, Damasco · palco quente.
agosto · 2026
O vazio virou controle: os cards deixaram de ser sempre iguais
- Se você já sentiu que todo bento seu saía com a mesma cara, não era impressão: a grade era uma só e o conteúdo se empilhava sempre do mesmo jeito dentro do card. Agora há duas decisões novas, e as duas ficam a um clique. O RITMO da grade ganhou um quinto arranjo: células todas do mesmo tamanho, em que o card principal se distingue pela cor e não por ser maior. É o arranjo de quando a leitura é “estes seis, em pé de igualdade”.
- E o conteúdo dentro do card agora escolhe onde se prender: no topo, no centro, ou nos dois extremos. Rótulo em cima, número embaixo, e o vazio no meio. Esse último é o que faz um card respirar sem encolher. Quem não quiser decidir não precisa: o tema escolhido já traz a linguagem dele, e o slide só sobrepõe quando aquela tela pede outra coisa.
- O valor de um card também pode ser uma frase (“cai pela metade”, “4 dias, não 3 semanas”) e não um número. Marque a caixa e ele passa a quebrar em duas linhas com a entrelinha certa, em vez de tentar caber numa escala feita para dígitos.
- Na tabela de preços entrou a segunda gramática que existe no mercado e faltava aqui: nome e preço no topo, nada no meio, e o que o cliente recebe dito numa frase colada no rodapé, justificada à direita. É como agência apresenta escopo: diferente do checklist de item por item, que continua disponível e é o padrão. Trocar entre as duas não apaga nada do que você já escreveu.
- O slide de fechamento ganhou a barra de canais: pílulas com e-mail, site, telefone, conversa ou endereço, dizendo por onde a conversa continua. E um fundo novo, Estilhaço. Vidro trincado partindo de um canto, com as arestas acesas na cor do seu tema.
- Os cards também escolhem como POUSAM na tela. A superfície Erguido é o oposto do Prensado: em vez de afundar no material, o cartão flutua sobre um chão claro com uma sombra longa e um fio de luz na aresta de cima: é a diferença entre um card desenhado no slide e um card pousado sobre ele. As duas passaram a aparecer na linha de superfícies, junto com Papel, Vidro, Esmaecido e Aceso.
- Um slide pode ganhar uma faixa de mídia no topo: uma imagem arredondada ocupando o terço de cima, com o conteúdo entrando embaixo. Ela é preenchida por qualquer um dos fundos da biblioteca (nada de arquivo para subir), e a altura é sua.
- No gráfico de barras, a última coluna pode ser declarada como PROJEÇÃO: ela deixa de ser um bloco medido e vira um campo de luz que sai pela borda do slide. É honestidade em forma de desenho. O ano que ainda não aconteceu para de parecer dado apurado. E o mesmo gráfico aceita agora uma citação com o número no meio da frase e a fonte nomeada embaixo.
- A linha do tempo ganhou o desenho Trilho: uma coluna de pontos à esquerda com a etapa atual num disco cheio. Ela responde onde vocês estão, que é pergunta diferente de quando as coisas aconteceram, e devolve o resto do slide para o conteúdo da etapa.
- O fechamento ganhou duas coisas mais: um botão-pílula com um ladrilho colorido dizendo qual é o próximo passo, e duas palavras curtas ancoradas nos cantos de cima emoldurando a chamada.
- E um fundo novo, Arco: circunferências enormes em fio de cabelo atravessando o slide, quase invisíveis. É o único desta família que não atrapalha texto corrido: serve para dar eixo a uma composição sem competir com ela.
- Tudo isso está no modelo novo do catálogo, Fenda · techno: chão claro com cartões pousados e o escuro entrando como destaque, para lançamento ousado e proposta que não quer parecer proposta.
agosto · 2026
Todos os temas ganharam matéria e luz, e três elementos novos entram no palco
- Cada um dos 39 temas agora declara de que material é feito: os escuros elevam seus painéis por luz (o herói acende, nunca ganha sombra preta), os claros repousam com sombra curta de papel, e os que são planos por linguagem, o suíço, o cartaz, o dossiê, continuam exatamente planos, por decisão escrita. Vidro só existe onde vidro é a língua do tema, e nesses ele virou vidro de verdade: corpo translúcido, aresta que acende no canto da luz, e refração real do que está atrás no palco ao vivo.
- Três elementos novos, todos editáveis: o quadro de indicadores aceita o arranjo de destaque em coluna (o número principal vira cartão à esquerda, as leituras em grade à direita, cada curva com o delta luminoso no canto livre); o mapa mental ganhou o desenho em órbitas (as fontes viram chips de vidro girando em trilhas de luz ao redor do centro, e o objeto 3D pode reinar no meio); e o objeto 3D ganhou a forma lamelas, a fita metálica corrugada das apresentações deep-tech.
- Tudo herda pela mesma via de sempre: a sua marca sobrepõe o tema, o seu ajuste por slide sobrepõe os dois. Nenhum deck antigo muda de estrutura. Só ganha a física que o tema dele sempre prometeu.
outubro · 2026
O formulário do seu link público, que ninguém conseguia preencher, agora responde
- Quando alguém abria a sua apresentação para deixar contato ou responder uma pergunta, os campos apareciam na tela, mas não recebiam clique, nem toque, nem teclado. A entrada do formulário travava no primeiro quadro da animação, e ele ficava, na prática, congelado atrás de si mesmo. Nenhum aviso contava isso: parecia um formulário normal até alguém tentar usar.
- Agora ele responde de verdade: cada campo aceita o toque e o teclado certo para o tipo de pergunta, o obrigatório reclama quando falta, e a tela de agradecimento aparece ao final.
- Se você já mandou um link público ou um PDF com formulário antes desta correção, a próxima vez que alguém abrir vai ver a diferença, sem precisar reenviar nada.
outubro · 2026
O QR que a plateia lê agora se chama de onde você estiver
- No meio de uma apresentação você pode projetar no telão um QR que abre a mesma apresentação no celular de quem assiste, para acompanhar, perguntar e levar o material embora. Ele já existia, mas só podia ser aceso por um botão do console do apresentador: quem apresenta com o notebook ligado no projetor, sem uma segunda tela, simplesmente não tinha como chamá-lo.
- Agora ele tem três portas. No palco, a tecla Q acende e apaga (e o botão está lá na barra do topo, com a tecla escrita ao lado). No celular que você usa como passador, há um botão do tamanho do polegar. E o console continua como sempre foi.
- As três mostram o mesmo estado: se você acender pelo teclado, o botão do passador já sabe. Nada de dois controles discordando no meio da fala.
- E quando a apresentação ainda não tem link público, o controle não some: ele fica lá e diz o motivo, com o caminho para resolver. Antes ele desaparecia, e sumia junto a informação de que a coisa existia.
- No editor, a mesma tela onde você liga o Companion passou a mostrar o QR: aponte a câmera e veja, antes da reunião, exatamente o que a sala vai ver.
outubro · 2026
O editor deixou de perder o seu último gesto
- Trocar o visual de um slide (de lista para gráfico, de número para divisor) troca também o conteúdo: o que estava escrito no formato antigo não cabe no novo. Isso continua acontecendo, mas agora o editor DIZ. Ele nomeia o que saiu e lembra que Ctrl+Z traz tudo de volta, em vez de trocar em silêncio e deixar você descobrir olhando o palco.
- Não pusemos um "tem certeza?" no caminho de propósito: a troca sempre teve desfazer. Uma pergunta a cada clique cobraria um passo de todo mundo para proteger de algo que já tinha volta, e ensinaria a apertar "sim" sem ler.
- A segunda perda era mais silenciosa: a gravação automática espera um instante depois da última tecla, e fechar a aba nesse intervalo cancelava a gravação sem avisar. Agora o navegador pergunta antes de sair, e SÓ nesse intervalo. Com tudo gravado, você sai sem nenhum aviso, como sempre.
outubro · 2026
O PDF passou a imprimir o que a tela mostra
- Três coisas se perdiam entre o palco e o arquivo que você manda para o cliente, e as três eram invisíveis para quem gerava o PDF.
- Cartões de vidro chegavam sem o vidro: o desfoque que separa o texto do fundo simplesmente não é impresso, e sobre uma foto o fundo atravessava o cartão por baixo das palavras. Agora, no papel, esses cartões ganham uma base sólida. A mesma cor, a mesma leitura, com o texto de volta ao lugar.
- O cartão de pilha, aquele que existe justamente para mostrar que há vários, imprimia UM. As outras camadas, com os números delas, não estavam em lugar nenhum do arquivo. Agora todas chegam ao papel, logo abaixo da que está na frente.
- E a sanfona anunciava "aberta 1 de 4" com as quatro seções abertas, ao lado de um "+" que ninguém pode apertar numa folha. No papel não há estado nem gesto: os dois saíram.
outubro · 2026
Agora você escreve o que aparece quando alguém abre um cartão
- Quem recebe sua apresentação no celular lê em coluna, e ali cada card pode ABRIR com um toque: mostrando um segundo nível que não cabe no slide. Até agora esse segundo nível só podia ser escrito pela conversa ou por um agente conectado: no editor não havia campo nenhum. Agora há, em cada card, célula, linha, etapa, plano ou peça: um parágrafo, até seis métricas de apoio (rótulo, valor e nota) e uma mini-curva.
- É onde cabe o que a sala perguntaria: de onde veio o número, qual era a base, o que havia antes, a condição do preço. No telão de 16:9 e no PDF nada disso aparece. O slide continua com uma ideia só, e o aprofundamento fica disponível para quem quiser tocar.
- O painel chega fechado e já diz o que existe lá dentro ("1 parágrafo · 3 métricas · curva de 6 pontos"), então você sabe quais cards têm segundo nível sem abrir um por um.
- E um card sem segundo nível deixou de convidar ao toque: antes ele mostrava "abrir", trocava a palavra para "fechar" e não acontecia nada. Cartão que abre agora sempre tem o que mostrar.
- A sua IA também passou a ser instruída a usar esse espaço, com critério: ela escreve o aprofundamento nos cards que carregam a decisão, e não em todos.
outubro · 2026
O link da apresentação passou a ter cara
- Até agora, quando você colava o link de uma apresentação no WhatsApp, no LinkedIn ou num e-mail, ele chegava como uma linha de texto azul, sem imagem, sem título, sem uma frase que dissesse o que era. Quem recebia não tinha por que clicar. Agora o link chega como um cartão: uma capa com o nome da apresentação, nas cores do tema que você escolheu para ela, com a marca embaixo.
- A capa é desenhada na hora, e cada apresentação tem a sua: um deck em azul-marinho e um deck em vermelho chegam com capas diferentes, porque a cor sai do tema (ou da sua marca) daquele deck.
- O que o cartão NÃO mostra: nada de dentro dos seus slides. Nem número, nem preço, nem nome de cliente, nem citação. A descrição é sempre a mesma frase da casa. Um link de apresentação costuma ser uma proposta comercial, e a prévia aparece na conversa inteira antes de qualquer pessoa abrir. Aparece o nome que VOCÊ deu à apresentação; o conteúdo continua só para quem abre.
- E esses links seguem fora do Google: eles não entram em resultado de busca, como já era antes.
outubro · 2026
As apresentações feitas pela sua IA agora chegam vestidas
- Quando você cria uma apresentação conversando com o seu próprio assistente (Claude, ChatGPT e afins conectados à Pínax), ela era gravada exatamente como o assistente a escreveu: sem textura de fundo, sem as entradas de cada elemento e com uma única passagem de tela do começo ao fim. O tema que você escolheu pintava a cor, e o movimento dele não chegava. Era por isso que apresentações diferentes, feitas em dias diferentes, saíam parecidas umas com as outras.
- Agora esse caminho recebe o mesmo acabamento que o caminho de dentro da Pínax já recebia: o fundo alterna ao longo do deck, cada tipo de slide entra com a curva do estilo escolhido, e a passagem de tela muda conforme o papel do slide: um divisor não abre como um número-herói.
- A regra é simples e vale sempre: o que o seu assistente escreveu de propósito FICA. Se ele definiu a passagem de um slide, a textura de um fundo ou o tratamento de um cartão, a Pínax não passa por cima. Ela só preenche o que ficou em branco.
- Nada disso altera o conteúdo, e nada disso mexe na conferência de um documento já assinado. Acabamento é aparência, e a assinatura nunca olhou para aparência.
outubro · 2026
A ordem do argumento passou a ser sua
- Até agora a Pínax escolhia a ordem da apresentação só pelo TIPO dela: todo board era contado na mesma sequência, para qualquer pessoa. Trocava o tema, a cor e a fonte, e o pensamento continuava sendo o mesmo. Agora cada tipo de apresentação tem de duas a quatro ORDENS possíveis, e o que você já declarou escolhe entre elas.
- São ordens de verdade, não enfeite: “A decisão primeiro” leva o pedido para logo depois da tese e deixa os números sustentando-o: é o que faz sentido quando ninguém está na sala para conduzir até o fim, ou quando você prefere a tela densa. “O número primeiro” abre com o número-herói e traz a tese depois. Num telão, o número é a única coisa legível a 20 metros. “O conceito antes do número” leva o bloco de leitura para antes dos indicadores, quando você diz que a sala ainda não domina o assunto.
- A Pínax mostra qual ordem ela sugere, POR QUE ela sugere aquela (“diante de executivos você prefere painel de LED: você disse isso, em 15/08”) e quais eram as outras, com o quando de cada uma. Você escolhe outra com um toque, e volta para a sugerida com o mesmo toque.
- Duas travas: a ordem muda a SEQUÊNCIA e a ênfase, nunca o conteúdo. Nenhum número, nome ou fato do seu material é trocado, omitido ou reescrito por causa dela. E se você nunca declarou nada que peça outra ordem, nada muda: sai o arco de sempre.
- Um assistente conectado (Claude, ChatGPT e afins) recebe a mesma ordem, com a mesma justificativa e a mesma proibição de mexer no conteúdo.
outubro · 2026
O movimento passou a ser do tema, e a sala continua mandando
- Cada tema agora tem o próprio jeito de mover: como um bloco abre, como o número aparece, como uma tela dissolve na outra e como os cartões são tratados. Antes, os 39 temas compartilhavam cinco vocabulários de movimento: três pessoas com temas diferentes recebiam decks que se moviam exatamente igual. Agora são 34 vocabulários distintos, e nenhum deles foi inventado: cada um sai do que o próprio tema já declara sobre si (como ele desenha um divisor, como ele destaca o herói, que caráter de movimento ele tem).
- E o seu jeito de movimento vale sobre o do tema. Se você disse que prefere movimento cinematográfico, a apresentação se move assim. Mesmo quando o pacote pronto daquele movimento não existe no tema que você escolheu. Antes a Pínax respondia “mantive o movimento que este tema encarna”, e a sua preferência não mudava nada.
- Só que a SALA continua mandando: movimento amplo numa mesa de reunião vira movimento contido, e a Pínax diz que conteve e por quê: “você prefere movimento amplo; numa mesa de reunião eu contive. Diga se hoje é outro palco.” É a mesma regra que já valia para a cor: se o que você gosta atrapalha a leitura, a leitura ganha, e a Pínax nunca faz isso em silêncio.
- O que você declarou para uma sala passou a valer nas outras, como ponto de partida, e dito em voz alta. Antes, quem tinha registrado o gosto “quando está ensinando” abria uma apresentação para o board e recebia o padrão da casa, como se nunca tivesse dito nada. Agora a Pínax aplica o que você quis, avisa que aquilo veio de outra sala, e PERGUNTA se vale aqui, e a sua resposta passa a valer para essa sala nas próximas vezes.
- A pergunta não fura a fila: ela entra na mesma ordem das outras, medida por quantas decisões da apresentação dependem daquela resposta. E, como todas, é feita uma vez: se você não quiser responder, ela não volta.
- Um assistente conectado (Claude, ChatGPT e afins) recebe as mesmas duas coisas: de onde saiu cada movimento do deck (e o que a sala conteve) e a pergunta da sala nova, já formulada.
outubro · 2026
O seu perfil deixou de ser o da empresa, e passou a ter recibo
- Existe agora um perfil SEU, e não só o da casa. Em Perfil, a Pínax diz de quem é o perfil que ela está usando e por quê: com poucas apresentações suas ela lê o jeito da empresa (e avisa), e a partir da terceira ela passa a ler o seu. Antes, tudo o que a plataforma aprendia era da organização inteira. O gosto de um colega decidia a sua capa.
- Cada coisa que a Pínax aprendeu sobre você agora vem com o recibo: de onde veio, em que data, com base em quantos registros, e com que confiança. É o que permite discordar: ninguém contesta uma afirmação cuja origem não sabe.
- Ela distingue o que você DISSE do que ela apenas VIU você fazer. Uma frase sua vale de imediato; um hábito só vira regra depois de três vezes. Uma escolha casual de terça-feira não vira uma verdade sobre você.
- As preferências passaram a ter SALA. Não “você prefere denso”, mas “denso diante de executivos, contido diante de um cliente, moderado quando você está ensinando”. Você não é a mesma pessoa nas três salas, e a apresentação deixa de fingir que é.
- E agora dá para dizer NÃO. “Esse eu definitivamente não quero” tira a opção da mesa de vez. Em todas as salas ou só em uma. A recusa é registrada uma vez, sem precisar ser repetida.
- Nada disso vira prisão: o que você pedir HOJE vence sempre o que está registrado, inclusive a própria recusa. E tudo é apagável na mesma tela: mudar de ideia é um direito.
- Duas travas que valem dizer em voz alta: a Pínax nunca deduz o seu gosto do seu ramo (clínica não vira “sereno”, banco não vira “azul”), e nenhuma preferência de cor passa por cima da legibilidade, se o que você gosta prejudica a leitura, a leitura ganha.
- Um assistente conectado (Claude, ChatGPT e afins) recebe o mesmo perfil, com o mesmo recibo, sabendo se ele é seu ou da casa, e recebe também a sua lista de recusas.
outubro · 2026
A Pínax passou a perguntar como quem atende, não como quem preenche formulário
- Antes de montar, a conversa faz as perguntas que mudam a apresentação, e diz, embaixo de cada uma, o que ela muda. Não é um formulário: é a diferença entre alguém que pede dados e alguém que quer entender o que você precisa.
- Ela pergunta o que você quer, nunca como fazer. Não perguntamos “serifada ou sem serifa?”; perguntamos o que precisa ficar com quem assistiu. A letra, a cor e o ritmo são consequência disso: trabalho nosso, não seu.
- Perguntas novas que faltavam: quem vai estar na sala, o que precisa acontecer quando terminar, se o público já conhece o problema, e o que essa plateia pode usar para dizer não. Essa última muda o roteiro inteiro: um argumento que não encontra a objeção é um argumento que a sala responde por dentro, em silêncio.
- Sobre identidade, ela pergunta o que nenhum histórico contém: se há uma cor que precisa estar presente, se há uma cor que não pode aparecer, e se você tem alguma apresentação de referência. A referência entra como evidência do seu gosto, nunca como molde a copiar.
- Você também diz quanta liberdade a Pínax tem com o que você entregou. Do “à risca, não mude minhas palavras” ao “use como matéria-prima”. Antes isso era adivinhado, e adivinhar errado custava a reescrita inteira.
- Uma pergunta feita não volta. Mesmo quando você prefere não responder, ela sai da fila: antes, uma resposta que a Pínax não reconhecia fazia a mesma pergunta reaparecer.
- E o que a Pínax já sabe não vira prisão: mesmo sabendo o seu público de sempre, ela pergunta o desta vez, com o de sempre a um clique de distância. Saber que a sua marca é verde não é saber que você quer verde nesta apresentação.
- No fim, antes de montar, ela resume o que entendeu e pergunta se é isso. Dizendo, linha a linha, o que você falou e o que ela deduziu. Uma correção ali custa uma frase; depois custa quinze slides.
- Tudo isso vale igual para um assistente conectado (Claude, ChatGPT e afins): ele recebe as mesmas perguntas, na mesma ordem, com as mesmas regras: inclusive a de não inventar pergunta e a de não repetir o que você já respondeu aqui.
outubro · 2026
O que a Pínax guarda passa a trabalhar
- As referências que você anexa a uma marca, o print do site, o guia em PDF, o link, deixam de ficar só arquivadas: o que você escreveu sobre elas chega a quem monta a apresentação. Como evidência do seu gosto, nunca como molde a copiar.
- A imagem de onde você extraiu as cores de uma marca agora fica guardada junto com ela, com a data. Antes, a paleta mudava e o arquivo que a decidiu era descartado.
- Os modelos que você marcou como preferidos de uma marca aparecem primeiro em Modelos, dizendo de qual marca vieram.
- Na conversa, quando a Pínax entende a forma da apresentação mas falta algo do conteúdo, a origem dos números, a marca que assina, o período ela diz o que falta, por que aquilo importa neste caso, e o que vai fazer sem isso. Ela não trava: segue e anota. Se você responder ali mesmo, ela usa.
- Perguntas feitas por um assistente conectado (Claude, ChatGPT e afins) agora aparecem na própria tela da conversa. Antes elas ficavam numa página que você podia nunca abrir, e a pergunta se perdia.
- Na importação de PowerPoint, quando um gráfico desenhado não pôde ser reconstruído, a Pínax passa a mostrar o número que mediu: quanto as alturas das barras acompanhavam de fato os valores escritos, e quantas formas havia. E esse número sobrevive a recarregar a página.
outubro · 2026
A Pínax passa a usar o que você já contou
- Ao dizer para quem você vai apresentar, agora dá para dizer também se aquela sala domina o assunto. Não é rótulo: uma plateia que está chegando ao tema recebe a mesma mensagem em mais telas, com o conceito antes do número; quem lê aquele indicador todo dia recebe a versão que vai direto ao ponto. Responder é opcional, sem resposta, seguimos deduzindo pelo tipo de apresentação, e dizemos que foi dedução.
- O tom de voz e o público típico que você escreve no seu Perfil deixam de ficar guardados: eles chegam a quem monta o arco e a quem escreve as frases dos slides. E o que você disser na conversa continua valendo mais que qualquer preferência salva.
- As respostas do seu primeiro acesso voltam à tela do Perfil. Elas influenciam o que a Pínax propõe, então você precisa poder vê-las, e corrigi-las quando mudarem.
- Quando a Pínax escolhe a cara da apresentação, ela passa a explicar as três decisões, não uma: o tema, o caráter do movimento e a amplitude do gesto. Cada uma com de onde veio (do que você respondeu, do que fechou aqui antes, ou do critério da casa).
- O apêndice, aquela última tela com o que o arco não pôs em cena, passa a dizer quanto de cada ponto já está na apresentação, em vez de tratar tudo como ausente. O que menos apareceu vem primeiro.
outubro · 2026
Quem pergunta agora pode assinar, e continua podendo perguntar sem assinar
- No link público, quem envia uma pergunta passa a ter um campo para o próprio nome. Ele é opcional de propósito: a pergunta que mais vale numa plateia costuma ser justamente a que ninguém faria assinando. Em branco, ela chega anônima; com o nome, ela chega assinada, e vira um retorno com endereço no dia seguinte.
- Quem já se identificou uma vez não digita o nome de novo naquela apresentação. E ele fica só ali: fecha a aba e some, abre o link de outra empresa e não vai junto.
- Na sua fila, no computador e no celular que passa os slides, as perguntas sem assinatura passam a dizer “anônimo” quando há assinadas na mesma lista. Assim a linha em branco deixa de parecer um nome que se perdeu no caminho.
outubro · 2026
A leitura no celular: o gráfico em tela cheia agora funciona em qualquer aparelho
- Tocar em “tela cheia” num gráfico deitava a imagem também no computador, e no computador ninguém deita o monitor. Agora o aparelho só gira quando girar ajuda: telefone ou tablet segurados em pé. No notebook, no monitor e no celular já deitado, o desenho é ampliado até o maior tamanho que cabe, sem virar de lado. O botão continua existindo em todos eles.
- Com o gráfico ampliado, a fita de miniaturas e a barra do topo aparecem por cima dele. Não aparecem mais: quando você amplia alguma coisa, ela fica na frente de tudo: inclusive do convite para enviar uma pergunta, que se recolhe sozinho e volta quando você fecha.
- Numa tela larga, a fita de miniaturas atravessava de ponta a ponta enquanto o texto ficava centrado no meio. Agora ela acompanha a mesma coluna da leitura, e a primeira linha nunca mais começa escondida atrás dela. A folga é medida na hora, no seu aparelho, em vez de ser um número fixo.
outubro · 2026
O formulário, o Companion e os anexos: a última tela antes de virar contato agora se explica sozinha
- O botão do formulário deixou de dizer “Enviar”. Ele passa a dizer o que a pessoa ganha ao tocar, “Quero receber a apresentação”, “Quero receber o pacote”, “Quero falar com vocês”, e o texto acompanha automaticamente o que você escolheu entregar. Botão que promete mais do que a tela seguinte cumpre é a forma mais rápida de perder a confiança de quem já estava quase lá.
- Faltou preencher um campo obrigatório? A tela leva o cursor até ele, acende o campo e escreve ali o que falta: em vez de nomear, lá embaixo, uma pergunta que ficou quatro rolagens acima. Num celular, no fim de uma reunião, essa diferença é o contato que entra ou não entra.
- Perdeu a rede no meio do preenchimento? A tela avisa na hora, promete que o que você digitou continua ali, e cumpre. Ninguém descobre a queda só depois de preencher tudo e tocar em enviar.
- Na versão “uma pergunta por tela”, a contagem virou uma régua que enche. Ver o quanto falta é o que faz a última pergunta parecer barata, e a régua mede telas de verdade, nunca uma animação de conforto.
- Ao montar o formulário, o painel avisa quando você passa de cinco perguntas, com o motivo, sem impedir. O limite continua sendo doze: um diagnóstico longo é um caso legítimo, e a decisão é sua. O que mudou é que o custo dela deixou de ser invisível.
- Anexar um documento aceita arrastar o arquivo para a área. E o que não vai dar certo é recusado antes da subida: arquivo grande demais ou de formato que a plataforma não aceita para na hora, com o motivo e o próximo passo. Em vez de subir vinte megabytes por uma rede de hotel para ser recusado no fim.
- Enquanto sobe, a barra mostra o nome do arquivo e a porcentagem real, e ao terminar a tela confirma pelo nome. Ela para em 99% até o servidor gravar de verdade: uma barra que crava 100% e continua parada é a mentira clássica dos uploads.
- Remover um anexo passou a pedir um segundo clique, com o nome do documento à vista, na própria linha. Não existe desfazer para um arquivo apagado do cofre.
- No editor, o painel do Companion mostra o link público inteiro, com copiar e “abrir como a plateia vê”, e confirma por escrito quando cada chave foi gravada. Antes o visto virava sozinho, e ele vira igual quando o servidor recusa.
outubro · 2026
Trouxe o seu PowerPoint? O roteiro do apresentador vem junto, e a gente diz o que não veio
- As notas de cada slide agora atravessam. Era a metade que faltava para o caminho “só quero apresentar com o que já tenho”: o console do apresentador vive do roteiro, e antes ele nascia vazio em toda importação. Agora abre com o que você escreveu no PowerPoint.
- A tela conta o que NÃO veio, com o número do slide. Tabelas, SmartArt, vídeo, animações, transições, séries extras de gráfico e slides ocultos ganharam um bloco próprio, com o motivo de cada ausência e o que fazer a respeito. Descobrir um buraco na frente do cliente não é aceitável.
- Quando um gráfico desenhado não pode ser reconstruído, a gente diz qual e por quê. Se as alturas das barras não batem com os números escritos, o slide entra como está. Reconstruir na dúvida levaria um número falso para dentro de uma reunião. Isso deixou de ser silêncio e virou uma linha nomeada.
- Cada slide mostra COMO atravessou: gráfico nativo, gráfico reconstruído ou texto sem conversão. Uma fita no topo do relatório, um traço por slide: você sabe de cara qual parte do trabalho antigo veio fiel e qual pede uma conferida.
- Slides que você escondeu continuam escondidos. Eles não entram no deck importado, e o relatório diz quais eram: a sua decisão de esconder continua valendo deste lado.
- Importar deixou de ser vinte segundos de silêncio. A tela mostra a etapa real, abrindo o arquivo, N slides encontrados, traduzindo slide 7 de 24, salvando, com barra que anda porque o servidor avançou, nunca porque um relógio disparou.
- Antes de soltar o arquivo você já vê as duas listas: o que atravessa e o que não atravessa. Prometer só o lado bom é o que produz decepção depois da migração.
- “Ligar o Companion” passou a abrir direto na aba Companion. Antes ela levava ao editor comum, e quem clicou por causa do Companion tinha de procurar.
- E se o seu arquivo usava slides mestres, a plataforma avisa na hora: aqui não existe um mestre para editar. Quem padroniza os slides é o tema mais a marca, que já foi extraída do próprio arquivo.
outubro · 2026
Cada tipo de apresentação virou uma apresentação diferente de verdade
- Os 13 pontos de partida do catálogo tinham 13 descrições de roteiro e só 10 formatos distintos por baixo: a revisão trimestral, o all-hands e o resultado do board saíam com os mesmos slides, na mesma ordem, e o brand film saía como um keynote. Agora são 13 roteiros com caminho próprio: o que a descrição promete é o que o motor monta.
- A galeria de modelos mostrava 13 dos 40 tipos de slide em todos os 149 modelos. Passou a mostrar 32: antes-e-depois, medidor, ficha de status, radar, sonar, círculos aninhados, escopo em camadas, convergência, mapa de fios, órbita, fluxo, ridgeline, bolhas, galeria, agenda, roleta, tabela de preços, card de produto e formulário aparecem onde fazem sentido.
- E aparecem com critério, não por variedade: cada tipo entra onde a situação dele acontece. Um gráfico de barras só nasce quando os números compartilham unidade e ordem de grandeza. Comparar “R$ 412 mil” com “31%” no mesmo eixo desenha uma diferença que não existe, e o motor prefere a grade a mentir bonito.
- Você agora declara o NÍVEL do público (leigo · misto · especialista) na tela do plano, antes de gerar. Ele muda o ritmo: sala leiga recebe um fato por tela; sala especialista recebe a grade inteira de uma vez. Sem declarar, a plataforma deduz pelo tipo de apresentação e diz que deduziu.
- Whitepaper deixou de abrir com “o que você vai aprender”. Ele era preenchido pelo roteiro de aula por causa de uma palavra errada no catálogo; agora abre com a evidência e fecha com a recomendação assinada, como um documento que alguém vai ler sozinho.
outubro · 2026
Os cliques que não aconteciam, e o formulário que você já pode testar antes de publicar
- Os menus do editor voltaram a abrir onde você clicou. Numa boa parte deles a lista nascia deslocada para fora da área visível: o menu abria, mas ninguém via, e a sensação era de botão morto. Medido antes e depois no editor inteiro: de 0 de 37 listas no lugar certo para 42 de 42.
- E elas param de fechar sozinhas. Quando o valor gravado ficava lá embaixo numa lista longa (os estilos, os temas, as transições), ela se fechava no mesmo instante em que abria. Agora a lista abre, rola até o seu valor e fica.
- O formulário de captura ganhou ENSAIO. Abra a leitura vertical em tela cheia, no editor, e preencha o seu próprio formulário como um cliente faria: os campos aceitam o teclado, o campo obrigatório reclama, a tela de agradecimento aparece. Nada é gravado e nenhum contato de teste entra na sua Audiência. A tela diz isso o tempo todo.
- Nomes longos de opção pararam de ser cortados. “Pacote Pínax (.pnx: abre com o motion)” mostrava um terço do texto e o resto sumia sem aviso; agora o rótulo quebra em linhas e reduz a fonte até caber inteiro.
outubro · 2026
Três portas que estavam trancadas por dentro: os moldes de cartão, o Companion e o seu PowerPoint
- Os 30 moldes de cartão agora aparecem no painel Elementos com a PRÉ-VISUALIZAÇÃO de cada um. Você vê a ficha, o mostrador, a pilha, a vitrine, e escolhe olhando. Antes eram só nomes numa lista, e nome de forma não se avalia lendo.
- E eles pararam de sumir. Num slide que não recebe cartão (uma capa, um número-herói), o bloco continua na tela: diz por que não cabe ali, mostra os trinta assim mesmo, e oferece os tipos que recebem: um clique converte o slide e o molde passa a valer. Some a capacidade, nunca a notícia de que ela existe.
- O Companion agora se liga NO EDITOR, onde a apresentação é montada. Uma aba nova traz o link público, o canal de perguntas da plateia e a captura de contato, com o aviso de que perguntas dele são as do seu slide de formulário quando existe um. As duas chaves nascem desligadas e continuam assim até você virá-las. Link já compartilhado não abre canal sozinho.
- Importar do PowerPoint ganhou porta própria, em Criar. Você escolhe o .pptx, ele entra como está, com os gráficos voltando a ser dado editável, não figura, e a tela seguinte já oferece apresentar agora, ligar o Companion ou abrir no editor. O relatório diz o que veio e o que ficou de fora, sem maquiar.
outubro · 2026
A conferência da assinatura passou a olhar o idioma, e a dizer a verdade sobre o que não sabe
- Toda assinatura na plataforma guarda um resumo do conteúdo assinado, e depois compara: “o que está aqui hoje é o mesmo que foi assinado?”. Essa comparação passou a incluir o idioma da apresentação. Não é detalhe de tradução: 1.500 em português é mil e quinhentos e em inglês é um e meio, então trocar o idioma troca o número que o cliente lê. Agora isso é uma diferença de documento, e ela aparece.
- O idioma do conteúdo virou uma escolha visível: no editor, ao lado do tema e da marca, você escolhe em que idioma os números da apresentação são escritos, e o palco ao lado reformata na hora. Antes o campo existia só para quem gerava por agente, e era descartado em silêncio ao salvar.
- O que continua sem contar: trocar o tema, o estilo, a marca, a moldura, o movimento ou o selo de rodapé. São decisões de aparência do dono, e um aviso que dispara quando ninguém mudou nada é um aviso que ninguém lê quando o preço muda de verdade.
- As assinaturas feitas antes desta mudança não são acusadas de nada. Elas passam a dizer, com todas as letras, que a forma de conferir mudou depois delas e por isso não dá para comparar, e que isso não quer dizer que o conteúdo mudou. A mesma frase agora aparece igual no painel, na tela de assinar, na leitura pelo celular e no PDF, porque estava escrita de quatro jeitos diferentes em quatro lugares.
outubro · 2026
As apresentações geradas pararam de sair todas iguais
- Quando você pede uma apresentação, no chat ou por um agente conectado, ela agora nasce sabendo quando usar cada peça. Antes, quem gerava recebia uma lista de nomes de tipos de slide; hoje recebe, para cada um, a situação em que ele é a resposta certa. O resultado prático: o KPI com antes-e-depois vira um quadrante de indicadores, o ranking vira barra horizontal, o status por linha vira card de severidade. Em vez de tudo virar o mesmo painel dividido.
- As texturas de fundo, as molduras, as superfícies de cartão, o objeto 3D e as transições de zoom e de continuidade também passaram a chegar a quem gera, com o critério de uso ao lado. Eram capacidades que existiam no motor e não existiam para quem escrevia o deck.
- E agora há teto. Nenhum tipo de slide pode se repetir mais de duas vezes seguidas nem ocupar mais de um terço da apresentação; o modo destaque e o cartão aceso valem no máximo dois slides cada. Não é conselho: é conta, e ela aparece na revisão automática de toda apresentação gravada e no plano, antes de o primeiro slide existir.
- No caminho do chat a variação não é pedida, é aplicada: a textura acompanha o papel de cada slide (e sai de perto de gráfico e texto longo, onde competiria com a leitura) e a transição acompanha o momento: a abertura de bloco chega com peso, a revelação chega calma.
- No editor, o painel de Elementos ganhou os divisores de seção que faltavam (agenda e roleta de tópicos) e um bloco novo de Ambiente: textura, moldura e superfície a um clique, com a mesma lógica do objeto 3D. Clicou, aplicou; clicou de novo, tirou.
outubro · 2026
O contraste agora é conferido no par que aparece na tela
- A plataforma já garantia que cada tema nasce legível. Faltava o caso que mais dói ao vivo: duas cores legítimas do tema, uma em cima da outra, formando um par que ninguém consegue ler: o card escuro sobre o fundo escuro, o número na cor do próprio leito.
- A conferência passou a medir o par composto, do jeito que ele é desenhado no palco e na leitura vertical do celular. Onde o par não se lê, a plataforma acusa antes de a apresentação sair. Não depois, na frente da sala.
outubro · 2026
Arraste para o lado e as perguntas da plateia aparecem
- O celular que você segura durante a apresentação agora tem duas telas, e você troca entre elas com o polegar: arraste para a esquerda e a roda de perguntas da plateia ocupa o aparelho; arraste para a direita e o passador volta. Sem mirar em botão nenhum, no escuro, com a mão que sobrou.
- O gesto está escrito na tela. Logo abaixo do botão de perguntas há uma linha que diz “arraste para o lado” e dois traços que mostram em qual das duas telas você está, porque um gesto que ninguém vê é um gesto que só funciona para quem já sabia dele.
- Quem prefere tocar continua tocando: o botão grande de sempre faz a mesma troca. Quem usa teclado tem Shift + seta. E quem pediu menos movimento no aparelho perde a animação, nunca a função.
- O arrasto também não briga com a roda: rolar a lista de perguntas de cima para baixo continua sendo rolar a lista. O aparelho entende a diferença entre um gesto e o outro pela direção, antes de responder a qualquer um dos dois.
outubro · 2026
Seu assistente já cria a tela de captura de contato, e te devolve o link certo
- Se você conecta um assistente de IA à Pínax, ele agora consegue montar do zero uma apresentação com a tela de formulário no fim: as perguntas que você quiser, o botão, o agradecimento e o material que o contato baixa depois de preencher.
- E ele passou a te entregar o link que importa. Antes, o assistente terminava com o endereço de editar ou de apresentar: os dois pedem login. O link que você manda para fora, o que a plateia abre sem senha, ficava de fora da conversa. Agora ele vem junto, e com o aviso de que é ele o único endereço em que o formulário é de fato preenchível.
- A caixa de perguntas da plateia continua sendo decisão sua, e só sua: ela nasce fechada e se abre na aba Audiência da apresentação. Nenhum assistente liga isso no seu lugar. Abrir escrita anônima num link já publicado é uma porta que ninguém decidiu abrir.
outubro · 2026
Você vê o celular do seu cliente enquanto monta a apresentação
- Toda apresentação da Pínax tem duas leituras: a do telão e a do celular, de cima para baixo. A segunda existia há tempos e você nunca a via antes de mandar o link. Agora ela fica ali, à direita do editor, numa coluna de vidro: o aparelho do seu cliente, com o seu deck dentro, acompanhando o slide que você está editando.
- Um clique e ela ocupa a tela. É a leitura de verdade: rola, os cartões abrem, tudo responde. O mesmo que a pessoa do outro lado vai encontrar. Não é uma imitação da tela dela; é a tela dela.
- E agora você manda no ritmo. Embaixo da prévia estão as etapas daquele slide: o título, cada grupo de cartões, o painel. Arraste para trocar a ordem, junte duas numa tela só quando são a mesma ideia, ou esconda a que não precisa aparecer no celular.
- Nada disso é obrigatório. Slide em que você não tocar continua se lendo exatamente como se lia antes. A personalização é um acréscimo, nunca uma tarefa nova em cada um dos seus quarenta slides.
- Quando a IA monta o deck (no nosso chat ou pelo seu assistente conectado), ela pode propor a ordem e juntar o que é uma ideia só: isso é ofício. Esconder uma etapa, não: sumir com uma tela é sumir com um número, uma data ou um preço da vista de quem lê, e essa decisão continua sendo sua. Se ela achar que algo sobra, ela diz; quem apaga é você.
- De quebra, a mesma leitura embutida no console do apresentador foi corrigida: em telas grandes ela vinha medindo a janela inteira em vez do painel, e aparecia quase em branco.
outubro · 2026
O formulário do link público ganhou o acabamento da sua apresentação
- A tela em que alguém deixa o contato é a última antes de virar um cliente, e ela era a mais sem graça da apresentação. Agora o formulário vive num painel de vidro com fundo em movimento suave, o mesmo que a capa do seu deck usa, na cor do seu tema e da sua marca.
- Menos linhas, mais leitura. Cada campo tinha um contorno; num formulário de cinco perguntas isso somava quinze retângulos disputando a atenção. Agora só o painel tem contorno, e os campos se separam pela superfície, como fazem os produtos que você admira.
- A lista suspensa voltou a parecer uma lista suspensa: ganhou a seta que faltava. E as caixas de marcar deixaram de ser o quadradinho branco do sistema operacional para serem desenhadas na cor da sua marca.
- Detalhes de leitura: o “obrigatório” ao lado da pergunta ficou mais legível, o botão de enviar ganhou brilho e peso, e quem pediu menos movimento no aparelho vê o mesmo painel, sem a animação, e sem buraco no lugar dela.
- E uma correção que ninguém tinha visto: o link público estava mostrando a apresentação no tema padrão, e não no tema que você escolheu. Agora o cliente vê exatamente o que você montou.
outubro · 2026
Sócios e testemunhas: várias assinaturas no mesmo contrato
- Um contrato raramente tem uma assinatura só. Agora você coloca quantos campos precisar no mesmo PDF, até oito, e diz o papel de cada um: contratante, sócio, procurador ou testemunha. Sócio e testemunha não são a mesma coisa, e o documento passa a dizer qual é qual.
- Cada campo tem o convite dele. Você manda um endereço para o sócio e outro para a testemunha, e cada pessoa assina exatamente a linha que é dela: nunca a do outro.
- Ninguém espera ninguém. Podem assinar em qualquer ordem, em dias diferentes. Quem chega depois vê o documento original, o mesmo que os outros leram, e vê também quem já assinou, com o nome e o papel. Os dados pessoais de quem assinou antes não aparecem para os demais.
- A rubrica agora é carimbada no lugar que você marcou: o nome, o papel, o CPF e a data ficam impressos sobre a página do contrato, e não só na folha do final.
- Cada assinatura acrescenta a folha de ciência dela ao arquivo, sem alterar nada do que já estava lá. A folha de quem assina depois lista quem já havia assinado; a de quem assinou antes continua exatamente como nasceu. O documento conta a história na ordem em que ela aconteceu.
- Se o arquivo for trocado entre uma assinatura e outra, a plataforma recusa a assinatura seguinte e explica o motivo, dizendo quem já havia assinado. Duas pessoas não podem assinar conteúdos diferentes num papel que se apresenta como um só.
- No painel você acompanha o placar: quantos assinaram, quantos faltam, e quem é cada um, com o botão de baixar o PDF com tudo o que já foi assinado.
outubro · 2026
O anexo que você entrega ao contato agora é o documento assinado
- Quando alguém preenche o formulário da sua apresentação, os anexos marcados para entrega descem junto. Até agora descia o arquivo original, mesmo quando o contrato já tinha sido assinado dentro da Pínax. Agora desce o assinado.
- E ele nunca chega com o nome errado. Se o contrato ainda espera assinaturas, o arquivo entregue diz isso no próprio nome, “(assinado, 1 de 2)”, e a tela de entrega mostra o estado ao lado do documento. Se está completo, chega simplesmente como “(assinado)”.
- Documento sem campo de assinatura, uma tabela de preço, um portfólio, continua sendo entregue como sempre foi, sem rótulo nenhum: não é contrato e não há nada a declarar sobre ele.
outubro · 2026
Mande a proposta para assinar, e receba o PDF assinado de volta
- Ao anexar um PDF na apresentação, você vai direto para uma tela onde vê as páginas do documento e clica onde a assinatura deve ficar. O lugar é guardado em medidas do próprio PDF, não em pixels da sua tela: então a rubrica cai no mesmo ponto no computador, no tablet e no celular de quem assinar.
- Dali sai um endereço para enviar a quem vai assinar. Ele não precisa de conta na Pínax: abre o link, lê o documento inteiro na tela e se identifica com nome completo, CPF, telefone, e-mail e endereço.
- O CPF é conferido na hora. Se o dígito estiver errado, a tela avisa enquanto a pessoa ainda está digitando, e não no dia em que alguém for usar o contrato.
- Assinou, a Pínax acrescenta uma página ao final do PDF com o termo de ciência: as duas partes identificadas, a declaração, a data e hora com fuso, um resumo da origem do acesso e um resumo do conteúdo do documento. O arquivo original continua exatamente como estava. A folha é acrescentada, nada é refeito.
- Quem assinou baixa a cópia na hora. Você vê no painel quem assinou, com qual identificação, quando, e baixa o PDF assinado quando quiser.
- O documento assinado não se reescreve: assinar de novo não sobrescreve, e um documento já assinado não pode ser removido do painel.
- Se o arquivo guardado mudar depois da assinatura, o painel diz isso com todas as letras: é para isso que serve o resumo do conteúdo gravado no ato.
- Sobre o CPF: ele fica cifrado no banco, aparece mascarado nas telas do dia a dia e por extenso apenas dentro do PDF assinado, que é onde ele cumpre a função de identificar quem assinou. Nunca entra na planilha de contatos.
- Uma palavra honesta sobre o que isso é: um registro de assinatura eletrônica simples com trilha de auditoria. A Pínax registra o que observou. Quem declarou, quando, de onde e sobre qual conteúdo. Não é certificação de identidade por autoridade certificadora (ICP-Brasil), e a página impressa diz isso.
outubro · 2026
Anexe a proposta em PDF na apresentação, e entregue com ela
- O painel de cada apresentação ganhou Anexos. Você sobe a proposta em PDF, o contrato, a planilha, os documentos que andam junto com aquela apresentação, e eles ficam ali, ao lado dos contatos e das perguntas.
- Cada anexo tem um visto: entregar ao lead. Só o que estiver marcado desce junto com a apresentação para quem preencher o formulário. A tabela de preço interna e a proposta assinada podem conviver no mesmo lugar sem que uma vá parar na mão de quem não devia.
- Quem preenche vê a apresentação para baixar e, embaixo dela, os documentos anexados com nome, tipo e peso, porque baixar 8 MB no celular no meio de uma reunião é uma decisão, não um detalhe.
- Cada link é individual e vale 2 horas. Desmarcar a entrega ou remover o arquivo mata o link na hora, mesmo o que já foi enviado.
- Os arquivos ficam guardados fora da web: não existe endereço público para adivinhar. Só você, pela sua conta, ou quem preencheu o formulário, pelo link dele.
- A plataforma confere o arquivo pelo conteúdo, não pelo nome: um arquivo disfarçado de PDF é recusado no envio. Aceita PDF, PNG, JPEG, Word, Excel e PowerPoint, até 25 MB cada.
- Dá para renomear e remover a qualquer momento, e a lista mostra tamanho e tipo de cada documento.
outubro · 2026
A assinatura agora prova o que foi assinado
- Quando alguém assina uma proposta, a plataforma guarda junto um resumo do conteúdo daquele momento. Antes, ficava registrado quem assinou e quando, mas nada dizia o que estava escrito na hora da assinatura.
- Se o conteúdo mudar depois, o link avisa. Quem abre a proposta assinada vê, na mesma tela do carimbo, se o que está lendo continua sendo o que foi assinado ou se mudou depois.
- Trocar o tema, a animação, a cor de fundo ou as suas notas de apresentador não dispara o aviso: nada disso muda o acordo. Mexer em preço, prazo, escopo, na ordem dos slides ou no texto, sim.
- No painel da sessão, você vê cada assinatura com o veredito ao lado: o conteúdo confere, ou mudou depois. Junto vai a trilha. A data, o resumo do que foi assinado e o endereço de onde veio, sempre embaralhado, nunca o endereço em si.
- O comprovante em PDF diz o mesmo. Como ele é gerado a partir do conteúdo de hoje, passou a declarar se esse conteúdo ainda é o assinado: em vez de carimbar “Assinado” sobre um documento que pode ter mudado.
- Assinaturas feitas antes disso aparecem como “não é possível conferir”, e não como alteradas. Elas nasceram sem esse registro, e dizer qualquer outra coisa seria inventar uma prova que não existe.
setembro · 2026
Acabou a apresentação: o relatório da audiência e a planilha em Excel
- Toda apresentação ganhou um relatório da audiência. Ele abre pelo painel da apresentação e pelo botão de encerrar, no console, que é a hora em que a sala ainda está fresca na sua cabeça.
- O relatório começa pelo que ficou sem resposta, em ordem de votos. É o grupo que rende contato: quem perguntou e não ouviu. Depois vem o que foi ao telão, na ordem em que subiu, e por último o que você arquivou durante a fala. Arquivar nunca apagou nada.
- Cada pergunta mostra de onde nasceu com o nome do slide, não só com o número, mais quem mandou, a hora em que chegou e a hora em que foi projetada.
- Um botão exporta tudo para Excel, nas cores da PÍNAX: cabeçalho azul, painel congelado, largura de coluna acertada. São duas abas: os contatos e as perguntas.
- As colunas da planilha são as perguntas que você montou no formulário, não um trio fixo de nome, e-mail e telefone. O que não coube na tela cabe no arquivo.
- Só você abre e só você exporta. A lista é dos contatos daquela apresentação, e o link de download que o seu público recebe não alcança essa planilha. Ele serve para baixar a apresentação, e nada mais.
setembro · 2026
Escolher a pergunta da plateia virou um giro de polegar
- No console e no celular que passa os slides existe agora um modo Perguntas: a fila da plateia numa roda que gira. A do meio fica maior e nítida, as de cima e de baixo recuam: quem está no centro é a escolhida, sem precisar mirar em nada.
- Um botão grande, na largura da mão, projeta a pergunta do centro na tela de quem assiste, com o fundo desfocado. O mesmo botão a retira. Tocar numa pergunta só a traz para o meio. Nada sobe ao telão sem você mandar.
- Dá para ordenar por mais votadas ou por recentes, e cada pergunta mostra de qual slide ela nasceu e quem a mandou, quando a pessoa se identificou.
- Arquivar tira a pergunta da roda sem apagá-la do seu registro: a fila continua curta durante a fala.
- Com “menos movimento” ligado no aparelho, a roda vira uma lista simples e continua inteira: mesmo encaixe, mesmo centro marcado, mesmo botão.
setembro · 2026
O formulário de qualificação virou um slide, e quem preenche baixa a apresentação
- Agora existe um tipo de slide de formulário. Você monta as perguntas no editor, campo a campo, e ele nasce com o seu tema, a sua marca e a sua transição, porque é um slide, não uma página à parte colada no fim.
- Duas formas de perguntar, e você escolhe: todas as perguntas numa tela só, ou uma pergunta por tela, com a transição do deck entre elas. A segunda costuma render mais respostas em celular.
- Quem abre o seu link responde no próprio aparelho. O formulário reflui: no celular ocupa a largura toda, no iPad e no notebook fica na mesma medida de leitura do resto, sem letra miúda, sem zoom, com o teclado certo em cada campo.
- Preencheu, baixa. O download da apresentação libera na hora, por um link que vale 2 horas, é individual e some se você apagar aquele contato. Quem não preencheu não alcança o arquivo.
- As respostas caem na sua lista privada, em Audiência, dentro da apresentação. As colunas saem das perguntas que você criou, e uma coluna diz quem de fato baixou.
setembro · 2026
Os cartões viraram elementos, e o cartão passou a valer no slide e no PDF
- Os 30 cartões da Pínax. O número-herói, o mostrador com arco, a ficha, a linha do tempo em pilha, a placa de lugar: estavam prontos e só existiam para quem os escrevia no dado. Agora eles estão na seção Elementos do editor: escolhe pelo nome, e o cartão nasce no card que você selecionou. Clicar de novo desfaz.
- E eles passaram a valer no slide 16:9 e no PDF. Antes o cartão levava o vidro e a luz para o palco mas continuava com o desenho antigo por dentro; agora o arranjo inteiro vai junto. Inclusive no arquivo que você manda depois da reunião.
- As bordas foram refeitas. O arredondamento se calculava por lado, e num cartão mais largo que alto o canto saía levemente oval: a impressão de "quase certo" que ninguém sabe nomear. Medimos os 30 cartões um a um: 19 saíam ovais. Agora o canto é redondo em qualquer proporção.
- Nada muda nas apresentações que você já tem: sem cartão declarado, o desenho é exatamente o de antes.
setembro · 2026
A escolha do modelo deixou de depender de palavra no briefing
- Ao dizer o objetivo da apresentação e onde ela vai acontecer, a Pínax passa a escolher tema e modelo por critério, e diz quais critérios pesaram na escolha, em vez de justificar com uma palavra solta que apareceu no seu texto.
- A pergunta de onde você vai apresentar ganhou duas respostas que faltavam: videochamada e leitura como documento. A primeira é hoje o cenário mais comum de uma proposta, e não estava lá.
- O que você responde fica guardado na sessão: a plataforma não pergunta de novo o que já sabe.
setembro · 2026
Vários aparelhos na mesma cena, e o principal pode sair pela borda
- O slide de dispositivo desenhava um aparelho só, sempre inteiro e sempre do mesmo tamanho. Agora você monta uma cena: dois ou três aparelhos em escalas diferentes, arrastáveis pelo palco, e o principal pode sair pela borda da tela. É o corte na borda que o faz parecer perto.
- Cada peça tem seu canto para redimensionar e um botão para recuar ao fundo, de modo que a peça de apoio não dispute atenção com a principal.
setembro · 2026
Um roteiro que mostra o índice e o tópico de agora ao mesmo tempo
- Nova forma de montar o roteiro: a lista de tópicos fica de um lado e o tópico atual abre do outro, com o título grande e a descrição. Serve para quando você quer que a plateia veja onde está no percurso sem perder de vista o assunto da vez.
setembro · 2026
O número do capítulo virou uma janela para a foto
- Na identidade Duotone, aquela em que tudo recua para a fotografia mandar, o número que abre o capítulo agora é um recorte: a foto do slide aparece dentro do algarismo, e o resto da tela fica limpo. Sem foto no slide, ele volta ao número cheio de sempre.
setembro · 2026
O roteiro empilhado ficou legível de longe
- Nos tópicos em palavras grandes, o número de cada um ficava minúsculo e colado ao texto: perto demais para ser lido como índice. Agora ele vai para a margem oposta, alinhado a cada palavra e em corpo que se lê do fundo da sala: o olho passa a ler duas colunas, o que é e em que ordem.
- E o tópico atual passou a ser emoldurado por dois traços de ponta a ponta, sem empurrar os vizinhos quando você avança.
setembro · 2026
O número do capítulo não fica mais sempre no mesmo canto
- Até agora, todas as identidades abriam capítulo do mesmo jeito: número à esquerda, texto à direita. Agora a posição faz parte da identidade. Na Agência o número sobe para o alto à direita e o título desce para a base, com o vazio da diagonal entre os dois; no Sereno ele vira uma chapa atrás do texto, e a hierarquia passa a ser por profundidade.
setembro · 2026
O tópico atual se anuncia mesmo nas identidades sem cor
- No roteiro em fileira, o tópico de agora era marcado só por cor e por um leve destaque. Nas identidades que não usam cor por desenho, Dossiê, Noir, Cartaz, isso quase desaparecia. Agora ele traz um traço mais grosso e a marcação escrita, que se leem em qualquer identidade e por qualquer pessoa.
- De quebra: essa fileira já cortava o último tópico da tela quando havia quatro deles. Agora cabem todos, e os tamanhos passaram a responder à quantidade, em vez de ficarem fixos. Com muitos tópicos o número sobe para cima do texto, para que nenhum rótulo seja partido no meio da palavra.
setembro · 2026
A visão de tópicos agora entra e sai com gesto
- Abrir a lista de tópicos durante a apresentação deixou de ser um piscar: o fundo escurece, o painel sobe e os tópicos entram em cascata: o olho pega a ordem da lista antes de ler qualquer palavra.
- Ao escolher para onde ir, o tópico escolhido avança e acende enquanto os outros recuam. A diferença entre os dois gestos é o que mostra a decisão de quem apresenta, em vez de a lista simplesmente desaparecer.
- A régua acima do capítulo virou escolha por slide: dá para apagá-la onde a identidade a traz, ou acrescentá-la onde não traz.
setembro · 2026
Uma nova forma de abrir capítulo: o numeral que sangra
- A identidade Cartaz passou a abrir cada capítulo com o número do bloco em corpo colossal, saindo pela borda da tela, com o título atravessando por cima. É o gesto de um cartaz, e o corte na borda é justamente o que dá a escala.
- Os cantos das colunas do roteiro voltaram a seguir a geometria de cada identidade, em vez de um arredondamento fixo. Quem escolhe uma identidade de canto reto agora a vê de canto reto também aqui.
setembro · 2026
O roteiro com muitos tópicos passou a caber na tela
- Roteiros longos espremiam as colunas até o texto não caber, com onze tópicos cada coluna ficava com cinco caracteres por linha. Agora a lista se organiza em duas fileiras e cada tópico volta a ter largura de leitura. Até seis tópicos nada muda.
- O marcador "você está aqui" era quase invisível. Agora a coluna do tópico atual acende de verdade, com o texto se ajustando para continuar legível sobre a cor.
setembro · 2026
Os slides de tópico ganharam vida, e a visão geral abre no U
- Roteiro e roleta agora aceitam os mesmos recursos que os cards já tinham: destaque ao passar o mouse, movimento em loop e animação de entrada na lista. Antes esses controles apareciam no editor e simplesmente não chegavam a esses slides.
- Ao trocar de uma seção para outra, cada tópico agora viaja da posição que tinha para a nova, em vez de a tela ser cortada e redesenhada. Quando a seção dá lugar a um slide sem tópicos, eles saem de cena pelo lado da leitura.
- A visão geral dos tópicos, que já abria no T e no indicador do canto, passou a abrir também no U, e a dica na tela anuncia as duas teclas.
setembro · 2026
Cada identidade passou a compor a capa do seu jeito
- As identidades já declaravam a própria gramática de composição, simétrica, centrada no palco, assimétrica, editorial, de margem larga, e nenhuma delas chegava à tela. O dado existia e não era lido. Agora ele compõe: Noir centraliza, Suíço ancora o título em pouco mais de metade da largura e deixa a frase quebrar, Boutique abre margem de revista.
- Doze identidades seguem exatamente como estavam. As que declaram composição simétrica, que é a de sempre. E a gramática alcança apenas capa, seção, citação e fecho: em slide de gráfico, mapa ou grade a largura da coluna é o que faz a barra caber e o rótulo não colidir, então lá a composição continua sendo função, não estilo.
setembro · 2026
Os divisores de seção deixaram de ser todos iguais
- Até agora as 39 identidades abriam um capítulo do mesmo jeito: o número grande à esquerda, o texto à direita. Trocar a tipografia muda a voz de uma apresentação; trocar a posição muda a postura, e a posição era a mesma em todas.
- O número do capítulo passou a ser CHEIO por padrão. Ele era desenhado só com um contorno de um pixel, em qualquer tamanho: o que num numeral gigante já era um fio de cabelo e, nos tamanhos menores, sumia. O contorno agora é reservado ao caso em que ele vira desenho: o número enorme atrás do texto, e ali a espessura acompanha o corpo da letra.
- Agora há quatro linguagens, e cada tema usa a que combina com ele. O número pode virar uma faixa no alto (sinalização, como em Cartaz e Suíço), ocupar a tela inteira por trás do texto (o número como ambiente, em Keynote e Cinematográfico), ou desaparecer e dar lugar a uma régua fina (ritmo de documento, em Dossiê e Editorial). Vinte e seis temas seguem exatamente como estavam.
- A escala tipográfica também abriu: a diferença entre o tema mais denso e o mais monumental era de 21% no acervo inteiro. Pouco para ser percebida como identidade. Agora é 56%, e temas de palco ganharam números de verdade grandes.
- E o número-herói pode se centralizar no palco, para os temas em que ele deve ficar sozinho no eixo.
setembro · 2026
Quinze identidades visuais que já existiam ficaram alcançáveis
- Prisma, Prancha, Prensa, Neutra, Fenda, Damasco, Expedição, Cofre, Miragem, Persiana, Ímpeto, Clima, Névoa, Fulgor e Cromo estavam prontos, paleta, tipografia, geometria, e nenhum modelo os oferecia. Existiam e não podiam ser escolhidos, o que dá no mesmo que não existir.
- Cada um entrou nos modelos onde a linguagem dele encaixa: Cofre e Prancha em resultado e board, Prensa e Neutra em material de aula, Miragem e Névoa em filme de marca, Ímpeto em campanha, Clima em pesquisa. A biblioteca passou de 24 para 39 identidades alcançáveis.
- E ficou uma verificação automática para o caso não se repetir: a paleta de um tema e a oferta dele moram em arquivos diferentes, e nada obrigava os dois a concordarem. Agora um tema construído e não oferecido, ou oferecido e inexistente, trava antes de chegar ao ar.
setembro · 2026
A apresentação passou a se ajustar à distância de quem assiste
- Se o deck vai para um auditório ou um painel de LED, os rótulos de apoio crescem, e só eles. Ampliar o slide inteiro não resolve nada: a plateia está mais longe na mesma proporção, e o que importa é o tamanho aparente, não o real. O que resolve é o apoio crescer mais que o número-herói, comprimindo a escala.
- Medido no conjunto dos 36 tipos de slide: em modo auditório, os textos abaixo de 15px caem de 164 para 8; em modo painel, os abaixo de 18px caem de 269 para 17, e o nome do estado no mapa em 3D sobe de 11px para 20px, inclusive depois de a câmera aproximar.
- A distância já era configurada antes de apresentar, mas só valia em telas múltiplas. Quem apresenta do jeito mais comum, o notebook ligado no projetor, nunca via ajuste nenhum. O mecanismo existia e estava desligado justamente para o caso mais frequente.
- O ajuste alcança também os rótulos dentro de gráficos e mapas, que nenhuma regra de tamanho tocava: inclusive o nome do estado no mapa em 3D, o menor texto da plataforma.
setembro · 2026
As listas do editor passaram a ser desenhadas por nós
- Quem desenhava a lista aberta de cada seletor era o sistema operacional, não a plataforma: item selecionado preso no topo com o azul do sistema, realce cinza ao passar o mouse, tipografia e espaçamento alheios. Era a única superfície do editor fora do desenho, e ela aparece em 37 lugares, então não era um detalhe.
- A lista agora abre no valor que você tem, com uma marca para o valor guardado e outra para onde o teclado está. São estados diferentes e o seletor do sistema os confunde: é daí que vem a sensação de perder o lugar ao navegar.
- Nada se perdeu do teclado, e essa era a parte difícil: setas para andar, Início e Fim para as pontas, Enter para confirmar, Esc para desistir, e digitar as primeiras letras para saltar direto ao item, que numa lista de 27 estilos é a diferença entre escolher e rolar. Leitores de tela continuam anunciando a opção corrente.
- Um cuidado que só apareceu medindo: com a lista aberta pelo teclado, o ponteiro parado em cima dela roubava o lugar do teclado sem a mão ter se movido. Agora o mouse só manda depois de mexer de verdade.
setembro · 2026
O destaque virou uma pergunta só: quanto o apoio recua, e quando
- Havia três formas de fazer a mesma coisa, a superfície esmaecida, o efeito de ponteiro “revelar” e o destaque em sequência, cada uma com uma intensidade fixa e diferente, e nenhuma sabia da outra. Agora é um controle: você escolhe o quanto o apoio recua e quando isso acontece. Sempre, ao passar o ponteiro, ou ao avançar a seta.
- O ganho que não existia: com o gatilho no ponteiro, o esmaecimento deixou de ocupar a vaga do efeito de hover. Dá para ter os outros cards recuando E o card sob a mão trocando de cor ou acendendo por dentro. Antes, escolher “revelar” custava abrir mão de todo o resto do vocabulário.
- Nada mudou de aparência em quem já usava: a superfície esmaecida continua no mesmo 50%, e o “revelar” nos mesmos 42%: os valores antigos viraram o padrão de cada gatilho. Quem quiser passa a governar os três com um número só.
setembro · 2026
Dois efeitos novos de card, e o de inclinar passou a seguir o cursor
- “Trocar de cor” muda o card inteiro ao passar o ponteiro, e a cor do texto se resolve sozinha. Você escolhe uma cor só; a do texto sai do contraste medido contra ela. É de propósito que não há um segundo seletor: quem escolhe as duas separadamente produz card ilegível sem perceber, e o defeito só aparece no telão, com a plateia olhando.
- “Acender por dentro” é a luz retroiluminada: ela nasce sob a superfície do card e sobe da base, em vez do halo colado por fora que já existia. A diferença de leitura é grande. Halo externo parece adesivo iluminado; luz interna parece objeto com luz própria. A intensidade é sua.
- A luz entra e sai com passagem suave, e pode respirar. A primeira versão acendia de uma vez, sem transição, e o motivo era uma regra do próprio navegador: sombras só passam de um estado a outro quando os dois têm a mesma quantidade delas, e a nossa somava camadas ao acender. Resolvido, a passagem voltou. E há uma opção nova: a luz oscila devagar enquanto o ponteiro está sobre o card. Luz parada lê como imagem; luz que respira lê como fonte real, mas num slide denso ela rouba atenção do dado, e por isso você decide.
- “Inclinar” deixou de ser um ângulo fixo. Antes o card tombava sempre para o mesmo lado, viesse o cursor de onde viesse, e é isso que denuncia o truque, porque um objeto real inclina para a mão que o toca. Agora ele segue o ponteiro, e quem já usava o efeito ganhou a versão nova sem mexer em nada.
- Movimento em loop e efeito de ponteiro também passaram a estar disponíveis para quem monta apresentações pela IA: estavam no editor e no motor, mas nunca no vocabulário que o assistente enxerga.
setembro · 2026
Clicar num card agora abre os controles do card
- Até aqui, clicar num card abria o mesmo painel de um texto: conteúdo, posição, estilo e movimento de entrada. Nada do que faz um card ser card. Superfície, hover, movimento em loop, destaque e herói já existiam, mas em duas seções distantes do menu lateral, e quem chega pelo card não passa por nenhuma delas.
- Agora o clique basta, e o painel entende o que você clicou: um card mostra o que é dele (herói, cor própria, largura, objeto 3D do canto) e, logo abaixo, o que é do conjunto (superfície, hover, loop, destaque). Clicar na grade inteira mostra só o do conjunto.
- O destaque em sequência voltou a ficar à vista, e ganhou arraste. O campo de índices continua sendo a fonte precisa, mas ordem é coisa espacial: digitar “1, 3, 2” obriga a traduzir posição em número de cabeça. As fichas mostram a sequência como ela é, e arrastar uma reescreve exatamente o mesmo dado.
- Marcar um card como herói desmarca o anterior. Dois heróis num conjunto não é ênfase dobrada: é ênfase nenhuma, porque o olho perde a referência de qual olhar primeiro.
setembro · 2026
O movimento em loop dos cards voltou a funcionar. Em todos os slides que o oferecem
- Escolher “Flutuar”, “Pulsar” ou “Pendular” num comparativo, num KPI-quadrante ou numa linha do tempo gravava a escolha e não fazia nada. O card ficava parado, e só o hover respondia. Agora o movimento alcança toda superfície de card, e o KPI-quadrante, que nem oferecia o controle, passou a oferecer.
- A causa era uma disputa invisível: um elemento só aceita uma animação por vez, e a entrada do card já ocupava esse lugar. A regra do loop resolvia isso pulando justamente os cards que têm entrada, ou seja, quase todos. Agora a entrada e o loop são declarados juntos, e o loop começa quando a entrada assenta.
- Ficou uma verificação automática que mede cada tipo de slide contra cada movimento, com e sem entrada, e falha se algum voltar a ficar parado. É a quinta vez que um controle nosso aparecia sem alcançar o elemento: a partir daqui, quem tentar publicar a sexta esbarra no teste.
setembro · 2026
Escolher um movimento agora mostra o movimento
- A lista de entradas dá nomes, Subir, Descer, Zoom in, e nome de movimento não se avalia lendo. Antes era preciso escolher, procurar o botão de testar no outro canto da tela e clicar; comparar três candidatos custava três viagens, e no caminho se perde a memória do que o anterior fazia, que é justamente a comparação que importa. Agora o slide reproduz a entrada no instante em que você escolhe.
- Reproduz o slide inteiro de propósito, e não só o elemento: entrada é ritmo, e um movimento só é bom em relação ao que entra antes e depois dele.
- E o elemento deixou de perder a seleção quando isso acontece. O palco é remontado para as animações rodarem de novo, e cada remonte apagava a seleção. Você via a animação e descobria que precisava voltar ao palco e clicar no elemento outra vez antes de experimentar o próximo. Valia também para o botão de testar, que já tinha esse comportamento.
agosto · 2026
A fita de slides passou a andar pelo teclado
- Com o foco na fita, as setas caminham de slide em slide e Home/End saltam para as pontas. A fita sempre se anunciou como uma lista navegável para leitores de tela: só não respondia às teclas que uma lista promete.
- E o Tab deixou de parar em cada miniatura. Antes ele visitava TODAS: num deck de 40 slides, do tamanho que recomendamos para um board de dez minutos, eram quarenta paradas só para atravessar a fita e chegar ao resto da tela. Agora é uma parada, e de lá as setas fazem o percurso.
agosto · 2026
Desfazer no editor virou por edição, e não por tecla
- Escrever um título e querer voltar atrás custava um Ctrl+Z por LETRA. Agora uma frase digitada é uma edição só. Duas fronteiras mantêm o desfazer previsível: mudar de campo abre uma entrada nova (são edições diferentes), e uma pausa também. É onde você pensou, e é o ponto natural para voltar.
- O ganho maior é o que não se via. O histórico guarda as últimas 60 ações; digitar duas frases consumia todas elas e apagava tudo o que veio antes: a troca de tema, o slide reordenado, o card removido deixavam de ter volta sem nenhum aviso. Isso acabou.
- E o desfazer com o cursor ainda dentro do campo passou a funcionar de verdade. Antes o slide voltava mas o campo continuava mostrando o texto antigo, e a tecla seguinte gravava esse texto de novo. Desfazendo o seu desfazer. O campo agora acompanha qualquer mudança que venha de fora, seja o desfazer, a paleta de comandos ou uma edição da IA.
agosto · 2026
O objeto 3D virou um elemento de verdade: escolhe-se o material, arrasta-se no palco, e ele parou de parecer oco
- Ele não estava na lista de elementos. Quem procurava um objeto 3D onde se procura elemento não encontrava, porque ele não é um tipo de slide: é uma camada que se soma ao que já está lá. Agora tem lugar próprio no painel Elementos: um clique acrescenta a peça ao slide sem trocar nada do que você já montou, e outro clique remove.
- Passou a ser clicável e arrastável no palco, com o canto para o tamanho, como qualquer outro elemento. Antes a posição só existia como dois campos de número no inspetor, o que contraria a regra da casa: tamanho e posição pertencem ao palco. E ele é o único elemento que pode sangrar para fora da tela de propósito: é o corte na borda que o faz parecer grande e perto.
- São seis materiais, e cada um é um material mesmo, não o mesmo com outro brilho: metal polido, metal escovado (o reflexo se estica no sentido do risco), fosco, granulado de peça fundida, vidro que refrata o fundo e cristal com o arco-íris de prisma nas bordas.
- A peça deixou de parecer oca. Duas coisas faltavam: ela não se sombreava. Os braços se cruzavam sem se escurecer, e o olho lia arame grosso em vez de sólido; e havia um defeito no desenho da superfície que, em cerca de 5% da volta, a mostrava por dentro, como um cano cortado. As duas foram corrigidas.
agosto · 2026
Você decide como o objeto 3D se move, e os cards passaram a responder ao ponteiro
- Antes o objeto luminoso tinha um único botão: girar, sim ou não, sempre no mesmo eixo e na mesma velocidade. Agora são três gestos separados, porque eles dizem coisas diferentes: girar mostra a peça por todos os lados, oscilar dá vida a ela sem exibi-la, e flutuar tira o peso, como se nada a apoiasse. Cada um com sua força e sua velocidade, e o eixo do giro à sua escolha.
- Os cards com objeto 3D agora inclinam PARA onde o ponteiro está, em vez do mesmo ângulo fixo viesse o cursor de onde viesse. O centro do card fica plano e as bordas respondem. É onde a mão pegaria uma peça de verdade. Você regula quanto ele inclina e se acompanha o cursor com peso ou colado nele. E o objeto do canto ganhou giro e flutuação próprios.
- Descobrimos no caminho que quem trocava de janela no meio da apresentação voltava para um objeto parado: o movimento se suspendia para poupar bateria, e nada o reacendia. Agora reacende, e retoma de onde estava, sem saltar de volta ao início.
- As listas de tópicos perderam as caixas retangulares que as cercavam. Elas nunca fizeram parte do desenho: uma regra de espessura de traço, feita para cartões, alcançava também os itens de lista e desenhava uma moldura fechada em volta de cada linha. A mesma coisa acontecia com as etapas da linha do tempo, onde a caixa saía até mais forte que o fio que deveria separá-las.
agosto · 2026
A transformação deixou de atravessar o próprio objeto, e agora ele tem corpo sobre o texto
- Na primeira versão, cada ponto da superfície ia de uma forma à outra em linha reta, e a linha reta entre dois lados passa por dentro: a peça atravessava a si mesma no meio do caminho. Agora os pontos contornam o centro em vez de cruzá-lo, a peça ganha um leve fôlego de volume no meio da passagem, e a mudança corre pela superfície como uma onda em vez de acontecer toda de uma vez.
- E quando o objeto passa na frente do conteúdo, ele deixou de ser um recorte colado por cima. O que está atrás agora perde luz, cor e nitidez conforme se aproxima dele, que é o que um corpo real faz com o que fica atrás. O texto continua legível onde precisa; o que muda é que existe alguma coisa no caminho.
agosto · 2026
O objeto 3D se transforma na passagem de um slide para o outro
- Quando dois slides seguidos têm objetos de formas diferentes, o objeto não é trocado: ele se transforma. O nó se desfaz em anel, o anel se abre em esfera, e isso acontece enquanto o título viaja para a próxima posição, no mesmo tempo e na mesma curva.
- Não é um efeito de imagem sobreposta a outra: as três formas passaram a ser geradas na mesma malha, ponto a ponto, o que permite interpolar a superfície de verdade. Por isso os estados do meio do caminho são formas reais, e não uma mistura borrada.
- Quem pediu menos movimento no sistema não vê transformação nenhuma: a forma nova simplesmente aparece.
agosto · 2026
O objeto 3D saiu do fundo: agora ele atravessa a composição, e você escolhe o material
- Até agora o objeto ficava sempre atrás de tudo. Você pode colocá-lo entre o fundo e o texto. Ele atravessa a cena e o título passa por cima, dando profundidade sem esconder o que se lê, ou na frente, quando o objeto é o assunto e o texto aparece pelos vazados dele.
- E ele deixou de ser uma peça só: escolha metal, fosco ou vidro com refração de verdade; base escura ou clara; quanto reflete o ambiente e quanto brilha por conta própria; a cor, e uma segunda cor que acende só na borda, como titânio anodizado. Sem escolher nada, ele segue o tema da apresentação.
- De quebra, dois consertos: o objeto não é mais cortado em reto pela borda: o enquadramento agora é calculado a partir do próprio objeto, então vale em qualquer ângulo do giro, e o material deixou de parecer plástico. Metal de verdade reflete a luz em vez de emitir, e é assim que ele se comporta agora.
agosto · 2026
Três acertos no editor: o aviso que não se perde, o painel que fecha, o slide que se ergue
- Ao copiar, recortar e colar em sequência, só o último aviso aparecia. Os anteriores eram sobrescritos e você ficava sem saber se as ações pegaram. Agora eles se acumulam, com teto de três: pilha sem teto vira mural, e mural em rodapé de editor é ruído, não retorno.
- O painel de estilo abria animado e fechava seco: o conteúdo ficava inteiro sendo recortado pela caixa que encolhia, o que se lê como cortado, não como fechado. Agora ele some primeiro e o espaço se recolhe depois: mais rápido ao sair do que ao entrar.
- E as miniaturas de slide passaram a se erguer sob o cursor, como já faziam os cartões do resto da plataforma. A que está aberta não se ergue: ela já é o lugar onde você está.
agosto · 2026
A entrada do slide ganhou profundidade: o número chega, o resto assenta
- Até agora todos os elementos de um slide entravam percorrendo a mesma distância. O número-herói e a legenda de rodapé se moviam igual. Lia como uma lista se mexendo, não como uma cena com foco.
- Agora há três camadas. O que a pessoa veio ver chega inteiro; o que sustenta assenta com menos da metade do percurso; o que só contextualiza quase não se mexe. É a mesma cascata de sempre, com as distâncias certas: nenhum tempo a mais, nenhum elemento novo.
- O efeito é de câmera: o olho encontra o herói primeiro porque ele é o que de fato se move.
agosto · 2026
O método da casa virou algo que o seu assistente consegue ler
- A Pínax tem um método, como se escolhe o arco, o que faz um número virar herói, quando o movimento serve e quando atrapalha. Até agora ele estava no motor, cobrando na hora de corrigir. Agora o assistente que você conecta pode LER esse método antes de montar, em vez de improvisar e receber a correção depois.
- Ele lê só a parte que a tarefa pede: quem está definindo o arco lê narrativa; quem está vestindo o deck lê identidade visual. Carregar o manual inteiro a cada pedido seria pagar por texto que não muda a resposta.
- E o método não é um manual escrito à parte: ele é gerado do próprio motor. Quando um arquétipo ou um tema novo entra na plataforma, o texto que o assistente lê já nasce atualizado. Manual escrito à mão envelhece e passa a ensinar uma casa que não existe mais.
agosto · 2026
Escolher a identidade do deck virou uma coisa que se vê, não que se lê
- Quando o assistente sugere temas, eles agora aparecem como cartões dentro da própria conversa: a paleta de cada um à vista, com o porquê de cada escolha. Antes era uma lista de nomes, e decidir cor lendo nome é o oposto de decidir olhando.
- Clicar num cartão só diz ao assistente o que você quer. O cartão não mexe na sua apresentação sozinho: um clique dentro de um quadro não é autorização para escrever no seu workspace.
- E quem usa um aplicativo que ainda não mostra cartões continua recebendo exatamente o texto de antes, sem perder nada.
agosto · 2026
O agente terminou o deck, e agora consegue te entregar o arquivo
- Faltava o último passo: o agente montava a apresentação inteira e não tinha como te dar o PDF, porque baixar exigia estar logado no navegador. Agora ele gera um link do arquivo pronto, PDF, PowerPoint, Word ou o pacote offline, e te entrega na conversa.
- O link é assinado e temporário: vale só para aquela apresentação naquele formato, expira em horas, e não vira endereço público. Trocar o formato na barra do navegador, mexer um caractere ou usar depois do prazo simplesmente não abre.
- E o arquivo não passa pela conversa: o agente manda o endereço, não o binário. Um PDF de dois megabytes atravessando o chat gastaria o seu limite de mensagem para carregar algo que o navegador abre sozinho.
agosto · 2026
A porta dos agentes passou a falar a versão nova do protocolo, sem fechar a antiga
- O padrão que conecta agentes de IA a ferramentas mudou de forma profunda: acabou o aperto de mão inicial, e cada pedido passou a carregar a própria identificação. A Pínax fala as duas versões no mesmo endereço, então o seu agente de hoje continua funcionando e o de amanhã já encontra a casa pronta.
- Quem chega novo pergunta primeiro o que a casa fala, e recebe a lista completa. Inclusive o que a gente NÃO tem. Declarar capacidade que não existe é a forma mais rápida de um agente falhar no meio de um trabalho seu.
- O catálogo de ferramentas agora diz por quanto tempo pode ser guardado e sai sempre na mesma ordem, o que reduz consulta repetida, e vem marcado como privado, porque a lista muda conforme a chave que pergunta.
agosto · 2026
A sua marca assina onde você quiser, e cala onde não deve
- O logo tinha um canto só, cravado no código. Agora você escolhe entre nove posições na grade, ajusta tamanho e opacidade, e move fino se precisar. A escolha vive no Brand Kit e vale para o deck inteiro.
- E cada slide pode dizer “aqui não”. A capa costuma pedir isso: ela já carrega a marca em tamanho grande, e o carimbo no canto vira repetição.
- Quem apagar demais o logo é avisado: abaixo de um quarto de opacidade ele deixa de ser reconhecível como marca e vira textura: o deck parece assinado sem estar. O mesmo vale para o exagero no tamanho, porque a marca assina, não disputa.
agosto · 2026
Um slide novo para dizer como cada coisa está
- Faltava no catálogo o elemento mais pedido por quem apresenta diagnóstico e conformidade: o retrato de UMA unidade, uma filial, um cliente, um contrato, com cada item avaliado e o que pede atenção. O que existia mostrava antes-e-depois, métricas ou frentes no tempo; nenhum respondia “como está cada coisa agora”.
- Você declara o significado, em dia, atenção, alerta, e a cor sai do tema. O mesmo slide fica sóbrio num tema claro de serifa e ganha o verde-e-vermelho de painel num tema escuro, sem você reconfigurar nada.
- E nos temas que não usam cor por princípio, o sinal continua ali: o filete de cada linha engrossa conforme a gravidade, e o estado vai escrito. Quem não distingue verde de vermelho lê a mesma informação. No palco, no PDF e no arquivo que você envia.
agosto · 2026
O movimento passou a levar o tempo da distância que percorre
- Toda entrada de elemento durava o mesmo tanto, viajasse 12 pixels ou atravessasse a tela inteira, e atravessar a tela em meio segundo lê como pressa, não como intenção. Agora a duração acompanha a distância: o empurrão curto continua igual ao que você já conhece, e a travessia longa ganha quase o dobro do tempo.
- E a apresentação passou a se ajustar à tela em que está. Num telão de auditório o olho percorre uma distância física muito maior, então o movimento fica mais calmo; numa tela pequena, onde tudo está a centímetros, ele fica mais rápido. Antes era você que precisava lembrar de subir a intensidade à mão antes de subir ao palco.
- Os avisos de movimento também ganharam gravidade. Um fundo animado atrás de um gráfico, que impede a leitura, não pesa mais o mesmo que uma curva de aceleração sem refino.
agosto · 2026
As prévias dos gráficos voltaram a aparecer, e a legenda da rosca parou de se sobrepor
- Ao escolher um elemento, as prévias de Pizza/Rosca, Barras 3D e Mapa 3D apareciam vazias. Os três dividiam um nome interno com o próprio slide, e a altura do gráfico colapsava dentro do cartão. Agora desenham como os outros.
- As prévias também dobraram de tamanho: uma coluna em vez de duas. Antes o slide inteiro era reduzido a 9% num cartão de 120 pixels: nenhuma forma dava para reconhecer. Agora a rosca é uma rosca, o funil é um funil.
- Na rosca, o nome da fatia e o valor eram impressos um sobre o outro na legenda. O valor desceu para a própria linha. E o rótulo no centro, quando é longo, agora se ajusta ao furo em vez de encostar no anel.
- Nos mapas de conexão, um nome comprido de fonte escapava pela borda do slide. Agora ele quebra em duas linhas dentro do limite.
agosto · 2026
O clique no campo de texto era desviado, e agora a paleta traz o branco e as suas cores
- Clicar no campo de Título ou Subtítulo colocava o cursor lá e o perdia em seguida: o clique era desviado para o botão de destacar ao lado do rótulo, e a seleção morria com ele. Era isso que travava a edição e fazia as cores piscarem. Agora o clique fica onde você clicou.
- A barrinha de cores tinha quatro tons e nenhum branco. Pintar uma palavra de branco num slide escuro, o caso mais comum de todos, não dava. Agora são as seis cores do tema, o branco entre elas, e ao lado ficam as últimas cores que você usou, para não reencontrar o código da sua marca a cada trecho.
- A roda de cores não abria. Ela agora abre o painel da casa, com a roda e o campo para colar o hex, e a barrinha continua no lugar enquanto você escolhe, em vez de fechar no meio do gesto. A mesma paleta valia só na lateral; agora vale também editando direto no slide.
- Nas listas de seleção, o item marcado aparecia deslocado para a direita em relação aos outros. O ✓ mudou de lado e todas as linhas voltaram a começar no mesmo ponto.
agosto · 2026
A barrinha de estilo parou de empurrar o painel, e a tag nunca mais aparece no slide
- A barra que pinta um trecho do texto agora flutua: ela só existe enquanto há trecho selecionado e não ocupa mais espaço no painel. Antes ela nascia e morria a cada clique dentro do campo, e o painel inteiro pulava junto: parecia que as cores piscavam.
- Pintar duas vezes o mesmo trecho podia deixar a marcação dentro dela mesma, e o slide passava a exibir o código no lugar do texto. Agora o estilo de dentro simplesmente vence, e o palco lê corretamente até o que já estava gravado assim.
- As listas de seleção mostravam duas setas nos navegadores mais novos. A do sistema e a nossa. Ficou uma só.
agosto · 2026
Todo elemento agora tem arestas, e nada mais flutua sobre o slide
- Título, subtítulo, número-herói: todos ganharam arestas para puxar, como em qualquer editor de canvas. Puxe pelos lados para mudar a largura e o texto reflui; puxe pelo canto e o corpo da fonte acompanha. Antes só as caixas de texto livre tinham isso.
- A regra ficou simples: tamanho e posição se resolvem no slide, arrastando; todo o resto, conteúdo, tipografia, movimento, no painel do elemento. Os campos numéricos de posição saíram do painel: pedir que você calcule um número para uma coisa que se aponta com o dedo era o caminho mais longo.
- E a janela flutuante de tipografia deixou de existir. Qualquer caminho até ela, clique-direito no elemento, a linha em Camadas, o atalho em Texto, agora seleciona o elemento e abre o estilo no painel, com o slide sempre visível.
agosto · 2026
Escolha a cor por código, e duas superfícies novas para o texto
- O seletor de cor livre agora abre um painel da casa, com a roda e um campo para colar o código hex: antes abria o seletor cinza do sistema, sem lugar para digitar a cor da sua marca.
- As listas de seleção de toda a plataforma pararam de abrir brancas sobre a interface escura. E o texto ganhou duas superfícies novas: inscrito, em que a letra afunda como se gravada na tábua, e realce, em que a luz vem por trás, para acender um trecho num palco escuro. Papel e textura foram refeitos com grão fino, mais perto de papel de verdade que de listra.
agosto · 2026
Pinte uma palavra só, e veja o slide enquanto ajusta a tipografia
- Selecione um trecho enquanto edita no palco e aparece uma barrinha ali mesmo: destacar, negrito, aumentar, diminuir, três cores da paleta e limpar. Vale para uma palavra, não para a caixa inteira. E o texto continua aberto depois de aplicar. Você pinta um trecho, depois outro, sem sair.
- Os controles de tipografia saíram de cima do slide. Antes eles abriam numa janela flutuante que cobria justamente o que você estava tentando julgar; agora moram no painel do elemento, que abre e fecha num toque. A prévia dentro deles também parou de cortar o texto pela metade.
- E o campo de título deixou de quebrar a palavra destacada no meio: o acento da marca voltou a se comportar como texto, não como um bloco à parte.
agosto · 2026
O slide de composição livre voltou a montar no lugar certo
- O slide Canvas livre, aquele em que você posiciona cada bloco onde quiser, estava montando o conteúdo fora da área visível. Os blocos existiam e guardavam a posição correta, mas apareciam deslocados para fora do palco. Corrigido: agora abrem exatamente onde foram colocados.
- A causa era uma coincidência de nomes internos entre o tipo do slide e o contêiner que segura os blocos, e a mesma coincidência afetava, em menor grau, os slides de bolhas, roleta de tópicos e card de produto. Os quatro foram conferidos um a um.
agosto · 2026
O editor agora responde ao que você clicou, não à aba que você abriu
- Para mudar uma propriedade era preciso adivinhar em qual aba ela morava: Slide, Texto, Camadas, Cards, Animações. Agora, clicou num elemento, o painel do lado passa a ser DELE: conteúdo, posição e largura, tipografia e movimento, um embaixo do outro, sem trocar de aba e sem botão de aplicar. As abas continuam, mas para o que é do slide inteiro (fundo, tema, transição).
- E um clique já abre o texto para escrever, sem precisar do segundo. Arrastar continua sendo arrastar: se o ponteiro anda, ele move; se fica parado, ele edita. E durante a edição o contorno, as alças e a barrinha de ações continuam à vista, em vez de sumirem justo quando você está mexendo.
agosto · 2026
Puxe a largura pelo palco, e o editor avisa quando os vãos ficam iguais
- A largura de uma caixa de texto só se mudava por um campo numérico na barra lateral: você digitava um número e torcia. Agora as caixas têm alças nas laterais: puxe e veja o texto refluir na hora, com a medida à vista. Puxando pela esquerda, a borda direita fica no lugar.
- Quem tem altura também (o bloco de gráfico, a imagem) ganhou alça embaixo e no canto, e o Shift mantém a proporção. Quem NÃO tem tamanho próprio, título, número-herói e os elementos que vêm do tema, continua sem alça de propósito: ali quem manda é a tipografia, e uma alça prometeria um controle que não existe.
- E ao arrastar um elemento entre outros dois, o editor agora percebe quando os dois vãos ficam iguais: ele encaixa sozinho e mostra a medida dos dois lados. Distribuir três cards deixou de ser conta de cabeça.
agosto · 2026
Arrastar num gesto só, e as ações do elemento onde o olho está
- Mover qualquer coisa no palco custava dois gestos: um clique para selecionar, e só então clicar-e-arrastar. Agora é um só. Você pressiona e já arrasta, como em qualquer editor gráfico. Segurando Shift, o elemento entra no conjunto e o conjunto inteiro vai junto.
- E apareceu uma barrinha ao lado do que está selecionado, com as três ações que você mais faz: tipografia, duplicar e apagar. A tipografia existia só no clique-direito: invisível para quem nunca tentou; duplicar não existia para elemento nenhum; e apagar era só a tecla Delete. Ela some enquanto você arrasta, para não atrapalhar o gesto.
- O resto continua como era: o primeiro clique seleciona, o segundo abre o texto para edição.
agosto · 2026
Copiar e colar elementos entre slides
- Duplicar existia só para o slide inteiro. Reaproveitar uma caixa de texto em outro slide era recriar à mão e reacertar posição, largura e tipografia. Agora é Ctrl+C no elemento e Ctrl+V no slide de destino, com a formatação inteira junto. Ctrl+X recorta, e funciona com vários selecionados de uma vez.
- Cada colagem entra deslocada da anterior, então colar três vezes dá três cópias visíveis em vez de três empilhadas no mesmo ponto. O que não couber no slide de destino é simplesmente ignorado (um bloco de canvas não tem onde existir numa capa), e a plataforma avisa o que fez em cada ação. Copiar não tem efeito visual, e ficar sem resposta é ficar na dúvida.
- O Ctrl+C do navegador continua sendo do navegador: se você marcou um trecho de texto, é o texto que vai para a área de transferência. O atalho só é nosso quando não há texto marcado.
agosto · 2026
No editor, agora dá para pegar vários elementos de uma vez
- Até aqui o editor só sabia lidar com um elemento por vez: para afastar quatro rótulos da margem, eram quatro seleções, quatro arrastos e quatro desfazeres. Agora você segura Shift e vai clicando, ou arrasta um laço no vazio do palco para pegar tudo que ele cruzar, e Ctrl+A pega o slide inteiro.
- O conjunto anda junto: arrastar leva todos com o mesmo deslocamento, as setas empurram todos, e Delete apaga todos. Cada gesto desses é UM desfazer só: um Ctrl+Z devolve os quatro ao lugar, não um de cada vez.
- O primeiro que você escolheu continua sendo a âncora: é nele que ficam o rótulo, a alça de redimensionar e o clique-direito da tipografia. Os demais aparecem com um contorno mais fino, para você ver de relance quem é quem, e a barra lateral de Camadas destaca todos os selecionados, nos dois sentidos.
agosto · 2026
Quando um número não puder ser lido, a plataforma vai dizer isso: em vez de mostrar zero
- A Sala da Empresa mostrava “0 apresentações · 0 pessoas” quando a leitura do banco falhava por um instante, com a mesma cara de um time que de fato não produziu nada. Quem olhava não tinha como saber a diferença. Agora a falha se identifica como falha, avisa que nada foi perdido e oferece tentar de novo.
- No mesmo passo: o convite para o time, que só existia numa condição impossível (“nenhum membro além de você” nunca acontecia, porque você mesmo conta como membro), agora aparece de verdade para quem trabalha sozinho, e sem esconder a sua própria produção, que continua na tabela.
agosto · 2026
Tela vazia agora diz o que fazer, e não só que está vazia
- Toda tela sem conteúdo mostrava a mesma coisa: um parágrafo cinza avisando que não havia nada. Nenhuma explicação, nenhum caminho. Mas quem chega numa tela vazia é exatamente quem mais precisa de direção: é o primeiro dia de uso.
- Agora cada uma tem três coisas: o que ainda não existe, POR QUE vale a pena existir, e o botão que resolve. Em Marcas, o que uma marca faz por você; em Sessões, o que a sessão é; na Revisão, o que acontece quando a peça entra, e ali o botão abre o formulário sem sair do lugar. Quando não há ação possível (ninguém comentou ainda), a tela explica o que faz aquilo aparecer, porque um vazio sem explicação parece defeito.
agosto · 2026
Tiramos números da plataforma, e ela ficou melhor
- Auditamos, um por um, todos os números que a plataforma mostrava, e perguntamos de cada um: isto muda alguma decisão sua? O que não mudava, saiu. Foi embora a Sala de Controle inteira. Inclusive um “tempo poupado” que era uma conta de padaria, apresentações vezes um chute de 45 minutos. Um número inventado é pior que número nenhum.
- Os dois números da Sala que valiam já tinham casa e continuam lá: a produção por pessoa fica na Sala da Empresa, o consumo de IA fica na Assinatura. Agora cada número tem um dono só: antes a taxa de fechamento aparecia em três telas diferentes, e três lugares para o mesmo dado é onde nasce a desconfiança.
- O genoma do Perfil tinha cinco leituras; ficou com a única que se sustentava sozinha e destrava as outras: quanto do que você apresenta chega a ter desfecho registrado. E os cartões de apresentação perderam o selo “PRONTA” que aparecia em 100% deles. Um selo que todo mundo tem não distingue ninguém. O rascunho, esse sim, continua avisando.
agosto · 2026
Terminou de apresentar? Agora a plataforma pergunta como foi: no lugar onde você chega
- Ao sair de uma apresentação você cai na visão do deck, e é ali que a pergunta aparece: “Você apresentou este deck. Como foi?”. Fechou, não fechou, em andamento. Um clique. Antes essa pergunta só existia na tela de segundo monitor, que quase ninguém abre: então quase ninguém era perguntado.
- Ela só aparece quando faz sentido (o deck realmente subiu ao palco e ainda não tem desfecho), some assim que você responde e tem “agora não” que vale para sempre naquele deck. É esse registro que alimenta as sugestões, o painel “O que funcionou” e o seu perfil.
agosto · 2026
O seu genoma de apresentação: como você apresenta, em cinco leituras honestas
- No Perfil, um retrato do seu jeito em cinco genes. Identidade visual, disciplina narrativa, intenção declarada, conversão e memória do que funcionou. Cada um diz de onde veio: o que você DIZ (o perfil que preenche), o que você FAZ (as escolhas nos seus decks) e o que FUNCIONOU (os desfechos que registrou).
- Nada de número decorativo: cada gene mostra o fato por trás dele (“o tema X aparece em 3 de 8 apresentações”), e gene sem dado fica em branco com o que fazer para medir: preferimos não medir a inventar um número sobre você. No topo, a leitura em uma frase: onde você está firme e onde tem mais a ganhar.
agosto · 2026
Chegou o plano Equipe: 6 assentos por R$ 150/mês
- Grátis e Pro são planos individuais. Incluem só você. Para trabalhar em time existe agora o Equipe: R$ 150 por mês com 6 assentos, e R$ 25 por assento adicional (o mesmo preço dentro e fora do pacote, então crescer não pune).
- Os assentos ficam à vista na Sala da Empresa, e um convite pendente já reserva o lugar: assim cinco links gerados de uma vez não estouram o limite sem ninguém perceber. Se um assento acabar entre gerar o convite e a pessoa aceitar, o aceite avisa em vez de falhar em silêncio.
agosto · 2026
Sala da Empresa: quem no seu time está construindo, e o que fecha
- Nova página para quem coordena (Dono e Administrador): a produção do time por pessoa, quantas apresentações cada um construiu, quantas tiveram desfecho registrado e a taxa de fechamento do time. Quem ainda não produziu aparece igual. Um relatório que esconde os zeros mente por omissão.
- E as apresentações criadas pelo seu agente pararam de nascer órfãs: agora ficam atribuídas a quem gerou a chave de conexão. Como sempre, só contagem e desfecho: o conteúdo dos slides de ninguém é lido.
julho · 2026
Quando você corrige o que a IA gerou, ela aprende, sem você preencher nada
- Se o agente monta a apresentação e você troca o tema, acabou de dizer, em um clique, que a escolha dele estava errada e qual é a certa. Isso agora vira aprendizado do seu workspace e entra nas próximas sugestões. O mesmo vale para o estilo e para quando você enxuga bastante o número de slides.
- Com duas travas de bom senso: só aprende o que você ESCOLHEU (nunca o que descartou), e só na primeira revisão de cada apresentação da IA. Depois disso o arquivo é seu, e editar é só editar. Nada de conteúdo dos seus slides é lido.
julho · 2026
O que fechou passa a guiar o que vem: suas apresentações agora ensinam a plataforma
- Você já podia registrar como cada apresentação terminou: fechou, não fechou, em andamento. Agora isso volta para você: no Perfil, um painel “O que funcionou” mostra a taxa de fechamento por tema e as últimas apresentações com o seu próprio comentário ao lado do desfecho.
- E o agente passou a usar essa evidência ao sugerir. A régua é simples: frequência é hábito, resultado é evidência. Um tema que você usou dez vezes sem fechar vale menos que um usado três vezes que fechou três. Ele diz o porquê na cara (“as suas apresentações que fecharam usaram este tema”) e continua sendo sugestão: nada se aplica sem você confirmar.
julho · 2026
Imagem que o agente acha na web agora é conferida antes de entrar no slide
- Quando ele busca uma foto para a sua apresentação, a plataforma verifica o link antes: existe mesmo, é uma imagem (e não a página que a mostra) e tem resolução para a tela. Se for pequena demais ela avisa que vai pixelizar; se for retrato num palco deitado, avisa que o corte vai comer topo e base.
- O fluxo ficou explícito: ele acha, confere, te mostra as opções e só insere depois que você escolhe: inclusive porque o direito de usar a imagem é seu, não dele. E quando não há foto, ele usa os recursos desenhados do próprio motor, que nunca aparecem quebrados no palco.
julho · 2026
O agente decide sozinho o que é ofício e pergunta o que é fato, e revisa o próprio deck antes de te entregar
- Ficou explícita a régua que ele segue: transição, ritmo dos fundos, quantos slides, que tipo serve cada ideia. Isso ele resolve, porque é o trabalho que a plataforma existe para carregar. Já número, nome, preço, prazo, promessa e citação ele nunca completa: pergunta ou deixa a lacuna à vista. E toda escolha que ele fez por conta própria vem anotada na entrega.
- E a nota de qualidade do deck agora chega junto com o deck: assim que ele monta, recebe a pontuação e a lista do que mais melhora a apresentação, com instrução de corrigir antes de te mandar o link. Antes, essa conferência dependia de ele lembrar de pedir.
julho · 2026
O agente agora sabe o que NÃO pode inventar, e para de pedir o que você já anexou
- Antes de montar, ele verifica os recursos: se falta a sua marca, se a marca está sem logo, se há um número no briefing sem dizer de onde veio. Cada item vem com a saída: pedir a você, usar um substituto legítimo (os fundos e molduras do próprio motor, por exemplo), ou seguir e registrar a suposição. O que ele nunca faz é preencher a lacuna com invenção.
- E os arquivos que você anexa à sessão passaram a contar: se o trimestre só existe na planilha, ele lê dali em vez de perguntar de novo, e a planilha vira a origem declarada dos números.
julho · 2026
O agente agora apresenta o PLANO antes de montar a apresentação, e você aprova (ou pede ajuste)
- Antes de gerar os slides, o seu agente propõe o roteiro: uma linha por slide, com o tipo, a única ideia daquele slide e por que ele existe. Você lê em meio minuto na página da sessão e decide: Aprovar, ou Pedir ajuste com um recado que o agente lê e replaneja.
- É a diferença entre corrigir o rumo numa frase e refazer trinta slides. O plano também passa pela mesma régua da casa (abre com capa, prova antes de pedir a decisão, sem dois números-herói juntos, ritmo de ~10s por slide), e os alertas aparecem antes de existir slide, não depois.
julho · 2026
Quer acompanhar sem criar conta? Agora dá para pedir aviso quando algo novo entrar
- No topo desta página você deixa o seu e-mail e é avisado quando entrar algo novo na plataforma, sem criar conta, sem spam. O consentimento é explícito e dá para sair quando quiser.
julho · 2026
Na Revisão, um calendário visual: veja o mês inteiro e programe cada peça num dia
- A aba Revisão ganhou a visão Calendário: o mês inteiro numa grade, com cada peça no seu dia: a cor do card mostra o estado (em edição, aprovado, agendado…) num relance, e o dia de hoje fica destacado.
- Programar é direto: na lista embaixo do calendário, escolha a data de cada peça (ou limpe para tirar do dia). Alterne entre Quadro e Calendário quando quiser. É a mesma fila, duas leituras.
julho · 2026
Leve a sua marca com você: agora dá para exportar o Brand Kit num arquivo e importar em qualquer workspace
- Em Marcas, cada marca ganhou “exportar”: baixa um arquivo .pnxbrand com a paleta, as fontes, os logos e as referências: pronto para enviar a um colega, a outra empresa ou guardar como backup.
- E no topo da página, “Importar marca” recria tudo a partir desse arquivo, já aberto para você revisar. É o seu Brand Kit portátil. A mesma identidade, em qualquer conta.
julho · 2026
Primeiro acesso com a sua cara: uma palavra do fundador e 4 perguntas que já deixam o painel te conhecendo
- Ao criar a conta, você é recebido com uma mensagem do fundador e um convite rápido: 4 perguntas (seu objetivo, com que frequência apresenta, de onde vem e qual a parte mais difícil). Em menos de um minuto, e dá para pular a qualquer momento.
- O que você responde não fica perdido: já entra no seu Perfil como público típico e observações, então as sugestões, no editor e para o agente conectado, começam alinhadas ao seu jeito desde o primeiro deck. Depois, o guia de primeiro acesso e a checklist do workspace seguem como antes.
julho · 2026
Seu Perfil vira página: o que você prefere agora guia as sugestões: declarado por você, não só deduzido
- Nova página Perfil na barra lateral: de um lado, o seu padrão de uso (temas, estilos e marcas que você mais escolhe. Computado dos seus próprios decks, nunca do conteúdo); do outro, as preferências que você DECLARA: tema e estilo preferidos, tom de voz, público típico e observações livres.
- Tudo o que você declara vira contexto para as sugestões: no editor e para o agente de IA conectado via MCP, que passa a propor temas e linguagem seguindo o SEU perfil. E continua sendo sugestão: nada se aplica sem você confirmar.
julho · 2026
Planos claros: o Grátis inclui 2 apresentações completas, e chegou o resgate de cupom
- O plano Grátis agora é explícito: 2 apresentações completas (com PDF, link público e apresentação ao vivo). O painel mostra quantas você usou; para criar a terceira, é assinar o Pro, ou excluir uma antiga para liberar a vaga. Sem surpresa, sem letra miúda.
- E em Assinatura chegou o “Tenho um cupom”: códigos de acesso (como convites vitalícios) ativam na hora, e cupons de desconto aplicam o percentual direto no checkout.
julho · 2026
Na Revisão, o seu agente agora lê o feedback e entrega a nova versão: a aprovação continua sua
- O ciclo fechou: o agente de IA conectado via MCP já criava peças na Revisão; agora ele também LÊ os seus comentários (com o segundo exato do vídeo ou a região da imagem que você marcou) e entrega a V2: a versão anterior fica no histórico, nada se perde.
- O gate não mudou: aprovar, agendar e mudar status continuam sendo ações exclusivamente humanas, no link da Revisão. O agente produz; você decide.
julho · 2026
No Pro, o selo “Feito pela PÍNAX” é seu para ligar ou desligar, e o arquivo offline agora respeita essa escolha
- O controle do selo “Feito pela PÍNAX” ficou honesto: no plano Grátis ele aparece sempre (a caixa fica marcada e travada, com o porquê à vista); no Pro você liga e desliga quando quiser. O palco, o link público e o PDF seguem a sua escolha.
- E corrigimos o pacote offline (.pnx): antes ele mostrava a assinatura de rodapé mesmo com o selo desligado. Agora o arquivo que abre sem internet respeita o mesmo controle dos outros formatos.
julho · 2026
Escolher o tema agora é ver antes de aplicar, e trocar de estilo nunca mais apaga suas transições em silêncio
- O seletor de tema virou uma lista com pré-visualização: clique num tema e ele aparece no palco na hora; só “Aplicar” confirma, e “Cancelar” volta ao anterior. Você vê antes de decidir, sem risco.
- E ao aplicar um Estilo de Apresentação, se algum slide tiver uma transição própria que você definiu, agora aparece um aviso claro, com a opção de manter as suas transições ou substituí-las pelas do estilo. Nada mais é resetado sem você saber.
julho · 2026
“Fundir com o fundo”: os cards e gráficos passam a pertencer à cena, puxando a cor ambiente do fundo
- Um novo botão por slide faz os cards, painéis e gráficos lerem a cor do fundo, a borda da sua foto de fundo, a cor sólida que você escolheu, ou o acento do tema, e a devolverem numa borda tingida, uma sombra de contato e uma lavagem sutil. Em vez de flutuarem como caixas genéricas, eles se assentam na cena.
- É sóbrio por natureza (nunca berrante) e sai idêntico no PDF e no arquivo offline: quando não há como amostrar a foto, cai no acento do tema: sempre coerente, nunca quebrado.
julho · 2026
O editor ficou mais fino: pré-visualização ao inserir um slide, e o clique-direito abre o painel do elemento certo
- Ao inserir um slide pelo “+”, passe o mouse por um tipo e uma pré-visualização viva abre ao lado, com o slide-exemplo animando. Não precisa mais adivinhar pelo nome.
- No divisor de seção, o painel de propriedades passou a mostrar os tipos de divisor lado a lado (numeral, resumo, você-está-aqui, agenda numerada, roleta): cada um com sua miniatura; clique para trocar, preservando o título.
- O clique-direito no palco agora abre a tipografia do elemento exatamente sob o cursor, mesmo com títulos grandes por perto, e continua acertando quando você pula de um elemento para outro com o painel aberto.
- E os campos de título ficaram mais diretos: sem avisos que atrapalhavam, o espaço entre palavras é preservado, e destacar um trecho com cor não trava mais a digitação.
julho · 2026
Ao apresentar, você sempre sabe em que tópico está, e pula pra qualquer um pelo palco ou pelo celular
- O palco agora mostra o tópico atual num indicador discreto no rodapé; a tecla T (ou um toque nele) abre a visão de todos os tópicos, com o atual em destaque. Clique em qualquer um e a apresentação pula direto pra lá, com a transição de sempre.
- E o mesmo no controle pelo celular: além de avançar/voltar, você vê o tópico atual e a lista de todos os tópicos: toque para saltar a qualquer seção, ótimo para responder uma pergunta fora de ordem. Os tópicos são as seções do próprio deck, sem cadastrar nada.
julho · 2026
As transições de tópico ficaram vivas: a roda gira de um tema ao próximo, e a agenda mostra tudo e colapsa no ponto atual
- A roleta de tópicos agora gira: ao avançar, a roda avança um passo e traz o próximo tema ao ponto de foco. Encadeando os slides, é como um mostrador que gira tópico a tópico.
- E a agenda ganhou o modo Resumo → morph: ao entrar, ela mostra todas as seções por um instante e então colapsa no ponto atual, que cresce como a abertura daquela seção. Dá aquele encadeamento premium entre “onde estamos no todo” e “o que vem agora”. Ao vivo; no PDF fica o estado final.
julho · 2026
Novos slides de agenda e de tópicos: mostre o roteiro inteiro com o ponto atual em destaque, ou uma roda que gira de tema em tema
- Slide de Agenda / Visão geral, em três formatos: palavras gigantes empilhadas (a atual acende), colunas “você está aqui” e fileira numerada. Perfeito para abrir a apresentação mostrando o caminho, ou para retomar entre blocos com o ponto atual em destaque.
- Slide de Roleta de tópicos: os temas vivem num grande arco e o ativo fica no ponto de foco, com título e descrição; os demais recuam na curva: a estética de mostrador de relógio, elegante e orgânica.
- E o divisor de seção ganhou metadados: pares como Região · Ásia ou Período · 2026 na lateral, ao lado do numeral gigante. Tudo se tinge no seu tema e sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Metal e tubos de luz mais fotográficos, e um perfurado 3D com profundidade de campo
- O metal canelado e os tubos de luz passaram a ser esculpidos por luz de verdade: as ripas de metal ganharam volume de cilindro (claro de um lado, sombra do outro) e os tubos ganharam o núcleo brilhante retroiluminado. Bem mais próximos de uma fotografia do que de um desenho.
- E chegou o Perfurado 3D: uma malha de furos que recua com profundidade de campo real: uma faixa em foco nítido no meio e o resto suavemente desfocado, como a lente de uma câmera. Todos se tingem no seu tema e saem idênticos no PDF.
julho · 2026
O vidro canelado agora refrata as suas fotos, e chegaram o metal escovado e os tubos de luz
- O vidro canelado passou a afetar a imagem embaixo dele: coloque uma foto e o vidro refrata e fosca a parte de baixo dela. Controlável até o ponto que você quiser, deixando o topo limpo para o título. É o efeito de vitrine de vidro sobre a sua própria foto.
- Dois fundos novos vindos das referências: Metal Canelado (ripas de metal escovado com um reflexo diagonal que varre a superfície) e Tubos de Luz (tubos de vidro verticais retroiluminados, brilhando na cor do seu tema). Ambos com grão de filme opcional para aquele acabamento fotográfico.
julho · 2026
Vidro canelado e relevo mais realista: os fundos ganharam refino de acabamento, e agora vão de borda a borda, sem cortar
- Novo fundo Vidro Canelado: ripas de vidro verticais que refratam um fulgor por trás, como as vitrines de vidro fluted: no escuro vira um vidro luminoso, no claro um vidro fosco de luxo. Ele se tinge na cor do seu tema e sai idêntico no PDF.
- O relevo ficou mais realista: em vez de uma superfície uniforme, agora é escuro com a luz batendo só nas cristas. Picos e vales de verdade, como nas melhores referências. E corrigimos um acabamento importante: os fundos com relevo iam de borda a borda sem nunca “terminar” antes do fim da tela, como uma janela para uma superfície que continua além do quadro.
julho · 2026
Fundos com relevo 3D de verdade: picos, vales e superfícies texturizadas que a luz esculpe: geradas na hora, sem imagem
- Três fundos novos com dimensão real: Relevo 3D (uma superfície de dunas com picos e vales que a luz rasante esculpe), Malha 3D (uma grade drapejada sobre esse relevo, como um tecido sobre um vulto) e Meio-tom 3D (uma trama de pontos que acompanha as dobras). Não é uma imagem colada. É gerado na hora, se tinge na cor do seu tema e sai idêntico no PDF.
- Cada um já vem com uma zona de silêncio embutida: o relevo recua onde o título senta, então a textura impressiona sem nunca atrapalhar a leitura. É o tipo de fundo que se vê em keynote de produto e capa de fundo: agora à sua escolha, em qualquer tema.
julho · 2026
Todo tema agora nasce com um fundo próprio, e os fundos ficaram grau-referência, com grão de filme e névoa de verdade
- Cada tema passou a ter uma assinatura de fundo casada à sua estética, aplicada sozinha nas capas, divisores e fechos: o tema navy vira uma superfície de metal escovado; o cinematográfico ganha a cumeeira de luz no escuro; os editoriais ganham uma névoa quente sutil. Sem configurar nada, e nunca atrás de gráfico ou tabela, onde o fundo atrapalharia a leitura.
- Os fundos procedurais foram refinados para grau-referência: grão de filme real (não estática digital) e uma névoa nova, macia e allover, como os melhores wallpapers premium. A biblioteca de fundos agora lidera com as texturas mais bonitas e uma estrela marca qual é a assinatura do seu tema.
- E um botão “Sugerir fundo” escolhe por você o fundo certo para o tema e o tipo do slide. O ponto de partida perfeito, que você ajusta como quiser. Tudo continua saindo idêntico no PDF.
julho · 2026
Fundo com muito mais controle: cor sólida à sua escolha, biblioteca de texturas navegável e ajustes de imagem (brilho, contraste, matiz, temperatura e desfoque)
- O fundo do slide ganhou uma cor sólida sob medida: além dos quatro tons da casa, agora você escolhe qualquer cor, e a plataforma acerta sozinha se o texto fica claro ou escuro para continuar legível.
- As texturas de fundo viraram uma biblioteca navegável: em vez de uma lista solta, um mostruário com busca e miniatura viva de cada padrão: você vê o efeito antes de aplicar.
- E a imagem de fundo ganhou um mini-laboratório de tratamento: desfoque (para usar a foto como leito de textura sob o conteúdo) e ajustes finos de brilho, contraste, saturação, matiz e temperatura (do quente ao frio). Tudo sai idêntico no PDF.
julho · 2026
O mapa de fios agora se ajusta pelo toque: arraste cada fonte para onde quiser e escolha a cor dos fios, dos nós e dos rótulos
- No slide de mapa de fios (aquele em que várias fontes convergem num núcleo), cada nó agora é livre: clique e arraste a fonte, ou o próprio núcleo, para o ponto exato do palco, e o fio que os liga acompanha o movimento na hora. Some com o layout automático quando ele não é o que você quer.
- E cada camada ganhou cor própria: defina a cor dos fios, a cor dos pontos de conexão e a cor dos rótulos separadamente, além da força do brilho dos fios. Do discreto ao neon. Dá para deixar o mapa na paleta da sua marca ou fazer um fio-herói saltar. Tudo sai idêntico no PDF.
julho · 2026
A biblioteca de modelos dobrou: 14 templates reescritos um a um + 14 nichos novos, cada um com linguagem própria
- Os 14 templates de referência foram reescritos um a um: cada um agora tem tópico, dados e capa próprios, usando os elementos novos: o board traz scorecard antes→depois e pipeline em cápsulas; a tese de investimento mostra o mercado em camadas e receita × margem em dois eixos; o dossiê numera as figuras; o manifesto desenha o método como grafo.
- E 14 nichos novos entraram no catálogo, cada um no seu tema: Planos & Preços (neumórfico), Clima & ESG (esmeralda com raios de aurora. Emissões por escopo GHG), Clínica & Saúde (sálvia serifada, ocupação como tanque), Segurança & Infra (data-room, camadas de defesa), Imobiliário (apricot, tabela de unidades), Portfólio de Agência, Market Intelligence (prancha técnica), Brand Film de Expedição (HUD cartográfico), Web3, Consultoria Clara, Marca de IA, Showcase de Produto, Deep-tech e Esporte & Performance. Cada apresentação nasce única.
julho · 2026
Cinco elementos novos: tabela de preços, tanque de nível, funil em cápsulas, camadas de escopo e objetos 3D foscos
- Slide de Preços/Planos: 2 a 4 cards de plano em vidro, com selo (Recomendado), checklist e botão: o plano em destaque se eleva com um anel do acento. O slide comercial que faltava para propostas e páginas de venda.
- Medidor em modo Tanque: o indicador vira uma coluna de vidro com líquido. O nível é o valor, com régua e a meta tracejada. E o funil ganhou o modo Cápsulas: etapas como pílulas verticais lado a lado, a mais importante com gradiente.
- Slide de Escopo: camadas aninhadas com deslocamento (A contém B contém C), cada uma com rótulo-pílula na aresta, para mostrar o que está coberto, camada a camada. E os cards de métricas agora aceitam objetos 3D foscos (esfera, toro, seta, cubo) como decoração discreta. Tudo sai idêntico no PDF.
- E nove fundos procedurais novos: Cume (uma cumeeira de luz fraca na base de um campo preto: espaço enorme para o título), Dunas (relevo fosco), Trama (micro-célula sobre dobra), Meio-tom (densidade de pontos), Aço escovado, Persiana (corrugado de luz), Coluna de luz quente, Godray (raios de aurora) e HUD (retícula cartográfica). Todos desligáveis, seguros para PDF e nunca atrás de dado denso.
julho · 2026
O gráfico de linha ficou de verdade: área com gradiente, várias séries, dois eixos e a seta de crescimento
- O gráfico de linha foi reescrito do zero num desenho proporcional (sem esticar) e ganhou a linguagem de sala de operações: área preenchida com gradiente sob a curva, várias linhas comparativas na mesma tela (cada uma com sua cor), um segundo eixo à direita para comparar grandezas de escalas diferentes (ex.: receita × margem), marcadores com brilho sobre os pontos e uma seta de crescimento no fim da curva. O clássico "pra cima e pra direita". Tudo com grade, rótulos de eixo e categorias no X. Sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Novo slide de Distribuição (Ridgeline): onde está o peso, numa cadeia de picos de luz
- Chegou um tipo de slide para mostrar concentração, como o volume se distribui entre categorias, e qual delas domina. Cada categoria vira um pico luminoso; o mais importante ganha altura, brilho e reflexo, enquanto os menores ficam discretos ao lado. É o gráfico certo para a frase "90% do trabalho está numa frente só": em vez de uma barra fria, uma paisagem que deixa o desequilíbrio óbvio em três segundos. Sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Novo slide de Convergência: muitas fontes viram um catálogo, e o catálogo vira comando
- Chegou um tipo de slide novo que desenha a ideia central da nova economia de agentes: várias fontes (planilhas, e-mails, conversas, documentos, sistemas) convergindo por fios de luz para um núcleo, e, se você quiser, o núcleo irradiando para as saídas (decisão, ação, relatório). É o "do caos ao catálogo, do catálogo ao comando" numa imagem só. Diferente do mapa de fios (que só junta): aqui há direção: entrada → catálogo → comando. Sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Toda apresentação nova agora tem uma identidade. Nunca mais um tema genérico escolhido por você não ter escolhido nada
- Antes, uma apresentação criada sem marca nem tema definido simplesmente herdava um visual padrão, sem avisar. Agora a Pínax sempre te dá a palavra: ao gerar por um briefing, cada tipo de apresentação (board, marketing, investidor…) já vem com uma linguagem visual própria e combinando; ao criar do zero no editor ou no Estúdio, você escolhe uma marca ou um tema, ou confirma explicitamente que quer o padrão da casa. Nunca mais um visual genérico por omissão.
- Também reforçamos a validação de conteúdo gravado por agentes de IA conectados via MCP: mais uma camada de segurança na gravação de decks, sem mudar nada no seu fluxo normal de uso.
julho · 2026
O Brand Kit virou um hub: logos por papel, templates preferidos e as referências que guiaram a identidade
- Antes, uma marca guardava um logo só e uma paleta. Agora ela guarda um conjunto: logos separados para fundo escuro, fundo claro, ícone e assinatura horizontal; os templates que essa marca costuma usar (a Pínax passa a sugerir esses primeiro); e uma pequena biblioteca de referências, o print do site, o PDF do guia de marca, o link, que informou aquela identidade, guardado ali junto, não só lido uma vez e descartado.
- E se você gera pelo seu próprio agente de IA (via MCP), ele agora também pode editar a composição de uma marca já existente, trocar a paleta, a tipografia, adicionar um logo ou ajustar os templates preferidos, sem precisar recriar a marca do zero a cada rodada.
julho · 2026
Suas barras de comparação agora podem ganhar profundidade e reflexo reais
- O gráfico de barras 3D (bar3d) ganhou uma camada opcional de renderização real. Barras extrudadas, com reflexo de ambiente físico e a maior delas acendendo na cor viva do seu tema, em vez do desenho isométrico de sempre. É a mesma tecnologia já usada no mapa 3D com reflexo (PBR): roda só ao vivo, no seu navegador, e volta sozinha ao desenho de sempre no PDF e em qualquer aparelho sem suporte: nunca quebra uma apresentação.
julho · 2026
O fundo agora conversa com a sua foto, e você controla o quanto
- Quando você posiciona uma foto num slide, o espaço ao redor dela deixou de ser genérico: a Pínax lê a cor da própria borda da imagem e usa isso para iluminar (ou dar sombra de contato) ao redor dela. A foto passa a pertencer à cena, não só estar em cima dela. O tratamento muda com o tema (uns preferem a foto contida com sombra definida, outros preferem ela sangrando com um glow suave), sempre calculado a partir da sua própria imagem, nunca uma cor genérica.
- E se você não gostou do fundo animado que a Pínax escolheu, agora tem um botão "Regenerar", sorteia um novo dentro do mesmo caráter do Estilo escolhido, e um "Fixar", pra travar o que você já gostou contra qualquer regeneração futura.
julho · 2026
Sua marca a partir de uma imagem: envie um print ou um logo, a Pínax extrai a paleta
- No Brand Kit, além de escolher as cores-semente à mão, agora dá para enviar uma imagem de referência, um print do seu site, do logo, de uma peça de marketing, e a Pínax extrai as cores dominantes automaticamente, prontas para ajustar. É matemática de cor (a mesma que já deriva a paleta inteira a partir da semente), nunca uma leitura por IA da imagem. E nada é salvo sozinho: a extração só preenche o ponto de partida. Você confere o contraste ao vivo e confirma em “Criar marca”, como sempre.
julho · 2026
Prepare a reunião, marque os momentos que importam e registre o resultado: direto na apresentação
- Três peças novas que se conectam: antes de uma apresentação importante, prepare-a (objetivo, participantes, duração prevista) direto no painel do deck. Durante a fala, marque um momento com um toque, objeção, decisão ou follow-up, sem tirar o olho da plateia. E depois, registre o resultado real: fechou? foi aprovado? ficou em andamento? É o dado que mais importa, e agora ele mora junto com a apresentação, não numa planilha à parte.
- E tudo isso vira replay: reabra qualquer apresentação encerrada e veja quanto tempo cada slide ficou em tela e onde os momentos foram marcados, para entender o que prendeu a atenção e o que precisa ser mais curto da próxima vez.
julho · 2026
A Pínax agora sugere o tema e a marca que o seu workspace mais usa
- No editor, quando o seu workspace já tem um padrão claro de uso (a partir de 3 apresentações), aparece uma sugestão discreta: o tema ou a marca que você mais usa, prontos para aplicar com um clique. Sempre dispensável, nunca aplicado sozinho. É uma vista computada sobre os seus próprios decks, nunca uma leitura do conteúdo deles, e você desliga a qualquer momento em Configurações → Privacidade, sem afetar nenhuma apresentação. Se você gera pelo seu agente de IA, ele também recebe essa mesma informação, para perguntar com contexto, em vez de adivinhar.
julho · 2026
Trocar entre editar e apresentar agora tem uma cena: não um corte seco
- Sair da sua lista de apresentações para editar um deck, ou de um deck direto para o palco, ganhou uma transição própria: a tela assenta suavemente em vez de trocar de uma vez. É um detalhe pequeno que faz a plataforma inteira parecer um só lugar, não telas desconectadas. Não muda nada nas transições entre os slides de uma apresentação. São dois sistemas completamente separados. Quem prefere menos movimento recebe a troca instantânea.
julho · 2026
A Revisão chegou para todos: a aba de aprovação de conteúdo, no seu workspace
- O que estava em testes agora está no menu de todo mundo: a aba Revisão, para aprovar vídeo, social e carrossel sem o caos do grupo de WhatsApp. Cada peça abre fiel ao feed de destino, o comentário nasce no ponto exato (segundo do vídeo ou região da imagem), o fluxo tem seis estados com cor própria, e o seu agente de IA consegue reportar o status do calendário (quais peças já foram aprovadas, quais aguardam). Está incluído no Pro, sem cobrança nova.
julho · 2026
Revisão: comente clicando no ponto exato da imagem, e compare versões lado a lado
- O feedback espacial chegou às imagens e carrosséis: clique no ponto exato onde algo precisa mudar e o comentário nasce ali, marcado. Depois é só clicar no marcador para achar o comentário na hora (o mesmo que já fazíamos por timestamp no vídeo). E o versionamento entrou: cada nova versão de uma peça guarda a anterior (nada se perde), e você compara a atual com qualquer versão antiga lado a lado, na moldura fiel do feed. Aprovar deixa de ser adivinhação: você aponta o quê, onde e em qual versão.
julho · 2026
Na Revisão, adicione mídia por upload, link do Drive, ou deixe sua IA colocar direto
- A aba Revisão ganhou as fontes de mídia: envie uma imagem por upload direto, ou cole um link do Google Drive, Dropbox ou uma URL: o arquivo é referenciado, nunca duplicado, e o preview abre fiel ao feed de destino. O melhor: se o seu agente de IA tem acesso ao seu Drive ou storage, ele adiciona a peça direto na Revisão (a IA é sua; a plataforma só organiza a aprovação). E um guia de primeiros passos aparece na primeira vez, para você começar sem se perder.
julho · 2026
Arrastar no palco agora tem física. As guias antecipam o alinhamento e o elemento assenta
- Mover um elemento no palco ficou com tato: guias inteligentes se acendem antes de você encostar no ponto, centro do slide, margens da área segura, bordas e centros dos outros elementos, e o ímã encaixa ali (segure Ctrl para soltar do ímã). Ao largar, o elemento assenta com um leve springe de pouso, em vez de travar seco. Nada de inércia que atrapalha a mira: ele para exatamente onde você soltou. Quem prefere menos movimento recebe o encaixe sem o assentar.
julho · 2026
O painel de prontidão agora sabe qual é o seu objetivo, e cobra as peças que faltam
- Quando você começa uma apresentação pelo objetivo (aprovar um investimento, fechar uma proposta, prestar contas, sustentar um diagnóstico), esse arquétipo fica guardado com o deck. Aí o painel de prontidão passa a cobrar as peças que aquele objetivo exige: uma proposta comercial sem o slide de investimento, um diagnóstico sem evidência, um resultado sem a decisão pedida. Ele mostra o arquétipo que está checando, para você saber de onde vem cada aviso, e tudo continua determinístico, sem IA.
julho · 2026
A régua de convicção agora enxerga a ORDEM da história: não só cada slide
- O Conviction Score deixou de olhar só slide a slide: agora checa a sequência que convence. Ele aponta quando a prova aparece depois do fecho (a sala ouve a conclusão antes de ver o dado) e quando o deck pede a decisão sem ter mostrado evidência antes. E quando o seu agente informa o arquétipo escolhido (persuasão, proposta, resultado, diagnóstico), a régua confere se falta uma peça essencial. Uma proposta comercial sem o slide de investimento, um diagnóstico sem evidência. Continua tudo determinístico, sem IA e de graça, e a mesma checagem de ordem já aparece no painel de prontidão do editor.
julho · 2026
Seu agente de IA agora recebe a nota de convicção do deck, e sabe onde melhorar
- Quando você gera pelo seu próprio agente (Claude Code, o conector do Claude, Codex, Gemini…), ele agora lê, junto do deck, o Conviction Score: uma nota de 0 a 100 de quão pronto para convencer o deck está, quebrada em seis dimensões, e, o mais útil, a lista do que ajustar, com o slide exato e a ação concreta. O agente mede, corrige onde está fraco e reavalia, sozinho, até o deck chegar lá. A régua é determinística e roda de graça; o julgamento de força de argumento continua sendo do seu agente. A IA é sua: a plataforma entrega a régua.
julho · 2026
Quando a apresentação fica pronta para convencer, o momento é marcado, com sobriedade
- No exato instante em que o seu deck cruza a linha e fica pronto para convencer (convicção alta e nenhum ponto técnico em aberto), o painel de prontidão reconhece o marco: um único brilho discreto atravessa e assenta. Sem confete, sem medalha, sem “parabéns!”. É um reconhecimento executivo, à altura do trabalho. No Modo Executivo e para quem prefere menos movimento, o marco fica silencioso.
julho · 2026
Trocar de seção no editor agora tem movimento: o painel desliza para o lugar
- Ao alternar entre as seções do editor (Slide, Texto, Camadas, Dados, Animações…), o painel desliza suavemente para o lugar em vez de trocar de uma vez. É um detalhe pequeno que faz o editor parecer um estúdio, não um formulário. No Modo Executivo o movimento some, e quem prefere menos animação recebe a troca instantânea.
julho · 2026
O editor agora respira. Uma atmosfera viva e discreta atrás do seu trabalho
- O espaço de edição deixou de ser uma tela morta: um brilho muito lento e diluso, na cor da marca, se move atrás do workspace: o suficiente para o ambiente parecer vivo, nunca a ponto de distrair. É contínuo e calmo, então nunca se confunde com um indicador de status ou de carregamento. No Modo Executivo ele desaparece, e quem prefere menos movimento recebe a atmosfera parada.
julho · 2026
Nada mais trava a tela. Confirmações são inline, e o desfazer é generoso
- Adotamos um princípio no editor inteiro: nenhum pop-up bloqueante interrompe o seu trabalho. As confirmações que ainda fazem sentido (como excluir uma marca) viraram um toque duplo no próprio botão, “excluir” → “confirmar?”, sem uma caixa que trava a página. O salvamento é automático e imperceptível, e o desfazer (Ctrl+Z) cobre até arrastar e redimensionar no palco, um passo por gesto. Você nunca fica preso num diálogo nem perde trabalho.
julho · 2026
A espera de gerar o deck agora conta o que está acontecendo: em tom de trabalho
- Quando a IA monta o deck a partir do seu briefing, a tela deixou de mostrar um “Gerando…” mudo. Agora ela conta a etapa real, em tom executivo: lendo o briefing e separando os números-âncora, resolvendo o gênero e o cenário, montando a arquitetura narrativa, compondo os slides, aplicando tema e ritmo. As mensagens avançam e seguram na última. Nada de mensagens fofas ou de barra que finge terminar. Você sabe o que o sistema está fazendo enquanto espera.
julho · 2026
Comece pelo objetivo: escolha o resultado que você quer, não um formulário
- Na tela de criação, agora você começa pelo que quer alcançar: “Aprovar um investimento”, “Fechar uma proposta comercial”, “Prestar contas de um resultado”, “Sustentar um diagnóstico”. Cada cartão mostra um preview da espinha, a sequência de slides que vai ser montada, e um clique já abre o editor com essa estrutura pronta para preencher. Sem questionário, sem adivinhação: você escolhe o destino e a apresentação já nasce no caminho certo.
julho · 2026
A tela de entrada assenta com calma. Só na primeira vez, e você pode pular
- Na sua primeira visita à tela de login, os elementos assentam numa cascata curta e suave: uma chegada contida, no tom da marca. A partir da segunda vez, a tela já aparece pronta, instantânea: você não espera a animação a cada login. E é sempre pulável. O primeiro clique, tecla ou rolagem assenta tudo na hora. Quem prefere menos movimento recebe a tela estática, direto ao ponto.
julho · 2026
As listas do editor agora respondem ao toque: item nasce, item dissolve
- Pequenos gestos que fazem o editor parecer vivo: quando você adiciona um item a uma lista (cards, tópicos, etapas), ele nasce com um leve salto em vez de simplesmente aparecer; quando você remove, ele dissolve, encolhe e some, em vez de piscar para fora. É rápido, discreto e nunca atrapalha o ritmo. Quem prefere menos movimento (ou usa o Modo Executivo) recebe a troca instantânea, sem animação.
julho · 2026
Um check de pré-voo antes de apresentar: “pronta para convencer”
- A seção Prontidão virou uma tela de pré-voo: num só lugar ela junta a convicção do deck (densidade, hierarquia), a leitura (nenhum fundo animado competindo com o dado) e a prontidão técnica: ritmo e tempo estimado, abertura e fecho, fontes carregadas, QR do fecho, e o backup offline. Quando está tudo firme, ela diz a frase que importa: “Sua apresentação está pronta para convencer.” Nada bloqueia. É conselho no momento de maior tensão, segundos antes de apresentar.
julho · 2026
Modo Executivo: o editor fica calmo quando você quer foco
- Um interruptor no topo do editor: ligue o Modo Executivo e a interface recua para uma superfície sóbria, menos cor, menos ruído, menos movimento, para quando você quer só pensar e decidir. A sua apresentação continua com as cores de verdade no palco; é só o editor que fica calmo. Você liga e desliga na hora, e ele lembra da sua preferência. Nada é adivinhado: a tela só muda porque você mudou.
julho · 2026
A câmera ganhou profundidade. Foco seletivo onde o aparelho aguenta
- Além de aproximar/afastar/focar, os slides de impacto agora têm uma câmera com PROFUNDIDADE: o fundo do slide recua levemente enquanto o número ou título entra nítido: um foco seletivo de cinema. Ela só liga em aparelhos que aguentam (uma checagem automática de capacidade) e, onde não, volta sozinha ao foco simples. Nunca trava, nunca some sem explicação.
julho · 2026
Uma câmera para os slides de impacto: aproxima, afasta, foca
- Os slides de capa, seção, número e fecho agora podem ter um gesto de câmera ao vivo: aproximar (um push-in lento e cinematográfico), afastar, ou foco (o slide entra levemente desfocado e ganha nitidez). É o peso de um keynote, e o motor NUNCA aplica isso sobre gráfico ou tabela, onde a câmera competiria com a leitura. No PDF e com “menos movimento”, tudo fica estático.
julho · 2026
Fundos que respeitam os olhos, e avisam quando competem com o dado
- O movimento de fundo agora tem trava de segurança: nenhum brilho pulsante passa do limite de flash recomendado (a diretriz de fotossensibilidade da WCAG). Vale por slide, e a preferência de “menos movimento” do sistema congela tudo. E quando você põe um fundo animado atrás de um gráfico ou tabela, o editor avisa de leve: o ambiente compete com a leitura ali: “nenhum” ou o grão sutil funcionam melhor.
julho · 2026
Um visual que se transforma pelo deck. Card vira gráfico vira KPI
- Agora um card, um gráfico ou um KPI pode VIAJAR e se transformar de um slide para o outro, como um objeto só atravessando a apresentação: não saltos soltos, uma metamorfose. Na seção Animações, o painel “Cadeia” mostra a sequência (ex.: Bento → Gráfico → KPI) e te deixa encadear o visual deste slide com o anterior num clique. Ao vivo; no PDF, cada elo aparece no seu estado final.
julho · 2026
Slides que viram uma cena só: o fundo não corta
- Marque slides seguidos como “cena contínua” (na seção Transições) e o fundo deixa de cortar na troca: ele flui de um slide para o outro enquanto só o conteúdo muda por cima: a sensação de mudar de cena, não de trocar de slide. Funciona melhor com um fundo animado compartilhado. Ao vivo; no PDF, o corte normal.
julho · 2026
Ajuste o movimento slide a slide: do contido ao grandioso
- Cada slide agora tem seu próprio controle de intensidade de movimento, na seção Animações. Por padrão herda o tom do estilo do deck, mas você pode deixar um slide mais contido ou mais grandioso com um toque, e cada elemento ainda é afinado por conta. É a hierarquia certa: o estilo dá o tom, o slide ajusta a cena, o elemento acerta o detalhe. Um clique volta a herdar do deck.
julho · 2026
Uma abertura de cinema para a sua capa
- A capa agora pode ter um filminho de entrada: o seu monograma floresce no centro (ou uma cortina sobe) e só então o título aparece: o peso de abertura de um keynote de tecnologia. Liga com um clique, escolhe a coreografia e o símbolo, e pré-visualiza no próprio editor com o modo “ao vivo”. Sem som (nunca surpreende a sala). No PDF e nas miniaturas, a capa final aparece direto.
julho · 2026
Um QR no slide de fecho. O público sai com a ação na mão
- O slide de encerramento agora aceita um QR code com chamada: escreva o link (sua proposta, seu WhatsApp, um agendamento) e o QR aparece pronto ao lado do texto de fecho. É a ponte do palco para a próxima conversa: o público aponta a câmera e leva o próximo passo. Renderiza igual no palco, no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Estilizar um trecho ficou fácil. Cor, fonte e tamanho, sem tropeço
- Selecione um pedaço do título ou do texto e pinte com uma cor da marca ou uma cor livre, troque a fonte só daquele trecho (título, corpo ou mono), engrosse ou mude o tamanho. A seleção não se perde mais ao clicar na barra de estilo: o que antes aplicava “no vazio” agora aplica no trecho certo. E a fonte por trecho, que faltava, chegou.
- O aviso de chave de IA parou de atrapalhar: quando aparece, some sozinho e assim que você volta a digitar. O fluxo de escrita fica limpo.
julho · 2026
O editor agora responde: cada gesto tem retorno
- Começou o Motion OS: o editor ficou vivo ao toque. Cada botão afunda de leve ao clicar, o contorno de seleção surge com um pop quando você escolhe um elemento, o painel de tipografia entra em vez de piscar, e um card recém-adicionado desliza para o lugar. São detalhes de milissegundos, com a mesma assinatura em toda a interface. A diferença entre “tem animação” e “parece um produto premium”. Tudo respeita a preferência de menos movimento do sistema.
julho · 2026
Veja o movimento enquanto edita, e pinte cada elemento
- Novo botão “ao vivo” no editor: ligue e o palco passa a rodar de verdade enquanto você edita: os loops dos cards, o hover, o vídeo e o objeto 3D ganham vida ali mesmo, sem entrar no modo apresentação. Assim você avalia o movimento antes de salvar, em tempo real.
- E os círculos aninhados (TAM/SAM/SOM) ganharam cor por anel e uma animação de entrada. Cada círculo cresce do centro em cascata. A mesma cor-por-elemento chegou também ao KPI-quadrante: escolha o tom de cada célula (tinge o mini-gráfico e o número).
julho · 2026
Um objeto de luz no escuro: em 3D de verdade
- Chegou o objeto 3D luminoso: uma escultura de metal (ou um orbe) que capta o reflexo da luz e brilha na cor da sua marca, atrás do conteúdo. Aquele toque de capa de keynote de tecnologia. É 3D real, com reflexo físico, não um desenho. Escolha a forma (escultura, anel ou orbe) e, se quiser, deixe girar devagar. Fica lindo em capa e fecho escuros; repita no slide seguinte e ele parece viajar na virada.
- Some sozinho quando não deve pesar: no PDF, no arquivo offline e nas miniaturas, ele vira um halo de luz na mesma posição: nada trava, nada quebra.
julho · 2026
Mais três da re-análise: círculos de mercado, tela de LED e um estilo cinematográfico
- Círculos aninhados (TAM/SAM/SOM): um jeito claro de mostrar o tamanho da oportunidade. Três círculos que se contêm, do mercado total ao que dá para capturar, com o alcançável em destaque. É o slide de dimensionamento de mercado que faltava, diferente das bolhas e do sonar (que mostram outra coisa).
- Novo enquadramento Palco / LED: dê a um slide de capa ou de fecho o ar de uma tela gigante num auditório escuro: um brilho de tela e uma vinheta de sala, sem exagero. Impacto de keynote num clique.
- E um estilo novo, Órbita Aurora: fundo escuro com um objeto de luz que respira, transições em dissolve lento e o número-herói que incha e assenta. Para pitch e lançamento com cara de filme.
julho · 2026
Do estudo das melhores apresentações: KPI-quadrante, card aceso e um tema calmo
- Chegou o KPI-quadrante: um quadro de resultados onde cada célula mostra o ANTES → DEPOIS de um indicador, com mini-gráfico e a variação já colorida. Queda de custo ou de tempo aparece em verde, porque cair é bom. É o slide de resultado de piloto que faltava: a história inteira num olhar.
- Novo acabamento “Aceso”: o card mais importante do slide fica retroiluminado, com um brilho saindo de trás dele, enquanto os demais recuam. O olho vai direto ao que importa. Funciona em tema claro e escuro e sai igual no PDF.
- E um tema novo, Eucalipto: sálvia dessaturada + café com uma serifa quente: calmo e premium, para board contábil e institucional que quer sobriedade sem frieza.
julho · 2026
Editar um elemento ficou direto: dois cliques e o editor abre no lugar certo
- Dê dois cliques num elemento do slide, um gráfico, um nó do fluxo, um bloco do canvas, e o editor pula direto para a seção que edita AQUELE elemento (Cards & Gráficos para dado, Texto para uma caixa solta). Acabou o vai-e-volta procurando onde mexer.
- A seleção agora chama cada coisa pelo nome: ao clicar num nó do fluxo, a etiqueta mostra “Início” ou “Condição”. Não um código interno. E o clique-direito abre a tipografia do elemento que você clicou, sempre o certo.
julho · 2026
Um tipo novo: o Fluxo: Início → Condição → Ação
- Chegou o Fluxo: um gráfico de processo onde você desenha nós, Início, Condição, Ação, Fim, conectados por linhas curvas que brilham. É o jeito de mostrar como algo funciona: uma automação, uma jornada, um pipeline de decisão. Cada nó tem o seu papel (o Início ganha o acento da marca, a Condição ganha o losango) e você posiciona cada um onde quiser.
julho · 2026
O canvas ganhou gráficos, e mais controle sobre cada bloco
- O Canvas livre agora aceita GRÁFICOS: solte um mini-gráfico de linha (com área preenchida) ou de barras em qualquer ponto do slide e monte um painel-resumo completo. Números, cards e gráfico juntos, cada um onde você quiser. É o painel de descobertas que faltava.
- E cada bloco ficou mais controlável: escolha a superfície do card (vidro ou papel) e organize a profundidade com trazer à frente / enviar para trás. Tudo arrastável no palco, e renderiza igual no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Canvas livre: componha um slide com vários elementos
- Chegou o Canvas livre: um tipo de slide-tela onde você posiciona vários elementos, números, cards e texto, livremente, arrastando cada um para onde quiser. É a resposta para o slide-resumo, o painel, o dashboard: quando o todo precisa aparecer junto, e não uma ideia por vez. Some um bloco, arraste para o lugar, edite o conteúdo no painel. Os ímãs alinham automaticamente (segure Ctrl para soltar).
- O resto da plataforma continua fiel à doutrina de uma ideia por slide. O Canvas é a exceção deliberada, para quando você precisa compor. Renderiza igual no palco, no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Escolha o gráfico certo num clique, e dê vida aos cards
- A seção Elementos virou um catálogo de verdade: escolha entre os tipos de gráfico e elemento visual, número, comparação, tendência, composição, geográfico, processo, produto, grade, mídia, e o slide se transforma no visual escolhido, já com dado de exemplo para editar e o contexto (título, fundo, notas) preservado. Antes só dava para editar o que já estava lá; agora você insere o visual que quiser.
- E os cards ganharam aparência e movimento próprios: superfície (vidro, papel, esmaecido), movimento em loop (flutuar, pendular, oscilar, brilho…) e efeitos ao passar o mouse (elevar, brilho, inclinar, revelar: este foca o card sob o cursor e recolhe os outros). Cada coisa no seu lugar: o que é do slide (fundo, moldura) ficou na seção Slide; o que é do card ficou com os cards. O palco e a web animam; o PDF congela.
julho · 2026
Fundos que têm profundidade, e um grão que dá alma
- Chegaram quatro fundos novos, todos procedurais (o motor desenha, não é imagem pesada) e fiéis à nova marca: o Granulado, uma base calma de quase-preto com um brilho azul e textura de filme. Segura atrás de qualquer conteúdo; as Ripas, lâminas de luz vertical para uma capa de impacto; o Contorno, uma única linha de luz fina no preto absoluto, para o palco e o telão de LED; e o Líquido, curvas escuras com brilho de borda, no espírito de um keynote.
- E o grão de filme virou um controle próprio: um deslizador que adiciona textura ao fundo: sutil quando a marca pede discrição, mais presente quando a capa pede caráter. Tudo renderiza igual no palco, no PDF e no arquivo offline, e respeita quem prefere menos movimento.
julho · 2026
Um número que diz se a sua apresentação convence
- A pergunta que ninguém respondia, "isto convence?", agora tem uma nota. O editor ganhou a seção Prontidão: uma pontuação de 0 a 100 que mede o seu deck pela doutrina da casa em seis frentes. Clareza, hierarquia, estrutura, foco, contraste e movimento. Sem opinião, sem IA: é a mesma conta que os melhores apresentadores fazem no instinto, feita para você por regra.
- E o mais útil não é a nota: é a lista de ajustes que vem com ela: cada um aponta o slide exato e diz a ação ("marque o número que importa como herói", "este slide tem 52 palavras, a régua é 40"). Clique e a plataforma leva você direto ao slide. Nunca bloqueia nada; quem apresenta decide. Quando está firme, a nota diz o que você quer ouvir segundos antes de entrar na sala: sua apresentação está pronta para convencer.
- Quem monta pela IA conectada também ganha: a IA passou a conhecer essa mesma régua antes de escrever, então já chega mirando o deck que convence. Não um que só preenche a tela.
julho · 2026
Uma cara nova, e o editor que aconselha a sua composição
- A plataforma ganhou a nova identidade PÍNAX: quase-preto, um único azul elétrico usado com parcimônia e tipografia mais leve: a força vem do tamanho e do espaço, não do peso. Menos cor, mais foco.
- E o destaque das suas frases (aquela palavra que ganha cor) passou a ser da SUA marca: você escolhe a cor de ênfase e ela pinta os destaques do deck inteiro, sem mexer em código.
- No editor, um conselheiro de composição: enquanto você monta, a plataforma avisa com delicadeza quando um slide tem pontos demais de peso igual, quando falta um número-herói, ou quando o acento aparece em mais de um lugar. Nunca bloqueia. É conselho, você decide. É a mesma doutrina que a PÍNAX prega, agora ensinada na tela.
julho · 2026
Novas formas de mostrar um número, e gráficos que brilham
- Chegaram jeitos novos de apresentar dado com impacto: o gráfico de linha pode mostrar o valor em cada ponto, ou só os pontos, sem número, quando o que importa é ver subir ou descer, e a curva pode ganhar brilho, o visual de relatório de mercado.
- Dois recursos de proporção: os anéis luminosos, em que a parte acesa de cada anel é o próprio valor (33%, 48% e 67% lado a lado), e as esferas: bolas com profundidade real cujo tamanho cresce com o número, para quando a composição pede peso visual.
- E o vidro dos painéis ficou mais refinado: a luz vem de cima e a profundidade é em camadas. Parece vidro de verdade, não um retângulo translúcido.
- Chegaram mais três formatos: o card de abas, em que a mesma tela mostra problema numa aba e solução na outra (a seta passa as abas antes de virar o slide, no controle e no celular); o mapa de fios, em que várias fontes convergem num ponto central por linhas que brilham, para quando tudo se integra num só lugar; e o card de produto, uma moldura de vidro com pílulas de métrica e um mini-gráfico de barras (uma acesa, mais a linha de média): o jeito de anunciar um recurso ou um caso.
julho · 2026
Cada template com a sua própria linguagem, e a marca pintando o deck inteiro
- Os visuais deixaram de ser a mesma estrutura repintada: agora cada um compõe do seu jeito. O Dossiê virou um documento de auditoria. Linhas de razão, índice de seção, o gráfico como argumento, zero cor; o Papel Suíço virou cartaz: tipografia colossal, colunas de previsão, preto no branco. A narrativa é a mesma (uma ideia por slide); o visual é que passou a ter sotaque.
- E quando você tem uma marca salva, ela agora rege o deck inteiro desde o slide 1. A cor, a fonte e a assinatura passam a ser as suas de verdade. Ao montar pela IA conectada, ela também sugere o visual pelo que o seu conteúdo pede: uma consultoria sóbria não recebe a mesma cara de um lançamento: nunca mais um padrão único para tudo.
julho · 2026
A IA passou a sugerir, não só perguntar, e a aprender o seu gosto
- Quando você monta uma apresentação conversando com a IA (pela conexão MCP), ela agora chega com proposta: lê o seu briefing, entende o tipo de apresentação e sugere a estrutura, o visual, o movimento e até o que animar. Sempre explicando o porquê e perguntando uma coisa de cada vez. Continua sendo sua a palavra final; o que muda é que você não recebe mais uma lista de opções na cara de quem só queria ajuda.
- E ela aprende: as escolhas da sua organização viram preferência, e a próxima conversa já começa sabendo o seu gosto, como viés, nunca como imposição. Se você não tem uma marca, a IA também pode criar uma: a paleta é derivada por matemática de cor e passa pelas mesmas checagens de legibilidade do resto da plataforma: uma marca ilegível não nasce.
- No editor: configurou a animação de um elemento e quer nos outros? Um clique aplica a todos (sua posição arrastada é preservada). Chegaram duas transições novas: Persiana, que abre em lâminas, e Foco, em que o slide entra desfocado e resolve. E cada elemento pode agora ganhar superfície própria: papel, textura ou esmaecido: este último para fazer o contexto recuar e só o essencial ficar em foco.
julho · 2026
Cada visual agora tem geometria própria: não só cores diferentes
- Até aqui, trocar de visual mudava cor, fonte e movimento, mas a forma continuava a mesma. Agora cada um tem a própria geometria: o Papel Suíço e o Dossiê têm canto reto e traço grosso; o Sereno e a Vitrine têm cartões macios de canto largo; o Boutique quase não tem moldura, porque o peso está na serifa. Até o tamanho do texto de destaque muda: o Violeta traz o numeral mais colossal, o Editorial o mais denso.
- E chegaram dois visuais que faltavam: o Cartaz (blocos de cor chapada e tipografia preta pesada, sem gradiente, sem sombra, sem canto: é cartaz, não interface) e o Duotone, feito para apresentações em que a fotografia manda e o resto sai da frente. São 23 visuais e 111 pontos de partida.
julho · 2026
Modo Painel: sua apresentação agora entende o que é um LED
- Um painel de LED não é um monitor grande, e a plataforma passou a tratá-lo como o que ele é. Ao declarar que a tela é um LED, o motor ajusta sozinho: o branco para de queimar (a 1.000 nits, branco puro sangra luz e cansa a plateia), o preto sobe um degrau (senão aparecem o ruído do módulo e a emenda entre placas), os traços finos engrossam (um filete de 1px cai entre dois LEDs e cintila) e o movimento sutil desliga (o painel tem persistência alta e deriva fina vira borrão). O brilho continua: brilho não borra.
- Chegaram também quatro padrões de composição tirados de referências reais: o número dentro de uma pílula que sangra pela borda, a linha do tempo como stepper numerado, barras totalmente arredondadas e cantos de registro (aquelas marcas de prova de gráfica que dizem “isto é um documento”).
- E mais quatro estruturas narrativas prontas, Brand Film, QBR, All-Hands e Pesquisa/Whitepaper, que levaram os pontos de partida de 77 para 105.
julho · 2026
Dez visuais novos, e os pontos de partida saltaram de 30 para 77
- A biblioteca de visuais quase dobrou: agora são 21 temas e 26 estilos. Entre os novos, o Noir monocromático (preto, serifa e o dado que brilha, sem nenhuma cor), o Dossiê suíço (zero cor e o gráfico como argumento), a Vitrine de luz (onde a cor não pinta, ilumina), o Violeta de palco, o Menta noturno, o Azimute claro, o Fluxo neon, a Brasa comercial e o Lima radiante.
- Cada um tem paleta, tipografia e movimento próprios: não é a mesma capa repintada. E como cada visual se combina com as estruturas narrativas, os pontos de partida prontos passaram de 30 para 77: do board sóbrio ao painel de LED, é mais fácil achar um que já nasce com a sua cara.
julho · 2026
A marca entra desde o slide 1: escolha logo no começo
- Ao abrir uma apresentação nova, a plataforma já pergunta se você quer usar uma das suas marcas salvas. “Sem marca” continua sendo o padrão honesto, mas agora é uma escolha consciente, não um esquecimento.
- Escolheu a marca? A assinatura de rodapé se preenche sozinha com o nome dela, e a paleta, a fonte e o logo passam a reger o deck desde o primeiro slide. Trocar de marca reescreve a assinatura, sem nunca apagar um texto que você tenha digitado à mão.
julho · 2026
O tempo da transição agora é seu: duração e curva por slide
- Cada transição pode ter a sua duração e a sua curva de movimento: um zoom mais seco e rápido num divisor, um fade lento e suave num respiro. Antes o ritmo vinha só do tema; agora você ajusta slide a slide, e um botão aplica o mesmo tempo a todos de uma vez.
- O ajuste é fiel: o que você vê no “Reproduzir” dentro do editor é exatamente o que sai ao apresentar, no link público e no arquivo offline.
julho · 2026
Pinte uma palavra. Cor, peso e tamanho no trecho que você escolher
- Selecione uma palavra no título (ou em qualquer texto) e dê a ela a cor da marca, negrito ou um tamanho maior, sem afetar o resto da frase. Antes o destaque era um só; agora o controle é do trecho exato, com uma barrinha que aparece ao editar.
- É controlado de propósito: as cores saem da paleta do tema (ou um tom que você escolher) e o tamanho tem limite: nada de um texto que se descontrola. E o refino viaja junto: sai igual ao apresentar, no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Cards e gráficos com cor e profundidade. O controle fino que faltava
- Cada card de um bento agora pode ter a sua cor: uma barra de acento e o número tingido, sempre legível (a plataforma ancora o tom no escuro para nunca virar letra apagada). É a diferença entre um painel “certinho” e um que tem hierarquia de cor de verdade.
- Os gráficos ganharam uma cor de acento própria: pizza, funil, medidor, barras e o mapa: escolha a cor da marca do momento sem depender do tema. E o mapa 3D expôs os controles que só existiam por baixo do capô: aproximar a câmera de uma região ao avançar, o tempo dessa aproximação e a camada de relevo metálico com reflexo real para os momentos de maior impacto.
julho · 2026
O celular virou um controle de verdade, com cronômetro e destaques na ponta do dedo
- Além de passar e voltar, o celular agora tem um cronômetro de palco: começa sozinho quando a apresentação abre, e você pausa ou zera com um toque. O ritmo na mão, sem olhar para o relógio.
- E dá para comandar os destaques direto do celular: quando um slide tem cards ou itens, eles aparecem como botões: toque um e o palco ilumina aquele elemento na hora, sem precisar avançar em ordem.
julho · 2026
Link público que se apresenta sozinho, quando você quiser, no tempo que quiser
- O link público (/s) ganhou um modo self-running: ligue no editor e o link abre já apresentando, avança sozinho e para no último slide. Perfeito para webinar, quiosque ou mandar para quem não estava na sala. Quem abre pode pausar quando quiser.
- O tempo de cada slide é seu: um ritmo geral para o deck todo e, se precisar, um tempo próprio slide a slide: segure mais num gráfico denso, corra num divisor. E, por padrão, o link continua parado até quem abre apertar “auto”: a plataforma nunca promete um automático que você não ligou.
julho · 2026
Texto sempre legível. Agora é impossível um slide sair com letra invisível
- Um texto claro sobre fundo claro (ou o contrário) simplesmente não passa mais: ao salvar, a plataforma detecta a cor ilegível, volta para a cor certa do tema e avisa o que trocou. Vale para tudo: deck feito à mão, pela sua IA ou pelo conector.
- Corrigimos também dois pontos antigos onde números de gráfico e rótulos de diagrama podiam sumir em slides claros. E uma verificação automática passou a rodar a cada versão, garantindo que os 11 temas nascem legíveis nos três fundos.
julho · 2026
Reordene cards e itens arrastando, e o controle pelo celular ficou instantâneo
- Agora dá para reordenar os cards de um bento, os itens de uma lista, as barras de um gráfico e os pontos de um mapa: aparece uma alça ⠿ ao lado de cada um, é só arrastar. O destaque e os ajustes finos de posição seguem o card, não a posição antiga.
- O controle pela apresentação pelo celular ficou instantâneo. O slide passa no toque, sem aquele meio-segundo de espera. E dois toques rápidos contam os dois, em vez de virar um só.
julho · 2026
Editou e salvou? Aparece na hora, e a tela do deck ficou mais simples
- Corrigimos um problema em que uma edição salva às vezes não aparecia ao apresentar em seguida: agora a mudança vale já na primeira vez, sem recarregar.
- A tela do deck deixou de ter quatro botões que pareciam a mesma coisa: agora há um só claro, Apresentar, e as variantes (segundo monitor, telas & LED) ficam num menu, quando você precisa. Exportar também se recolheu num lugar só.
julho · 2026
Controlar a apresentação pelo celular agora simplesmente funciona
- Antes você precisava passar por uma tela de configuração para o celular controlar os slides, e mesmo assim nem sempre pegava. Agora toda apresentação já nasce pronta para o controle: aperte C na tela, aponte a câmera do celular no QR, e avance do bolso.
- O celular passou a dizer a verdade sobre a conexão: mostra "ao vivo" só quando há mesmo uma apresentação aberta do outro lado, e "procurando palco…" quando não há. Sem mais aquele falso "funcionou" quando nada acontecia.
julho · 2026
A Pínax virou um conector do Claude. Cole o endereço, entre com a sua conta, pronto
- Plugue a Pínax no Claude (site ou app) como conector: ele passa a enxergar suas apresentações como ferramentas e monta o deck durante a conversa, sem você sair do chat.
- Sem chave, sem código, sem colar segredo: você cola um endereço, clica em Conectar e uma tela nossa pede a sua permissão, como em qualquer site em que você entra com uma conta. O Claude nunca vê a sua senha.
- Você escolhe o workspace na hora de autorizar, e a permissão respeita o seu papel: quem é leitor concede só leitura, mesmo que o aplicativo peça para editar. Dá para desconectar quando quiser.
- Prefere o terminal? O Claude Code, o Cursor, o n8n e qualquer agente próprio continuam ligando pela chave da plataforma, em Configurações → Conexão. Os dois caminhos falam com o mesmo servidor e têm as mesmas ferramentas.
- Em Conexão você vê a lista de aplicativos conectados, quando entrou, quando usou pela última vez, se pode editar ou só ler, e desconecta qualquer um com um clique.
- Os 11 temas passaram a valer para a sua IA também: Boutique, Mercúrio, Suíço, Produto e Ateliê existiam na plataforma mas eram recusados quando um agente pedia. Agora ela escolhe qualquer um deles.
julho · 2026
Esqueceu a senha? Agora você mesmo resolve, em menos de um minuto
- Nova tela "Esqueci minha senha" no login: digite o e-mail, receba um link e defina uma senha nova, sem precisar falar com ninguém. O link vale por 1 hora e só funciona uma vez.
- Por segurança, ao redefinir a senha TODAS as sessões abertas em qualquer dispositivo são encerradas na hora: você entra de novo só com a senha nova, em todo lugar.
julho · 2026
O motor aprendeu física de cinema, e o editor ganhou um console de comando
- A câmera do mapa 3D agora VOA de verdade: em vez de deslizar em linha reta, ela viaja numa curva de grua com o zoom em passos perceptualmente honestos, e em voos de estado para estado, recua de leve no meio do caminho antes de mergulhar, como um documentário faria.
- Ctrl+K no editor abre a paleta de comandos: digite e vá a qualquer slide, adicione qualquer tipo, duplique, desfaça, reproduza, salve, sem tirar as mãos do teclado. Navegação completa por setas e leitor de tela.
- Nova transição Líquida: o próximo slide escorre por cima do atual em bolhas que se fundem. E a Revelação por Foco: a fotografia entra desfocada e resolve quando o slide assenta.
- Dois fundos vivos novos: Corrente (um campo de pontos derivando como água lenta) e Respiro (um gradiente que respira nas cores da SUA marca: nunca numa paleta fixa).
- Microtipografia automática: ao salvar, aspas viram curvas, três pontos viram reticências e o hífen solto vira travessão: em tudo que você escreve, sem você pensar nisso. Conservador: nunca toca em links, números ou palavras compostas.
- As misturas de cor dos gráficos e do tratamento de foto agora interpolam em espaço perceptual (oklab): o meio do caminho entre duas cores não escurece mais. O detalhe invisível que separa web de cinema.
- O editor de marca ganhou o contraste APCA (a base do futuro WCAG 3) ao lado do WCAG: a leitura de contraste certa para texto claro em fundo escuro: exatamente o palco das suas apresentações.
- E a tipografia respirou: texto pequeno renderiza no desenho óptico correto, títulos não deixam palavra viúva, o corpo hifeniza no idioma do deck (PDF incluso), e o tema Ateliê liga os eixos expressivos da própria Fraunces.
julho · 2026
O slide comum ficou incomum, e a sua conta ganhou porta de vidro
- Novo slide de mockup: declare o dispositivo (iPhone, notebook, desktop ou navegador) e cole o print. O motor desenha a moldura vetorial em volta, com inclinação sutil e sombra de contato. O slide mais comum do pitch de produto, agora nativo: nunca mais uma foto de iPhone colada.
- Foto tratada: qualquer fotografia de fundo pode vestir a paleta do deck (duotone + grão + vinheta, sóbrios) e ganhar o pan lento estilo documentário (Ken Burns) nos slides de permanência. E vídeo sem chrome: o clipe entra como parte da composição, sem barra de player, sem botão, e o PDF congela no poster.
- Tela ao vivo dentro do slide (beta): num treinamento, transmita uma janela desta máquina DENTRO da apresentação: a demo acontece sem alt-tab, e parar é um clique.
- O mapa 3D agora se apresenta: ao aproximar a câmera de um estado, os nomes das regiões com dado aparecem discretos sobre o chão. De longe o mapa fica limpo, de perto ele se explica.
- Cadastro com verificação de e-mail e consentimento de verdade: você marca o que aceita (Termos, Privacidade, maioridade, e marketing é opcional, nunca pré-marcado), cada escolha fica registrada com versão e data, e o link de confirmação chega no seu e-mail.
- Portal de privacidade em Configurações: exporte seus dados em um clique, veja o histórico dos seus consentimentos, mude a escolha de marketing quando quiser, e exclua a conta de verdade (com as suas organizações, quando você é o único membro).
- Termos de Uso e Política de Privacidade publicados (em revisão jurídica final, e sinalizados como tal), com base legal explicada por finalidade, canal do encarregado (DPO) e prazos de resposta. E o banner de cookies fala a verdade: hoje só existem os essenciais, e o banner diz isso.
julho · 2026
O site virou uma apresentação, e a oferta de Fundador mudou
- A home agora se comporta como o produto: as seções chegam como slides (transições horizontais dirigidas pelo scroll), os casos de uso empilham e abrem num palco clicável, e o console + o celular são demos VIVAS: você clica em Avançar e o palco ao lado obedece de verdade.
- A assinatura se demonstra sozinha: o nome é digitado e a cursiva se desenha, com o carimbo assentando no fim. E o chat da IA agora fecha no mapa do Brasil AO VIVO, com a câmera aproximando do estado: não um print.
- O card Pro dos preços ganhou vidro sólido escuro com gradiente vivo, brilho que segue o mouse, botão magnético, e os números fazem count-up suave ao trocar mensal/anual ou R$/US$.
- Oferta de Fundador atualizada: selo permanente, 1 mês de Pro grátis, TUDO que existe hoje liberado de forma vitalícia, e acesso antecipado às novas features, para os primeiros 1000.
- Regra mais simples para IA: qualquer agente que fale MCP ou tenha chave de API já gera apresentações aqui.
julho · 2026
Feita para a SUA tela: o desktop grande virou primeira classe
- Em monitores grandes (e no zoom que você realmente usa), a plataforma inteira agora escala junto: nada de coluna estreita perdida no meio da tela. O editor, o pré-voo e o painel crescem na proporção certa.
- O site voltou a respirar: em telas altas, cada ideia ocupa a própria tela: a jornada de scroll é uma sequência de cenas de novo, não um corredor apertado.
- E o editor ficou cravado: as miniaturas do filmstrip e o palco abrem já na escala exata, no primeiro instante, sem aquele piscar desproporcional ao carregar.
julho · 2026
Uma apresentação, várias telas: até parede de LED
- Telas & LED no pré-voo: escolha o formato do palco (16:9, 21:9 telão, 9:16 totem vertical…), a distância do público (o conteúdo cresce pra ler de longe) e divida o canvas em até 4 telas físicas. Cada tela abre o próprio link (QR) e SEGUE o apresentador sozinha: as transições rodam em cada pedaço, em uníssono.
- Se uma tela perder a internet, ela não trava: mantém o slide e realinha sozinha quando a rede volta. A tela nunca comanda. Só acompanha (o controle segue exclusivo do apresentador).
julho · 2026
A marca ganhou casa própria, e a plataforma inteira fala inglês
- O guia da marca virou página viva em /marca: os princípios, a paleta Azul de Alexandria com hex que copia num clique, a escala tipográfica áurea real, e o monograma Π renderizado nos 11 temas direto do motor do produto: não são imagens, é o registry (mudou o tema no produto, a página acompanha). Com os arquivos da marca em SVG para baixar.
- A plataforma INTEIRA agora fala inglês nativo. Painel, editor (até o último painel de tipografia), e-mails e o deck-exemplo público em inglês. Um clique em PT | EN na barra lateral troca tudo; o português segue sendo o padrão. O SEU conteúdo (títulos, briefings) nunca é traduzido.
julho · 2026
Fechar negócio virou parte da apresentação
- Profundidade de verdade no site: as seções agora têm camadas que andam em velocidades diferentes no scroll (parallax disciplinado: sutil, nunca enjoativo), os cards ganham 2.5D ao mouse, e as molduras de dispositivo inclinam de leve enquanto o conteúdo vive dentro delas. Tudo desliga se você prefere menos movimento.
- Galeria Viva: um novo tipo de slide onde os cards se movem SOZINHOS. Física real (deslizam, respiram, e desaceleram suavemente quando você foca um card). Perfeito pro momento de respiro, Q&A ou portfólio: a apresentação continua viva enquanto você fala. No PDF, congela no card central.
- A galeria de temas do site ganhou a mesma física: desliza sozinha, arrasta com momentum de verdade (solta e ela continua, freando como um objeto real), e o tema no centro é sempre o herói.
- O site fala inglês nativo: home, preços, história, docs, guia, changelog e suporte transcriados em /en (reescritos por conceito, não traduzidos), com preço em dólar, demonstrações ao vivo em inglês e troca PT ⇄ EN na navegação. E o motor virou poliglota: números, count-up, odômetro e gráficos seguem o idioma do deck.
- Pacote Pínax (.pnx): sua apresentação inteira num arquivo só: abre com duplo-clique em qualquer navegador, sem internet, sem instalar nada, com TODO o movimento (transições, giro, odômetro, coreografia, mapa). Envie por e-mail ou pen drive; o que o PowerPoint exporta parado, aqui viaja vivo.
- Giro (roleta 3D): além do Magic Move, um elemento agora pode VIRAR entre slides. Um objeto de duas faces revelando o verso, com luz no ápice do giro. Para troca de assunto; o morph segue para o mesmo dado evoluindo.
- Odômetro no número-herói: cada dígito é uma roleta mecânica que desliza e TRAVA no valor: os da direita param primeiro, como um painel Solari. Para o resultado que merece peso físico.
- Galeria de transições viva no editor: as opções se demonstram sozinhas em miniatura (uma onda percorre a vitrine) e as que combinam com o SEU slide aparecem primeiro, marcadas com ✦. A mesma sugestão que a IA recebe.
- Coreografia de transição: elementos diferentes se comportam diferente NA MESMA troca: o número resolve primeiro, o fundo morfa por baixo, o rótulo confirma por último. Com receitas prontas, e cada camada no seu tempo.
- Tilt ambiente: uma imagem ou objeto 3D pode respirar sutilmente enquanto o slide está em tela. Vida no slide parado, sem competir com o conteúdo.
- Sua IA, sua conta: a Assinatura agora mostra o gasto real de IA do mês (tokens × preço do SEU provedor): dinheiro que a Pínax nunca vê, com a estimativa honesta do que um markup de mercado custaria a mais.
- Assinatura no último slide: numa proposta pública, o QR de assinar aparece quando a apresentação termina. O cliente assina no celular (a cursiva se desenha ao digitar) e o PDF sai carimbado.
- Board público de feedback (em Suporte): sugira, vote e acompanhe o status: o que sobe vira prioridade.
- Site novo em 5 atos, com o motor real da plataforma rodando dentro da página (nada de mockup).
julho · 2026
Monetização honesta + A Guarda
- Plano Pro por R$ 35/mês. Cobra a plataforma, nunca a IA (que é sua, pela sua chave).
- Grátis de verdade: decks sem IA ilimitados + 5 gerações com IA por mês via seu agente.
- A Guarda: auditoria permanente de segurança, isolamento por RLS, anti-SSRF, rate-limit, chaves cifradas, com suítes que rodam a cada deploy.
junho–julho · 2026
O motor de apresentar
- 11 temas e 16 estilos de movimento, do board sóbrio ao palco cinematográfico, e a sua marca sobrepõe qualquer um.
- Magic Move (continuidade): títulos e números viajam entre slides, com a spring do tema.
- Mapa 3D com câmera ao vivo (o zoom geográfico avança com a seta) e camada WebGL opcional.
- Console de pré-voo + controle pelo celular via QR: apresentar sem cabo, sem app.
- Export PPTX fiel (shapes nativas e editáveis), PDF grátis e Documento leave-behind com DOCX.
- Conexão MCP: Claude, Codex e Gemini criam e editam decks com chave por sessão de escopo fino.
o que vem depois? quem decide junto é o board público