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O que entrou, na ordem em que entrou.
atualizado em 2026-08-01 · só entra aqui o que está no ar
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agosto · 2026
Chegou o plano Equipe: 6 assentos por R$ 150/mês
- Grátis e Pro são planos individuais — incluem só você. Para trabalhar em time existe agora o Equipe: R$ 150 por mês com 6 assentos, e R$ 25 por assento adicional (o mesmo preço dentro e fora do pacote, então crescer não pune).
- Os assentos ficam à vista na Sala da Empresa, e um convite pendente já reserva o lugar — assim cinco links gerados de uma vez não estouram o limite sem ninguém perceber. Se um assento acabar entre gerar o convite e a pessoa aceitar, o aceite avisa em vez de falhar em silêncio.
agosto · 2026
Sala da Empresa: quem no seu time está construindo — e o que fecha
- Nova página para quem coordena (Dono e Administrador): a produção do time por pessoa, quantas apresentações cada um construiu, quantas tiveram desfecho registrado e a taxa de fechamento do time. Quem ainda não produziu aparece igual — um relatório que esconde os zeros mente por omissão.
- E as apresentações criadas pelo seu agente pararam de nascer órfãs: agora ficam atribuídas a quem gerou a chave de conexão. Como sempre, só contagem e desfecho — o conteúdo dos slides de ninguém é lido.
julho · 2026
Quando você corrige o que a IA gerou, ela aprende — sem você preencher nada
- Se o agente monta a apresentação e você troca o tema, acabou de dizer, em um clique, que a escolha dele estava errada e qual é a certa. Isso agora vira aprendizado do seu workspace e entra nas próximas sugestões. O mesmo vale para o estilo e para quando você enxuga bastante o número de slides.
- Com duas travas de bom senso: só aprende o que você ESCOLHEU (nunca o que descartou), e só na primeira revisão de cada apresentação da IA — depois disso o arquivo é seu, e editar é só editar. Nada de conteúdo dos seus slides é lido.
julho · 2026
O que fechou passa a guiar o que vem: suas apresentações agora ensinam a plataforma
- Você já podia registrar como cada apresentação terminou — fechou, não fechou, em andamento. Agora isso volta para você: no Perfil, um painel “O que funcionou” mostra a taxa de fechamento por tema e as últimas apresentações com o seu próprio comentário ao lado do desfecho.
- E o agente passou a usar essa evidência ao sugerir. A régua é simples: frequência é hábito, resultado é evidência — um tema que você usou dez vezes sem fechar vale menos que um usado três vezes que fechou três. Ele diz o porquê na cara (“as suas apresentações que fecharam usaram este tema”) e continua sendo sugestão: nada se aplica sem você confirmar.
julho · 2026
Imagem que o agente acha na web agora é conferida antes de entrar no slide
- Quando ele busca uma foto para a sua apresentação, a plataforma verifica o link antes: existe mesmo, é uma imagem (e não a página que a mostra) e tem resolução para a tela. Se for pequena demais ela avisa que vai pixelizar; se for retrato num palco deitado, avisa que o corte vai comer topo e base.
- O fluxo ficou explícito: ele acha, confere, te mostra as opções e só insere depois que você escolhe — inclusive porque o direito de usar a imagem é seu, não dele. E quando não há foto, ele usa os recursos desenhados do próprio motor, que nunca aparecem quebrados no palco.
julho · 2026
O agente decide sozinho o que é ofício e pergunta o que é fato — e revisa o próprio deck antes de te entregar
- Ficou explícita a régua que ele segue: transição, ritmo dos fundos, quantos slides, que tipo serve cada ideia — isso ele resolve, porque é o trabalho que a plataforma existe para carregar. Já número, nome, preço, prazo, promessa e citação ele nunca completa: pergunta ou deixa a lacuna à vista. E toda escolha que ele fez por conta própria vem anotada na entrega.
- E a nota de qualidade do deck agora chega junto com o deck: assim que ele monta, recebe a pontuação e a lista do que mais melhora a apresentação — com instrução de corrigir antes de te mandar o link. Antes, essa conferência dependia de ele lembrar de pedir.
julho · 2026
O agente agora sabe o que NÃO pode inventar — e para de pedir o que você já anexou
- Antes de montar, ele verifica os recursos: se falta a sua marca, se a marca está sem logo, se há um número no briefing sem dizer de onde veio. Cada item vem com a saída — pedir a você, usar um substituto legítimo (os fundos e molduras do próprio motor, por exemplo), ou seguir e registrar a suposição. O que ele nunca faz é preencher a lacuna com invenção.
- E os arquivos que você anexa à sessão passaram a contar: se o trimestre só existe na planilha, ele lê dali em vez de perguntar de novo — e a planilha vira a origem declarada dos números.
julho · 2026
O agente agora apresenta o PLANO antes de montar a apresentação — e você aprova (ou pede ajuste)
- Antes de gerar os slides, o seu agente propõe o roteiro: uma linha por slide, com o tipo, a única ideia daquele slide e por que ele existe. Você lê em meio minuto na página da sessão e decide — Aprovar, ou Pedir ajuste com um recado que o agente lê e replaneja.
- É a diferença entre corrigir o rumo numa frase e refazer trinta slides. O plano também passa pela mesma régua da casa (abre com capa, prova antes de pedir a decisão, sem dois números-herói juntos, ritmo de ~10s por slide) — e os alertas aparecem antes de existir slide, não depois.
julho · 2026
Quer acompanhar sem criar conta? Agora dá para pedir aviso quando algo novo entrar
- No topo desta página você deixa o seu e-mail e é avisado quando entrar algo novo na plataforma — sem criar conta, sem spam. O consentimento é explícito e dá para sair quando quiser.
julho · 2026
Na Revisão, um calendário visual: veja o mês inteiro e programe cada peça num dia
- A aba Revisão ganhou a visão Calendário: o mês inteiro numa grade, com cada peça no seu dia — a cor do card mostra o estado (em edição, aprovado, agendado…) num relance, e o dia de hoje fica destacado.
- Programar é direto: na lista embaixo do calendário, escolha a data de cada peça (ou limpe para tirar do dia). Alterne entre Quadro e Calendário quando quiser — é a mesma fila, duas leituras.
julho · 2026
Leve a sua marca com você: agora dá para exportar o Brand Kit num arquivo e importar em qualquer workspace
- Em Marcas, cada marca ganhou “exportar”: baixa um arquivo .pnxbrand com a paleta, as fontes, os logos e as referências — pronto para enviar a um colega, a outra empresa ou guardar como backup.
- E no topo da página, “Importar marca” recria tudo a partir desse arquivo, já aberto para você revisar. É o seu Brand Kit portátil — a mesma identidade, em qualquer conta.
julho · 2026
Primeiro acesso com a sua cara: uma palavra do fundador e 4 perguntas que já deixam o painel te conhecendo
- Ao criar a conta, você é recebido com uma mensagem do fundador e um convite rápido: 4 perguntas (seu objetivo, com que frequência apresenta, de onde vem e qual a parte mais difícil). Em menos de um minuto — e dá para pular a qualquer momento.
- O que você responde não fica perdido: já entra no seu Perfil como público típico e observações, então as sugestões — no editor e para o agente conectado — começam alinhadas ao seu jeito desde o primeiro deck. Depois, o guia de primeiro acesso e a checklist do workspace seguem como antes.
julho · 2026
Seu Perfil vira página: o que você prefere agora guia as sugestões — declarado por você, não só deduzido
- Nova página Perfil na barra lateral: de um lado, o seu padrão de uso (temas, estilos e marcas que você mais escolhe — computado dos seus próprios decks, nunca do conteúdo); do outro, as preferências que você DECLARA: tema e estilo preferidos, tom de voz, público típico e observações livres.
- Tudo o que você declara vira contexto para as sugestões — no editor e para o agente de IA conectado via MCP, que passa a propor temas e linguagem seguindo o SEU perfil. E continua sendo sugestão: nada se aplica sem você confirmar.
julho · 2026
Planos claros: o Grátis inclui 2 apresentações completas — e chegou o resgate de cupom
- O plano Grátis agora é explícito: 2 apresentações completas (com PDF, link público e apresentação ao vivo). O painel mostra quantas você usou; para criar a terceira, é assinar o Pro — ou excluir uma antiga para liberar a vaga. Sem surpresa, sem letra miúda.
- E em Assinatura chegou o “Tenho um cupom”: códigos de acesso (como convites vitalícios) ativam na hora, e cupons de desconto aplicam o percentual direto no checkout.
julho · 2026
Na Revisão, o seu agente agora lê o feedback e entrega a nova versão — a aprovação continua sua
- O ciclo fechou: o agente de IA conectado via MCP já criava peças na Revisão; agora ele também LÊ os seus comentários (com o segundo exato do vídeo ou a região da imagem que você marcou) e entrega a V2 — a versão anterior fica no histórico, nada se perde.
- O gate não mudou: aprovar, agendar e mudar status continuam sendo ações exclusivamente humanas, no link da Revisão. O agente produz; você decide.
julho · 2026
No Pro, o selo “Feito pela PÍNAX” é seu para ligar ou desligar — e o arquivo offline agora respeita essa escolha
- O controle do selo “Feito pela PÍNAX” ficou honesto: no plano Grátis ele aparece sempre (a caixa fica marcada e travada, com o porquê à vista); no Pro você liga e desliga quando quiser — o palco, o link público e o PDF seguem a sua escolha.
- E corrigimos o pacote offline (.pnx): antes ele mostrava a assinatura de rodapé mesmo com o selo desligado. Agora o arquivo que abre sem internet respeita o mesmo controle dos outros formatos.
julho · 2026
Escolher o tema agora é ver antes de aplicar — e trocar de estilo nunca mais apaga suas transições em silêncio
- O seletor de tema virou uma lista com pré-visualização: clique num tema e ele aparece no palco na hora; só “Aplicar” confirma, e “Cancelar” volta ao anterior. Você vê antes de decidir, sem risco.
- E ao aplicar um Estilo de Apresentação, se algum slide tiver uma transição própria que você definiu, agora aparece um aviso claro — com a opção de manter as suas transições ou substituí-las pelas do estilo. Nada mais é resetado sem você saber.
julho · 2026
“Fundir com o fundo”: os cards e gráficos passam a pertencer à cena, puxando a cor ambiente do fundo
- Um novo botão por slide faz os cards, painéis e gráficos lerem a cor do fundo — a borda da sua foto de fundo, a cor sólida que você escolheu, ou o acento do tema — e a devolverem numa borda tingida, uma sombra de contato e uma lavagem sutil. Em vez de flutuarem como caixas genéricas, eles se assentam na cena.
- É sóbrio por natureza (nunca berrante) e sai idêntico no PDF e no arquivo offline: quando não há como amostrar a foto, cai no acento do tema — sempre coerente, nunca quebrado.
julho · 2026
O editor ficou mais fino: pré-visualização ao inserir um slide, e o clique-direito abre o painel do elemento certo
- Ao inserir um slide pelo “+”, passe o mouse por um tipo e uma pré-visualização viva abre ao lado, com o slide-exemplo animando — não precisa mais adivinhar pelo nome.
- No divisor de seção, o painel de propriedades passou a mostrar os tipos de divisor lado a lado (numeral, resumo, você-está-aqui, agenda numerada, roleta) — cada um com sua miniatura; clique para trocar, preservando o título.
- O clique-direito no palco agora abre a tipografia do elemento exatamente sob o cursor, mesmo com títulos grandes por perto — e continua acertando quando você pula de um elemento para outro com o painel aberto.
- E os campos de título ficaram mais diretos: sem avisos que atrapalhavam, o espaço entre palavras é preservado, e destacar um trecho com cor não trava mais a digitação.
julho · 2026
Ao apresentar, você sempre sabe em que tópico está — e pula pra qualquer um pelo palco ou pelo celular
- O palco agora mostra o tópico atual num indicador discreto no rodapé; a tecla T (ou um toque nele) abre a visão de todos os tópicos, com o atual em destaque — clique em qualquer um e a apresentação pula direto pra lá, com a transição de sempre.
- E o mesmo no controle pelo celular: além de avançar/voltar, você vê o tópico atual e a lista de todos os tópicos — toque para saltar a qualquer seção, ótimo para responder uma pergunta fora de ordem. Os tópicos são as seções do próprio deck, sem cadastrar nada.
julho · 2026
As transições de tópico ficaram vivas: a roda gira de um tema ao próximo, e a agenda mostra tudo e colapsa no ponto atual
- A roleta de tópicos agora gira: ao avançar, a roda avança um passo e traz o próximo tema ao ponto de foco — encadeando os slides, é como um mostrador que gira tópico a tópico.
- E a agenda ganhou o modo Resumo → morph: ao entrar, ela mostra todas as seções por um instante e então colapsa no ponto atual, que cresce como a abertura daquela seção. Dá aquele encadeamento premium entre “onde estamos no todo” e “o que vem agora”. Ao vivo; no PDF fica o estado final.
julho · 2026
Novos slides de agenda e de tópicos: mostre o roteiro inteiro com o ponto atual em destaque, ou uma roda que gira de tema em tema
- Slide de Agenda / Visão geral, em três formatos: palavras gigantes empilhadas (a atual acende), colunas “você está aqui” e fileira numerada. Perfeito para abrir a apresentação mostrando o caminho, ou para retomar entre blocos com o ponto atual em destaque.
- Slide de Roleta de tópicos: os temas vivem num grande arco e o ativo fica no ponto de foco, com título e descrição; os demais recuam na curva — a estética de mostrador de relógio, elegante e orgânica.
- E o divisor de seção ganhou metadados: pares como Região · Ásia ou Período · 2026 na lateral, ao lado do numeral gigante. Tudo se tinge no seu tema e sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Metal e tubos de luz mais fotográficos, e um perfurado 3D com profundidade de campo
- O metal canelado e os tubos de luz passaram a ser esculpidos por luz de verdade: as ripas de metal ganharam volume de cilindro (claro de um lado, sombra do outro) e os tubos ganharam o núcleo brilhante retroiluminado — bem mais próximos de uma fotografia do que de um desenho.
- E chegou o Perfurado 3D: uma malha de furos que recua com profundidade de campo real — uma faixa em foco nítido no meio e o resto suavemente desfocado, como a lente de uma câmera. Todos se tingem no seu tema e saem idênticos no PDF.
julho · 2026
O vidro canelado agora refrata as suas fotos, e chegaram o metal escovado e os tubos de luz
- O vidro canelado passou a afetar a imagem embaixo dele: coloque uma foto e o vidro refrata e fosca a parte de baixo dela — controlável até o ponto que você quiser, deixando o topo limpo para o título. É o efeito de vitrine de vidro sobre a sua própria foto.
- Dois fundos novos vindos das referências: Metal Canelado (ripas de metal escovado com um reflexo diagonal que varre a superfície) e Tubos de Luz (tubos de vidro verticais retroiluminados, brilhando na cor do seu tema). Ambos com grão de filme opcional para aquele acabamento fotográfico.
julho · 2026
Vidro canelado e relevo mais realista: os fundos ganharam refino de acabamento — e agora vão de borda a borda, sem cortar
- Novo fundo Vidro Canelado: ripas de vidro verticais que refratam um fulgor por trás, como as vitrines de vidro fluted — no escuro vira um vidro luminoso, no claro um vidro fosco de luxo. Ele se tinge na cor do seu tema e sai idêntico no PDF.
- O relevo ficou mais realista: em vez de uma superfície uniforme, agora é escuro com a luz batendo só nas cristas — picos e vales de verdade, como nas melhores referências. E corrigimos um acabamento importante: os fundos com relevo iam de borda a borda sem nunca “terminar” antes do fim da tela, como uma janela para uma superfície que continua além do quadro.
julho · 2026
Fundos com relevo 3D de verdade: picos, vales e superfícies texturizadas que a luz esculpe — geradas na hora, sem imagem
- Três fundos novos com dimensão real: Relevo 3D (uma superfície de dunas com picos e vales que a luz rasante esculpe), Malha 3D (uma grade drapejada sobre esse relevo, como um tecido sobre um vulto) e Meio-tom 3D (uma trama de pontos que acompanha as dobras). Não é uma imagem colada — é gerado na hora, se tinge na cor do seu tema e sai idêntico no PDF.
- Cada um já vem com uma zona de silêncio embutida: o relevo recua onde o título senta, então a textura impressiona sem nunca atrapalhar a leitura. É o tipo de fundo que se vê em keynote de produto e capa de fundo — agora à sua escolha, em qualquer tema.
julho · 2026
Todo tema agora nasce com um fundo próprio — e os fundos ficaram grau-referência, com grão de filme e névoa de verdade
- Cada tema passou a ter uma assinatura de fundo casada à sua estética, aplicada sozinha nas capas, divisores e fechos: o tema navy vira uma superfície de metal escovado; o cinematográfico ganha a cumeeira de luz no escuro; os editoriais ganham uma névoa quente sutil. Sem configurar nada — e nunca atrás de gráfico ou tabela, onde o fundo atrapalharia a leitura.
- Os fundos procedurais foram refinados para grau-referência: grão de filme real (não estática digital) e uma névoa nova, macia e allover, como os melhores wallpapers premium. A biblioteca de fundos agora lidera com as texturas mais bonitas e uma estrela marca qual é a assinatura do seu tema.
- E um botão “Sugerir fundo” escolhe por você o fundo certo para o tema e o tipo do slide — o ponto de partida perfeito, que você ajusta como quiser. Tudo continua saindo idêntico no PDF.
julho · 2026
Fundo com muito mais controle: cor sólida à sua escolha, biblioteca de texturas navegável e ajustes de imagem (brilho, contraste, matiz, temperatura e desfoque)
- O fundo do slide ganhou uma cor sólida sob medida: além dos quatro tons da casa, agora você escolhe qualquer cor — e a plataforma acerta sozinha se o texto fica claro ou escuro para continuar legível.
- As texturas de fundo viraram uma biblioteca navegável: em vez de uma lista solta, um mostruário com busca e miniatura viva de cada padrão — você vê o efeito antes de aplicar.
- E a imagem de fundo ganhou um mini-laboratório de tratamento: desfoque (para usar a foto como leito de textura sob o conteúdo) e ajustes finos de brilho, contraste, saturação, matiz e temperatura (do quente ao frio). Tudo sai idêntico no PDF.
julho · 2026
O mapa de fios agora se ajusta pelo toque: arraste cada fonte para onde quiser e escolha a cor dos fios, dos nós e dos rótulos
- No slide de mapa de fios (aquele em que várias fontes convergem num núcleo), cada nó agora é livre: clique e arraste a fonte — ou o próprio núcleo — para o ponto exato do palco, e o fio que os liga acompanha o movimento na hora. Some com o layout automático quando ele não é o que você quer.
- E cada camada ganhou cor própria: defina a cor dos fios, a cor dos pontos de conexão e a cor dos rótulos separadamente, além da força do brilho dos fios — do discreto ao neon. Dá para deixar o mapa na paleta da sua marca ou fazer um fio-herói saltar. Tudo sai idêntico no PDF.
julho · 2026
A biblioteca de modelos dobrou: 14 templates reescritos um a um + 14 nichos novos, cada um com linguagem própria
- Os 14 templates de referência foram reescritos um a um — cada um agora tem tópico, dados e capa próprios, usando os elementos novos: o board traz scorecard antes→depois e pipeline em cápsulas; a tese de investimento mostra o mercado em camadas e receita × margem em dois eixos; o dossiê numera as figuras; o manifesto desenha o método como grafo.
- E 14 nichos novos entraram no catálogo, cada um no seu tema: Planos & Preços (neumórfico), Clima & ESG (esmeralda com raios de aurora — emissões por escopo GHG), Clínica & Saúde (sálvia serifada, ocupação como tanque), Segurança & Infra (data-room, camadas de defesa), Imobiliário (apricot, tabela de unidades), Portfólio de Agência, Market Intelligence (prancha técnica), Brand Film de Expedição (HUD cartográfico), Web3, Consultoria Clara, Marca de IA, Showcase de Produto, Deep-tech e Esporte & Performance. Cada apresentação nasce única.
julho · 2026
Cinco elementos novos: tabela de preços, tanque de nível, funil em cápsulas, camadas de escopo e objetos 3D foscos
- Slide de Preços/Planos: 2 a 4 cards de plano em vidro, com selo (Recomendado), checklist e botão — o plano em destaque se eleva com um anel do acento. O slide comercial que faltava para propostas e páginas de venda.
- Medidor em modo Tanque: o indicador vira uma coluna de vidro com líquido — o nível é o valor, com régua e a meta tracejada. E o funil ganhou o modo Cápsulas: etapas como pílulas verticais lado a lado, a mais importante com gradiente.
- Slide de Escopo: camadas aninhadas com deslocamento (A contém B contém C), cada uma com rótulo-pílula na aresta — para mostrar o que está coberto, camada a camada. E os cards de métricas agora aceitam objetos 3D foscos (esfera, toro, seta, cubo) como decoração discreta. Tudo sai idêntico no PDF.
- E nove fundos procedurais novos: Cume (uma cumeeira de luz fraca na base de um campo preto — espaço enorme para o título), Dunas (relevo fosco), Trama (micro-célula sobre dobra), Meio-tom (densidade de pontos), Aço escovado, Persiana (corrugado de luz), Coluna de luz quente, Godray (raios de aurora) e HUD (retícula cartográfica). Todos desligáveis, seguros para PDF e nunca atrás de dado denso.
julho · 2026
O gráfico de linha ficou de verdade: área com gradiente, várias séries, dois eixos e a seta de crescimento
- O gráfico de linha foi reescrito do zero num desenho proporcional (sem esticar) e ganhou a linguagem de sala de operações: área preenchida com gradiente sob a curva, várias linhas comparativas na mesma tela (cada uma com sua cor), um segundo eixo à direita para comparar grandezas de escalas diferentes (ex.: receita × margem), marcadores com brilho sobre os pontos e uma seta de crescimento no fim da curva — o clássico "pra cima e pra direita". Tudo com grade, rótulos de eixo e categorias no X. Sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Novo slide de Distribuição (Ridgeline): onde está o peso, numa cadeia de picos de luz
- Chegou um tipo de slide para mostrar concentração — como o volume se distribui entre categorias, e qual delas domina. Cada categoria vira um pico luminoso; o mais importante ganha altura, brilho e reflexo, enquanto os menores ficam discretos ao lado. É o gráfico certo para a frase "90% do trabalho está numa frente só": em vez de uma barra fria, uma paisagem que deixa o desequilíbrio óbvio em três segundos. Sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Novo slide de Convergência: muitas fontes viram um catálogo, e o catálogo vira comando
- Chegou um tipo de slide novo que desenha a ideia central da nova economia de agentes: várias fontes (planilhas, e-mails, conversas, documentos, sistemas) convergindo por fios de luz para um núcleo — e, se você quiser, o núcleo irradiando para as saídas (decisão, ação, relatório). É o "do caos ao catálogo, do catálogo ao comando" numa imagem só. Diferente do mapa de fios (que só junta) — aqui há direção: entrada → catálogo → comando. Sai idêntico no PDF.
julho · 2026
Toda apresentação nova agora tem uma identidade — nunca mais um tema genérico escolhido por você não ter escolhido nada
- Antes, uma apresentação criada sem marca nem tema definido simplesmente herdava um visual padrão, sem avisar. Agora a Pínax sempre te dá a palavra: ao gerar por um briefing, cada tipo de apresentação (board, marketing, investidor…) já vem com uma linguagem visual própria e combinando; ao criar do zero no editor ou no Estúdio, você escolhe uma marca ou um tema — ou confirma explicitamente que quer o padrão da casa. Nunca mais um visual genérico por omissão.
- Também reforçamos a validação de conteúdo gravado por agentes de IA conectados via MCP — mais uma camada de segurança na gravação de decks, sem mudar nada no seu fluxo normal de uso.
julho · 2026
O Brand Kit virou um hub: logos por papel, templates preferidos e as referências que guiaram a identidade
- Antes, uma marca guardava um logo só e uma paleta. Agora ela guarda um conjunto: logos separados para fundo escuro, fundo claro, ícone e assinatura horizontal; os templates que essa marca costuma usar (a Pínax passa a sugerir esses primeiro); e uma pequena biblioteca de referências — o print do site, o PDF do guia de marca, o link — que informou aquela identidade, guardado ali junto, não só lido uma vez e descartado.
- E se você gera pelo seu próprio agente de IA (via MCP), ele agora também pode editar a composição de uma marca já existente — trocar a paleta, a tipografia, adicionar um logo ou ajustar os templates preferidos — sem precisar recriar a marca do zero a cada rodada.
julho · 2026
Suas barras de comparação agora podem ganhar profundidade e reflexo reais
- O gráfico de barras 3D (bar3d) ganhou uma camada opcional de renderização real — barras extrudadas, com reflexo de ambiente físico e a maior delas acendendo na cor viva do seu tema, em vez do desenho isométrico de sempre. É a mesma tecnologia já usada no mapa 3D com reflexo (PBR): roda só ao vivo, no seu navegador, e volta sozinha ao desenho de sempre no PDF e em qualquer aparelho sem suporte — nunca quebra uma apresentação.
julho · 2026
O fundo agora conversa com a sua foto — e você controla o quanto
- Quando você posiciona uma foto num slide, o espaço ao redor dela deixou de ser genérico: a Pínax lê a cor da própria borda da imagem e usa isso para iluminar (ou dar sombra de contato) ao redor dela — a foto passa a pertencer à cena, não só estar em cima dela. O tratamento muda com o tema (uns preferem a foto contida com sombra definida, outros preferem ela sangrando com um glow suave), sempre calculado a partir da sua própria imagem, nunca uma cor genérica.
- E se você não gostou do fundo animado que a Pínax escolheu, agora tem um botão "Regenerar" — sorteia um novo dentro do mesmo caráter do Estilo escolhido — e um "Fixar", pra travar o que você já gostou contra qualquer regeneração futura.
julho · 2026
Sua marca a partir de uma imagem — envie um print ou um logo, a Pínax extrai a paleta
- No Brand Kit, além de escolher as cores-semente à mão, agora dá para enviar uma imagem de referência — um print do seu site, do logo, de uma peça de marketing — e a Pínax extrai as cores dominantes automaticamente, prontas para ajustar. É matemática de cor (a mesma que já deriva a paleta inteira a partir da semente), nunca uma leitura por IA da imagem. E nada é salvo sozinho: a extração só preenche o ponto de partida — você confere o contraste ao vivo e confirma em “Criar marca”, como sempre.
julho · 2026
Prepare a reunião, marque os momentos que importam e registre o resultado — direto na apresentação
- Três peças novas que se conectam: antes de uma apresentação importante, prepare-a (objetivo, participantes, duração prevista) direto no painel do deck. Durante a fala, marque um momento com um toque — objeção, decisão ou follow-up — sem tirar o olho da plateia. E depois, registre o resultado real: fechou? foi aprovado? ficou em andamento? É o dado que mais importa, e agora ele mora junto com a apresentação, não numa planilha à parte.
- E tudo isso vira replay: reabra qualquer apresentação encerrada e veja quanto tempo cada slide ficou em tela e onde os momentos foram marcados — para entender o que prendeu a atenção e o que precisa ser mais curto da próxima vez.
julho · 2026
A Pínax agora sugere o tema e a marca que o seu workspace mais usa
- No editor, quando o seu workspace já tem um padrão claro de uso (a partir de 3 apresentações), aparece uma sugestão discreta: o tema ou a marca que você mais usa, prontos para aplicar com um clique — sempre dispensável, nunca aplicado sozinho. É uma vista computada sobre os seus próprios decks, nunca uma leitura do conteúdo deles, e você desliga a qualquer momento em Configurações → Privacidade, sem afetar nenhuma apresentação. Se você gera pelo seu agente de IA, ele também recebe essa mesma informação — para perguntar com contexto, em vez de adivinhar.
julho · 2026
Trocar entre editar e apresentar agora tem uma cena — não um corte seco
- Sair da sua lista de apresentações para editar um deck, ou de um deck direto para o palco, ganhou uma transição própria: a tela assenta suavemente em vez de trocar de uma vez. É um detalhe pequeno que faz a plataforma inteira parecer um só lugar, não telas desconectadas. Não muda nada nas transições entre os slides de uma apresentação — são dois sistemas completamente separados. Quem prefere menos movimento recebe a troca instantânea.
julho · 2026
A Revisão chegou para todos — a aba de aprovação de conteúdo, no seu workspace
- O que estava em testes agora está no menu de todo mundo: a aba Revisão, para aprovar vídeo, social e carrossel sem o caos do grupo de WhatsApp. Cada peça abre fiel ao feed de destino, o comentário nasce no ponto exato (segundo do vídeo ou região da imagem), o fluxo tem seis estados com cor própria, e o seu agente de IA consegue reportar o status do calendário (quais peças já foram aprovadas, quais aguardam). Está incluído no Pro, sem cobrança nova.
julho · 2026
Revisão: comente clicando no ponto exato da imagem, e compare versões lado a lado
- O feedback espacial chegou às imagens e carrosséis: clique no ponto exato onde algo precisa mudar e o comentário nasce ali, marcado — depois é só clicar no marcador para achar o comentário na hora (o mesmo que já fazíamos por timestamp no vídeo). E o versionamento entrou: cada nova versão de uma peça guarda a anterior (nada se perde), e você compara a atual com qualquer versão antiga lado a lado, na moldura fiel do feed. Aprovar deixa de ser adivinhação: você aponta o quê, onde e em qual versão.
julho · 2026
Na Revisão, adicione mídia por upload, link do Drive — ou deixe sua IA colocar direto
- A aba Revisão ganhou as fontes de mídia: envie uma imagem por upload direto, ou cole um link do Google Drive, Dropbox ou uma URL — o arquivo é referenciado, nunca duplicado, e o preview abre fiel ao feed de destino. O melhor: se o seu agente de IA tem acesso ao seu Drive ou storage, ele adiciona a peça direto na Revisão (a IA é sua; a plataforma só organiza a aprovação). E um guia de primeiros passos aparece na primeira vez, para você começar sem se perder.
julho · 2026
Arrastar no palco agora tem física — as guias antecipam o alinhamento e o elemento assenta
- Mover um elemento no palco ficou com tato: guias inteligentes se acendem antes de você encostar no ponto — centro do slide, margens da área segura, bordas e centros dos outros elementos — e o ímã encaixa ali (segure Ctrl para soltar do ímã). Ao largar, o elemento assenta com um leve springe de pouso, em vez de travar seco. Nada de inércia que atrapalha a mira: ele para exatamente onde você soltou. Quem prefere menos movimento recebe o encaixe sem o assentar.
julho · 2026
O painel de prontidão agora sabe qual é o seu objetivo — e cobra as peças que faltam
- Quando você começa uma apresentação pelo objetivo (aprovar um investimento, fechar uma proposta, prestar contas, sustentar um diagnóstico), esse arquétipo fica guardado com o deck. Aí o painel de prontidão passa a cobrar as peças que aquele objetivo exige: uma proposta comercial sem o slide de investimento, um diagnóstico sem evidência, um resultado sem a decisão pedida. Ele mostra o arquétipo que está checando, para você saber de onde vem cada aviso — e tudo continua determinístico, sem IA.
julho · 2026
A régua de convicção agora enxerga a ORDEM da história — não só cada slide
- O Conviction Score deixou de olhar só slide a slide: agora checa a sequência que convence. Ele aponta quando a prova aparece depois do fecho (a sala ouve a conclusão antes de ver o dado) e quando o deck pede a decisão sem ter mostrado evidência antes. E quando o seu agente informa o arquétipo escolhido (persuasão, proposta, resultado, diagnóstico), a régua confere se falta uma peça essencial — uma proposta comercial sem o slide de investimento, um diagnóstico sem evidência. Continua tudo determinístico, sem IA e de graça — e a mesma checagem de ordem já aparece no painel de prontidão do editor.
julho · 2026
Seu agente de IA agora recebe a nota de convicção do deck — e sabe onde melhorar
- Quando você gera pelo seu próprio agente (Claude Code, o conector do Claude, Codex, Gemini…), ele agora lê, junto do deck, o Conviction Score: uma nota de 0 a 100 de quão pronto para convencer o deck está, quebrada em seis dimensões — e, o mais útil, a lista do que ajustar, com o slide exato e a ação concreta. O agente mede, corrige onde está fraco e reavalia, sozinho, até o deck chegar lá. A régua é determinística e roda de graça; o julgamento de força de argumento continua sendo do seu agente. A IA é sua — a plataforma entrega a régua.
julho · 2026
Quando a apresentação fica pronta para convencer, o momento é marcado — com sobriedade
- No exato instante em que o seu deck cruza a linha e fica pronto para convencer (convicção alta e nenhum ponto técnico em aberto), o painel de prontidão reconhece o marco: um único brilho discreto atravessa e assenta. Sem confete, sem medalha, sem “parabéns!” — é um reconhecimento executivo, à altura do trabalho. No Modo Executivo e para quem prefere menos movimento, o marco fica silencioso.
julho · 2026
Trocar de seção no editor agora tem movimento — o painel desliza para o lugar
- Ao alternar entre as seções do editor (Slide, Texto, Camadas, Dados, Animações…), o painel desliza suavemente para o lugar em vez de trocar de uma vez. É um detalhe pequeno que faz o editor parecer um estúdio, não um formulário. No Modo Executivo o movimento some, e quem prefere menos animação recebe a troca instantânea.
julho · 2026
O editor agora respira — uma atmosfera viva e discreta atrás do seu trabalho
- O espaço de edição deixou de ser uma tela morta: um brilho muito lento e diluso, na cor da marca, se move atrás do workspace — o suficiente para o ambiente parecer vivo, nunca a ponto de distrair. É contínuo e calmo, então nunca se confunde com um indicador de status ou de carregamento. No Modo Executivo ele desaparece, e quem prefere menos movimento recebe a atmosfera parada.
julho · 2026
Nada mais trava a tela — confirmações são inline, e o desfazer é generoso
- Adotamos um princípio no editor inteiro: nenhum pop-up bloqueante interrompe o seu trabalho. As confirmações que ainda fazem sentido (como excluir uma marca) viraram um toque duplo no próprio botão — “excluir” → “confirmar?” — sem uma caixa que trava a página. O salvamento é automático e imperceptível, e o desfazer (Ctrl+Z) cobre até arrastar e redimensionar no palco, um passo por gesto. Você nunca fica preso num diálogo nem perde trabalho.
julho · 2026
A espera de gerar o deck agora conta o que está acontecendo — em tom de trabalho
- Quando a IA monta o deck a partir do seu briefing, a tela deixou de mostrar um “Gerando…” mudo. Agora ela conta a etapa real, em tom executivo: lendo o briefing e separando os números-âncora, resolvendo o gênero e o cenário, montando a arquitetura narrativa, compondo os slides, aplicando tema e ritmo. As mensagens avançam e seguram na última — nada de mensagens fofas ou de barra que finge terminar. Você sabe o que o sistema está fazendo enquanto espera.
julho · 2026
Comece pelo objetivo — escolha o resultado que você quer, não um formulário
- Na tela de criação, agora você começa pelo que quer alcançar: “Aprovar um investimento”, “Fechar uma proposta comercial”, “Prestar contas de um resultado”, “Sustentar um diagnóstico”. Cada cartão mostra um preview da espinha — a sequência de slides que vai ser montada — e um clique já abre o editor com essa estrutura pronta para preencher. Sem questionário, sem adivinhação: você escolhe o destino e a apresentação já nasce no caminho certo.
julho · 2026
A tela de entrada assenta com calma — só na primeira vez, e você pode pular
- Na sua primeira visita à tela de login, os elementos assentam numa cascata curta e suave — uma chegada contida, no tom da marca. A partir da segunda vez, a tela já aparece pronta, instantânea: você não espera a animação a cada login. E é sempre pulável — o primeiro clique, tecla ou rolagem assenta tudo na hora. Quem prefere menos movimento recebe a tela estática, direto ao ponto.
julho · 2026
As listas do editor agora respondem ao toque — item nasce, item dissolve
- Pequenos gestos que fazem o editor parecer vivo: quando você adiciona um item a uma lista (cards, tópicos, etapas), ele nasce com um leve salto em vez de simplesmente aparecer; quando você remove, ele dissolve — encolhe e some — em vez de piscar para fora. É rápido, discreto e nunca atrapalha o ritmo. Quem prefere menos movimento (ou usa o Modo Executivo) recebe a troca instantânea, sem animação.
julho · 2026
Um check de pré-voo antes de apresentar — “pronta para convencer”
- A seção Prontidão virou uma tela de pré-voo: num só lugar ela junta a convicção do deck (densidade, hierarquia), a leitura (nenhum fundo animado competindo com o dado) e a prontidão técnica — ritmo e tempo estimado, abertura e fecho, fontes carregadas, QR do fecho, e o backup offline. Quando está tudo firme, ela diz a frase que importa: “Sua apresentação está pronta para convencer.” Nada bloqueia — é conselho no momento de maior tensão, segundos antes de apresentar.
julho · 2026
Modo Executivo — o editor fica calmo quando você quer foco
- Um interruptor no topo do editor: ligue o Modo Executivo e a interface recua para uma superfície sóbria — menos cor, menos ruído, menos movimento — para quando você quer só pensar e decidir. A sua apresentação continua com as cores de verdade no palco; é só o editor que fica calmo. Você liga e desliga na hora, e ele lembra da sua preferência. Nada é adivinhado: a tela só muda porque você mudou.
julho · 2026
A câmera ganhou profundidade — foco seletivo onde o aparelho aguenta
- Além de aproximar/afastar/focar, os slides de impacto agora têm uma câmera com PROFUNDIDADE: o fundo do slide recua levemente enquanto o número ou título entra nítido — um foco seletivo de cinema. Ela só liga em aparelhos que aguentam (uma checagem automática de capacidade) e, onde não, volta sozinha ao foco simples — nunca trava, nunca some sem explicação.
julho · 2026
Uma câmera para os slides de impacto — aproxima, afasta, foca
- Os slides de capa, seção, número e fecho agora podem ter um gesto de câmera ao vivo: aproximar (um push-in lento e cinematográfico), afastar, ou foco (o slide entra levemente desfocado e ganha nitidez). É o peso de um keynote — e o motor NUNCA aplica isso sobre gráfico ou tabela, onde a câmera competiria com a leitura. No PDF e com “menos movimento”, tudo fica estático.
julho · 2026
Fundos que respeitam os olhos — e avisam quando competem com o dado
- O movimento de fundo agora tem trava de segurança: nenhum brilho pulsante passa do limite de flash recomendado (a diretriz de fotossensibilidade da WCAG) — vale por slide, e a preferência de “menos movimento” do sistema congela tudo. E quando você põe um fundo animado atrás de um gráfico ou tabela, o editor avisa de leve: o ambiente compete com a leitura ali — “nenhum” ou o grão sutil funcionam melhor.
julho · 2026
Um visual que se transforma pelo deck — card vira gráfico vira KPI
- Agora um card, um gráfico ou um KPI pode VIAJAR e se transformar de um slide para o outro, como um objeto só atravessando a apresentação — não saltos soltos, uma metamorfose. Na seção Animações, o painel “Cadeia” mostra a sequência (ex.: Bento → Gráfico → KPI) e te deixa encadear o visual deste slide com o anterior num clique. Ao vivo; no PDF, cada elo aparece no seu estado final.
julho · 2026
Slides que viram uma cena só — o fundo não corta
- Marque slides seguidos como “cena contínua” (na seção Transições) e o fundo deixa de cortar na troca: ele flui de um slide para o outro enquanto só o conteúdo muda por cima — a sensação de mudar de cena, não de trocar de slide. Funciona melhor com um fundo animado compartilhado. Ao vivo; no PDF, o corte normal.
julho · 2026
Ajuste o movimento slide a slide — do contido ao grandioso
- Cada slide agora tem seu próprio controle de intensidade de movimento, na seção Animações. Por padrão herda o tom do estilo do deck, mas você pode deixar um slide mais contido ou mais grandioso com um toque — e cada elemento ainda é afinado por conta. É a hierarquia certa: o estilo dá o tom, o slide ajusta a cena, o elemento acerta o detalhe. Um clique volta a herdar do deck.
julho · 2026
Uma abertura de cinema para a sua capa
- A capa agora pode ter um filminho de entrada: o seu monograma floresce no centro (ou uma cortina sobe) e só então o título aparece — o peso de abertura de um keynote de tecnologia. Liga com um clique, escolhe a coreografia e o símbolo, e pré-visualiza no próprio editor com o modo “ao vivo”. Sem som (nunca surpreende a sala). No PDF e nas miniaturas, a capa final aparece direto.
julho · 2026
Um QR no slide de fecho — o público sai com a ação na mão
- O slide de encerramento agora aceita um QR code com chamada: escreva o link (sua proposta, seu WhatsApp, um agendamento) e o QR aparece pronto ao lado do texto de fecho. É a ponte do palco para a próxima conversa — o público aponta a câmera e leva o próximo passo. Renderiza igual no palco, no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Estilizar um trecho ficou fácil — cor, fonte e tamanho, sem tropeço
- Selecione um pedaço do título ou do texto e pinte com uma cor da marca ou uma cor livre, troque a fonte só daquele trecho (título, corpo ou mono), engrosse ou mude o tamanho. A seleção não se perde mais ao clicar na barra de estilo — o que antes aplicava “no vazio” agora aplica no trecho certo. E a fonte por trecho, que faltava, chegou.
- O aviso de chave de IA parou de atrapalhar: quando aparece, some sozinho e assim que você volta a digitar — o fluxo de escrita fica limpo.
julho · 2026
O editor agora responde — cada gesto tem retorno
- Começou o Motion OS: o editor ficou vivo ao toque. Cada botão afunda de leve ao clicar, o contorno de seleção surge com um pop quando você escolhe um elemento, o painel de tipografia entra em vez de piscar, e um card recém-adicionado desliza para o lugar. São detalhes de milissegundos, com a mesma assinatura em toda a interface — a diferença entre “tem animação” e “parece um produto premium”. Tudo respeita a preferência de menos movimento do sistema.
julho · 2026
Veja o movimento enquanto edita — e pinte cada elemento
- Novo botão “ao vivo” no editor: ligue e o palco passa a rodar de verdade enquanto você edita — os loops dos cards, o hover, o vídeo e o objeto 3D ganham vida ali mesmo, sem entrar no modo apresentação. Assim você avalia o movimento antes de salvar, em tempo real.
- E os círculos aninhados (TAM/SAM/SOM) ganharam cor por anel e uma animação de entrada — cada círculo cresce do centro em cascata. A mesma cor-por-elemento chegou também ao KPI-quadrante: escolha o tom de cada célula (tinge o mini-gráfico e o número).
julho · 2026
Um objeto de luz no escuro — em 3D de verdade
- Chegou o objeto 3D luminoso: uma escultura de metal (ou um orbe) que capta o reflexo da luz e brilha na cor da sua marca, atrás do conteúdo — aquele toque de capa de keynote de tecnologia. É 3D real, com reflexo físico, não um desenho. Escolha a forma (escultura, anel ou orbe) e, se quiser, deixe girar devagar. Fica lindo em capa e fecho escuros; repita no slide seguinte e ele parece viajar na virada.
- Some sozinho quando não deve pesar: no PDF, no arquivo offline e nas miniaturas, ele vira um halo de luz na mesma posição — nada trava, nada quebra.
julho · 2026
Mais três da re-análise: círculos de mercado, tela de LED e um estilo cinematográfico
- Círculos aninhados (TAM/SAM/SOM): um jeito claro de mostrar o tamanho da oportunidade — três círculos que se contêm, do mercado total ao que dá para capturar, com o alcançável em destaque. É o slide de dimensionamento de mercado que faltava, diferente das bolhas e do sonar (que mostram outra coisa).
- Novo enquadramento Palco / LED: dê a um slide de capa ou de fecho o ar de uma tela gigante num auditório escuro — um brilho de tela e uma vinheta de sala, sem exagero. Impacto de keynote num clique.
- E um estilo novo, Órbita Aurora: fundo escuro com um objeto de luz que respira, transições em dissolve lento e o número-herói que incha e assenta. Para pitch e lançamento com cara de filme.
julho · 2026
Do estudo das melhores apresentações: KPI-quadrante, card aceso e um tema calmo
- Chegou o KPI-quadrante: um quadro de resultados onde cada célula mostra o ANTES → DEPOIS de um indicador, com mini-gráfico e a variação já colorida — queda de custo ou de tempo aparece em verde, porque cair é bom. É o slide de resultado de piloto que faltava: a história inteira num olhar.
- Novo acabamento “Aceso”: o card mais importante do slide fica retroiluminado, com um brilho saindo de trás dele, enquanto os demais recuam. O olho vai direto ao que importa. Funciona em tema claro e escuro e sai igual no PDF.
- E um tema novo, Eucalipto: sálvia dessaturada + café com uma serifa quente — calmo e premium, para board contábil e institucional que quer sobriedade sem frieza.
julho · 2026
Editar um elemento ficou direto: dois cliques e o editor abre no lugar certo
- Dê dois cliques num elemento do slide — um gráfico, um nó do fluxo, um bloco do canvas — e o editor pula direto para a seção que edita AQUELE elemento (Cards & Gráficos para dado, Texto para uma caixa solta). Acabou o vai-e-volta procurando onde mexer.
- A seleção agora chama cada coisa pelo nome: ao clicar num nó do fluxo, a etiqueta mostra “Início” ou “Condição” — não um código interno. E o clique-direito abre a tipografia do elemento que você clicou, sempre o certo.
julho · 2026
Um tipo novo: o Fluxo — Início → Condição → Ação
- Chegou o Fluxo: um gráfico de processo onde você desenha nós — Início, Condição, Ação, Fim — conectados por linhas curvas que brilham. É o jeito de mostrar como algo funciona: uma automação, uma jornada, um pipeline de decisão. Cada nó tem o seu papel (o Início ganha o acento da marca, a Condição ganha o losango) e você posiciona cada um onde quiser.
julho · 2026
O canvas ganhou gráficos — e mais controle sobre cada bloco
- O Canvas livre agora aceita GRÁFICOS: solte um mini-gráfico de linha (com área preenchida) ou de barras em qualquer ponto do slide e monte um painel-resumo completo — números, cards e gráfico juntos, cada um onde você quiser. É o painel de descobertas que faltava.
- E cada bloco ficou mais controlável: escolha a superfície do card (vidro ou papel) e organize a profundidade com trazer à frente / enviar para trás. Tudo arrastável no palco, e renderiza igual no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Canvas livre — componha um slide com vários elementos
- Chegou o Canvas livre: um tipo de slide-tela onde você posiciona vários elementos — números, cards e texto — livremente, arrastando cada um para onde quiser. É a resposta para o slide-resumo, o painel, o dashboard: quando o todo precisa aparecer junto, e não uma ideia por vez. Some um bloco, arraste para o lugar, edite o conteúdo no painel. Os ímãs alinham automaticamente (segure Ctrl para soltar).
- O resto da plataforma continua fiel à doutrina de uma ideia por slide — o Canvas é a exceção deliberada, para quando você precisa compor. Renderiza igual no palco, no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Escolha o gráfico certo num clique — e dê vida aos cards
- A seção Elementos virou um catálogo de verdade: escolha entre os tipos de gráfico e elemento visual — número, comparação, tendência, composição, geográfico, processo, produto, grade, mídia — e o slide se transforma no visual escolhido, já com dado de exemplo para editar e o contexto (título, fundo, notas) preservado. Antes só dava para editar o que já estava lá; agora você insere o visual que quiser.
- E os cards ganharam aparência e movimento próprios: superfície (vidro, papel, esmaecido), movimento em loop (flutuar, pendular, oscilar, brilho…) e efeitos ao passar o mouse (elevar, brilho, inclinar, revelar — este foca o card sob o cursor e recolhe os outros). Cada coisa no seu lugar: o que é do slide (fundo, moldura) ficou na seção Slide; o que é do card ficou com os cards. O palco e a web animam; o PDF congela.
julho · 2026
Fundos que têm profundidade — e um grão que dá alma
- Chegaram quatro fundos novos, todos procedurais (o motor desenha, não é imagem pesada) e fiéis à nova marca: o Granulado, uma base calma de quase-preto com um brilho azul e textura de filme — segura atrás de qualquer conteúdo; as Ripas, lâminas de luz vertical para uma capa de impacto; o Contorno, uma única linha de luz fina no preto absoluto, para o palco e o telão de LED; e o Líquido, curvas escuras com brilho de borda, no espírito de um keynote.
- E o grão de filme virou um controle próprio: um deslizador que adiciona textura ao fundo — sutil quando a marca pede discrição, mais presente quando a capa pede caráter. Tudo renderiza igual no palco, no PDF e no arquivo offline, e respeita quem prefere menos movimento.
julho · 2026
Um número que diz se a sua apresentação convence
- A pergunta que ninguém respondia — "isto convence?" — agora tem uma nota. O editor ganhou a seção Prontidão: uma pontuação de 0 a 100 que mede o seu deck pela doutrina da casa em seis frentes — clareza, hierarquia, estrutura, foco, contraste e movimento. Sem opinião, sem IA: é a mesma conta que os melhores apresentadores fazem no instinto, feita para você por regra.
- E o mais útil não é a nota — é a lista de ajustes que vem com ela: cada um aponta o slide exato e diz a ação ("marque o número que importa como herói", "este slide tem 52 palavras, a régua é 40"). Clique e a plataforma leva você direto ao slide. Nunca bloqueia nada; quem apresenta decide. Quando está firme, a nota diz o que você quer ouvir segundos antes de entrar na sala: sua apresentação está pronta para convencer.
- Quem monta pela IA conectada também ganha: a IA passou a conhecer essa mesma régua antes de escrever, então já chega mirando o deck que convence — não um que só preenche a tela.
julho · 2026
Uma cara nova — e o editor que aconselha a sua composição
- A plataforma ganhou a nova identidade PÍNAX: quase-preto, um único azul elétrico usado com parcimônia e tipografia mais leve — a força vem do tamanho e do espaço, não do peso. Menos cor, mais foco.
- E o destaque das suas frases (aquela palavra que ganha cor) passou a ser da SUA marca: você escolhe a cor de ênfase e ela pinta os destaques do deck inteiro, sem mexer em código.
- No editor, um conselheiro de composição: enquanto você monta, a plataforma avisa com delicadeza quando um slide tem pontos demais de peso igual, quando falta um número-herói, ou quando o acento aparece em mais de um lugar. Nunca bloqueia — é conselho, você decide. É a mesma doutrina que a PÍNAX prega, agora ensinada na tela.
julho · 2026
Novas formas de mostrar um número — e gráficos que brilham
- Chegaram jeitos novos de apresentar dado com impacto: o gráfico de linha pode mostrar o valor em cada ponto — ou só os pontos, sem número, quando o que importa é ver subir ou descer — e a curva pode ganhar brilho, o visual de relatório de mercado.
- Dois recursos de proporção: os anéis luminosos, em que a parte acesa de cada anel é o próprio valor (33%, 48% e 67% lado a lado), e as esferas — bolas com profundidade real cujo tamanho cresce com o número, para quando a composição pede peso visual.
- E o vidro dos painéis ficou mais refinado: a luz vem de cima e a profundidade é em camadas — parece vidro de verdade, não um retângulo translúcido.
- Chegaram mais três formatos: o card de abas, em que a mesma tela mostra problema numa aba e solução na outra (a seta passa as abas antes de virar o slide, no controle e no celular); o mapa de fios, em que várias fontes convergem num ponto central por linhas que brilham — para quando tudo se integra num só lugar; e o card de produto, uma moldura de vidro com pílulas de métrica e um mini-gráfico de barras (uma acesa, mais a linha de média) — o jeito de anunciar um recurso ou um caso.
julho · 2026
Cada template com a sua própria linguagem — e a marca pintando o deck inteiro
- Os visuais deixaram de ser a mesma estrutura repintada: agora cada um compõe do seu jeito. O Dossiê virou um documento de auditoria — linhas de razão, índice de seção, o gráfico como argumento, zero cor; o Papel Suíço virou cartaz — tipografia colossal, colunas de previsão, preto no branco. A narrativa é a mesma (uma ideia por slide); o visual é que passou a ter sotaque.
- E quando você tem uma marca salva, ela agora rege o deck inteiro desde o slide 1 — a cor, a fonte e a assinatura passam a ser as suas de verdade. Ao montar pela IA conectada, ela também sugere o visual pelo que o seu conteúdo pede: uma consultoria sóbria não recebe a mesma cara de um lançamento — nunca mais um padrão único para tudo.
julho · 2026
A IA passou a sugerir, não só perguntar — e a aprender o seu gosto
- Quando você monta uma apresentação conversando com a IA (pela conexão MCP), ela agora chega com proposta: lê o seu briefing, entende o tipo de apresentação e sugere a estrutura, o visual, o movimento e até o que animar — sempre explicando o porquê e perguntando uma coisa de cada vez. Continua sendo sua a palavra final; o que muda é que você não recebe mais uma lista de opções na cara de quem só queria ajuda.
- E ela aprende: as escolhas da sua organização viram preferência, e a próxima conversa já começa sabendo o seu gosto — como viés, nunca como imposição. Se você não tem uma marca, a IA também pode criar uma: a paleta é derivada por matemática de cor e passa pelas mesmas checagens de legibilidade do resto da plataforma — uma marca ilegível não nasce.
- No editor: configurou a animação de um elemento e quer nos outros? Um clique aplica a todos (sua posição arrastada é preservada). Chegaram duas transições novas — Persiana, que abre em lâminas, e Foco, em que o slide entra desfocado e resolve. E cada elemento pode agora ganhar superfície própria: papel, textura ou esmaecido — este último para fazer o contexto recuar e só o essencial ficar em foco.
julho · 2026
Cada visual agora tem geometria própria — não só cores diferentes
- Até aqui, trocar de visual mudava cor, fonte e movimento — mas a forma continuava a mesma. Agora cada um tem a própria geometria: o Papel Suíço e o Dossiê têm canto reto e traço grosso; o Sereno e a Vitrine têm cartões macios de canto largo; o Boutique quase não tem moldura, porque o peso está na serifa. Até o tamanho do texto de destaque muda — o Violeta traz o numeral mais colossal, o Editorial o mais denso.
- E chegaram dois visuais que faltavam: o Cartaz (blocos de cor chapada e tipografia preta pesada — sem gradiente, sem sombra, sem canto: é cartaz, não interface) e o Duotone, feito para apresentações em que a fotografia manda e o resto sai da frente. São 23 visuais e 111 pontos de partida.
julho · 2026
Modo Painel: sua apresentação agora entende o que é um LED
- Um painel de LED não é um monitor grande — e a plataforma passou a tratá-lo como o que ele é. Ao declarar que a tela é um LED, o motor ajusta sozinho: o branco para de queimar (a 1.000 nits, branco puro sangra luz e cansa a plateia), o preto sobe um degrau (senão aparecem o ruído do módulo e a emenda entre placas), os traços finos engrossam (um filete de 1px cai entre dois LEDs e cintila) e o movimento sutil desliga (o painel tem persistência alta e deriva fina vira borrão). O brilho continua — brilho não borra.
- Chegaram também quatro padrões de composição tirados de referências reais: o número dentro de uma pílula que sangra pela borda, a linha do tempo como stepper numerado, barras totalmente arredondadas e cantos de registro (aquelas marcas de prova de gráfica que dizem “isto é um documento”).
- E mais quatro estruturas narrativas prontas — Brand Film, QBR, All-Hands e Pesquisa/Whitepaper — que levaram os pontos de partida de 77 para 105.
julho · 2026
Dez visuais novos — e os pontos de partida saltaram de 30 para 77
- A biblioteca de visuais quase dobrou: agora são 21 temas e 26 estilos. Entre os novos, o Noir monocromático (preto, serifa e o dado que brilha, sem nenhuma cor), o Dossiê suíço (zero cor e o gráfico como argumento), a Vitrine de luz (onde a cor não pinta, ilumina), o Violeta de palco, o Menta noturno, o Azimute claro, o Fluxo neon, a Brasa comercial e o Lima radiante.
- Cada um tem paleta, tipografia e movimento próprios — não é a mesma capa repintada. E como cada visual se combina com as estruturas narrativas, os pontos de partida prontos passaram de 30 para 77: do board sóbrio ao painel de LED, é mais fácil achar um que já nasce com a sua cara.
julho · 2026
A marca entra desde o slide 1 — escolha logo no começo
- Ao abrir uma apresentação nova, a plataforma já pergunta se você quer usar uma das suas marcas salvas. “Sem marca” continua sendo o padrão honesto — mas agora é uma escolha consciente, não um esquecimento.
- Escolheu a marca? A assinatura de rodapé se preenche sozinha com o nome dela, e a paleta, a fonte e o logo passam a reger o deck desde o primeiro slide. Trocar de marca reescreve a assinatura — sem nunca apagar um texto que você tenha digitado à mão.
julho · 2026
O tempo da transição agora é seu — duração e curva por slide
- Cada transição pode ter a sua duração e a sua curva de movimento: um zoom mais seco e rápido num divisor, um fade lento e suave num respiro. Antes o ritmo vinha só do tema; agora você ajusta slide a slide — e um botão aplica o mesmo tempo a todos de uma vez.
- O ajuste é fiel: o que você vê no “Reproduzir” dentro do editor é exatamente o que sai ao apresentar, no link público e no arquivo offline.
julho · 2026
Pinte uma palavra — cor, peso e tamanho no trecho que você escolher
- Selecione uma palavra no título (ou em qualquer texto) e dê a ela a cor da marca, negrito ou um tamanho maior — sem afetar o resto da frase. Antes o destaque era um só; agora o controle é do trecho exato, com uma barrinha que aparece ao editar.
- É controlado de propósito: as cores saem da paleta do tema (ou um tom que você escolher) e o tamanho tem limite — nada de um texto que se descontrola. E o refino viaja junto: sai igual ao apresentar, no PDF e no arquivo offline.
julho · 2026
Cards e gráficos com cor e profundidade — o controle fino que faltava
- Cada card de um bento agora pode ter a sua cor: uma barra de acento e o número tingido, sempre legível (a plataforma ancora o tom no escuro para nunca virar letra apagada). É a diferença entre um painel “certinho” e um que tem hierarquia de cor de verdade.
- Os gráficos ganharam uma cor de acento própria — pizza, funil, medidor, barras e o mapa: escolha a cor da marca do momento sem depender do tema. E o mapa 3D expôs os controles que só existiam por baixo do capô: aproximar a câmera de uma região ao avançar, o tempo dessa aproximação e a camada de relevo metálico com reflexo real para os momentos de maior impacto.
julho · 2026
O celular virou um controle de verdade — com cronômetro e destaques na ponta do dedo
- Além de passar e voltar, o celular agora tem um cronômetro de palco: começa sozinho quando a apresentação abre, e você pausa ou zera com um toque — o ritmo na mão, sem olhar para o relógio.
- E dá para comandar os destaques direto do celular: quando um slide tem cards ou itens, eles aparecem como botões — toque um e o palco ilumina aquele elemento na hora, sem precisar avançar em ordem.
julho · 2026
Link público que se apresenta sozinho — quando você quiser, no tempo que quiser
- O link público (/s) ganhou um modo self-running: ligue no editor e o link abre já apresentando, avança sozinho e para no último slide — perfeito para webinar, quiosque ou mandar para quem não estava na sala. Quem abre pode pausar quando quiser.
- O tempo de cada slide é seu: um ritmo geral para o deck todo e, se precisar, um tempo próprio slide a slide — segure mais num gráfico denso, corra num divisor. E, por padrão, o link continua parado até quem abre apertar “auto”: a plataforma nunca promete um automático que você não ligou.
julho · 2026
Texto sempre legível — agora é impossível um slide sair com letra invisível
- Um texto claro sobre fundo claro (ou o contrário) simplesmente não passa mais: ao salvar, a plataforma detecta a cor ilegível, volta para a cor certa do tema e avisa o que trocou. Vale para tudo — deck feito à mão, pela sua IA ou pelo conector.
- Corrigimos também dois pontos antigos onde números de gráfico e rótulos de diagrama podiam sumir em slides claros. E uma verificação automática passou a rodar a cada versão, garantindo que os 11 temas nascem legíveis nos três fundos.
julho · 2026
Reordene cards e itens arrastando — e o controle pelo celular ficou instantâneo
- Agora dá para reordenar os cards de um bento, os itens de uma lista, as barras de um gráfico e os pontos de um mapa: aparece uma alça ⠿ ao lado de cada um, é só arrastar. O destaque e os ajustes finos de posição seguem o card, não a posição antiga.
- O controle pela apresentação pelo celular ficou instantâneo — o slide passa no toque, sem aquele meio-segundo de espera. E dois toques rápidos contam os dois, em vez de virar um só.
julho · 2026
Editou e salvou? Aparece na hora — e a tela do deck ficou mais simples
- Corrigimos um problema em que uma edição salva às vezes não aparecia ao apresentar em seguida — agora a mudança vale já na primeira vez, sem recarregar.
- A tela do deck deixou de ter quatro botões que pareciam a mesma coisa: agora há um só claro — Apresentar — e as variantes (segundo monitor, telas & LED) ficam num menu, quando você precisa. Exportar também se recolheu num lugar só.
julho · 2026
Controlar a apresentação pelo celular agora simplesmente funciona
- Antes você precisava passar por uma tela de configuração para o celular controlar os slides — e mesmo assim nem sempre pegava. Agora toda apresentação já nasce pronta para o controle: aperte C na tela, aponte a câmera do celular no QR, e avance do bolso.
- O celular passou a dizer a verdade sobre a conexão: mostra "ao vivo" só quando há mesmo uma apresentação aberta do outro lado, e "procurando palco…" quando não há. Sem mais aquele falso "funcionou" quando nada acontecia.
julho · 2026
A Pínax virou um conector do Claude — cole o endereço, entre com a sua conta, pronto
- Plugue a Pínax no Claude (site ou app) como conector: ele passa a enxergar suas apresentações como ferramentas e monta o deck durante a conversa, sem você sair do chat.
- Sem chave, sem código, sem colar segredo: você cola um endereço, clica em Conectar e uma tela nossa pede a sua permissão — como em qualquer site em que você entra com uma conta. O Claude nunca vê a sua senha.
- Você escolhe o workspace na hora de autorizar, e a permissão respeita o seu papel: quem é leitor concede só leitura, mesmo que o aplicativo peça para editar. Dá para desconectar quando quiser.
- Prefere o terminal? O Claude Code, o Cursor, o n8n e qualquer agente próprio continuam ligando pela chave da plataforma, em Configurações → Conexão. Os dois caminhos falam com o mesmo servidor e têm as mesmas ferramentas.
- Em Conexão você vê a lista de aplicativos conectados — quando entrou, quando usou pela última vez, se pode editar ou só ler — e desconecta qualquer um com um clique.
- Os 11 temas passaram a valer para a sua IA também: Boutique, Mercúrio, Suíço, Produto e Ateliê existiam na plataforma mas eram recusados quando um agente pedia. Agora ela escolhe qualquer um deles.
julho · 2026
Esqueceu a senha? Agora você mesmo resolve, em menos de um minuto
- Nova tela "Esqueci minha senha" no login: digite o e-mail, receba um link e defina uma senha nova — sem precisar falar com ninguém. O link vale por 1 hora e só funciona uma vez.
- Por segurança, ao redefinir a senha TODAS as sessões abertas em qualquer dispositivo são encerradas na hora — você entra de novo só com a senha nova, em todo lugar.
julho · 2026
O motor aprendeu física de cinema — e o editor ganhou um console de comando
- A câmera do mapa 3D agora VOA de verdade: em vez de deslizar em linha reta, ela viaja numa curva de grua com o zoom em passos perceptualmente honestos — e em voos de estado para estado, recua de leve no meio do caminho antes de mergulhar, como um documentário faria.
- Ctrl+K no editor abre a paleta de comandos: digite e vá a qualquer slide, adicione qualquer tipo, duplique, desfaça, reproduza, salve — sem tirar as mãos do teclado. Navegação completa por setas e leitor de tela.
- Nova transição Líquida: o próximo slide escorre por cima do atual em bolhas que se fundem. E a Revelação por Foco: a fotografia entra desfocada e resolve quando o slide assenta.
- Dois fundos vivos novos: Corrente (um campo de pontos derivando como água lenta) e Respiro (um gradiente que respira nas cores da SUA marca — nunca numa paleta fixa).
- Microtipografia automática: ao salvar, aspas viram curvas, três pontos viram reticências e o hífen solto vira travessão — em tudo que você escreve, sem você pensar nisso. Conservador: nunca toca em links, números ou palavras compostas.
- As misturas de cor dos gráficos e do tratamento de foto agora interpolam em espaço perceptual (oklab): o meio do caminho entre duas cores não escurece mais — o detalhe invisível que separa web de cinema.
- O editor de marca ganhou o contraste APCA (a base do futuro WCAG 3) ao lado do WCAG: a leitura de contraste certa para texto claro em fundo escuro — exatamente o palco das suas apresentações.
- E a tipografia respirou: texto pequeno renderiza no desenho óptico correto, títulos não deixam palavra viúva, o corpo hifeniza no idioma do deck (PDF incluso), e o tema Ateliê liga os eixos expressivos da própria Fraunces.
julho · 2026
O slide comum ficou incomum — e a sua conta ganhou porta de vidro
- Novo slide de mockup: declare o dispositivo (iPhone, notebook, desktop ou navegador) e cole o print — o motor desenha a moldura vetorial em volta, com inclinação sutil e sombra de contato. O slide mais comum do pitch de produto, agora nativo: nunca mais uma foto de iPhone colada.
- Foto tratada: qualquer fotografia de fundo pode vestir a paleta do deck (duotone + grão + vinheta, sóbrios) e ganhar o pan lento estilo documentário (Ken Burns) nos slides de permanência. E vídeo sem chrome: o clipe entra como parte da composição — sem barra de player, sem botão — e o PDF congela no poster.
- Tela ao vivo dentro do slide (beta): num treinamento, transmita uma janela desta máquina DENTRO da apresentação — a demo acontece sem alt-tab, e parar é um clique.
- O mapa 3D agora se apresenta: ao aproximar a câmera de um estado, os nomes das regiões com dado aparecem discretos sobre o chão — de longe o mapa fica limpo, de perto ele se explica.
- Cadastro com verificação de e-mail e consentimento de verdade: você marca o que aceita (Termos, Privacidade, maioridade — e marketing é opcional, nunca pré-marcado), cada escolha fica registrada com versão e data, e o link de confirmação chega no seu e-mail.
- Portal de privacidade em Configurações: exporte seus dados em um clique, veja o histórico dos seus consentimentos, mude a escolha de marketing quando quiser — e exclua a conta de verdade (com as suas organizações, quando você é o único membro).
- Termos de Uso e Política de Privacidade publicados (em revisão jurídica final, e sinalizados como tal) — com base legal explicada por finalidade, canal do encarregado (DPO) e prazos de resposta. E o banner de cookies fala a verdade: hoje só existem os essenciais, e o banner diz isso.
julho · 2026
O site virou uma apresentação — e a oferta de Fundador mudou
- A home agora se comporta como o produto: as seções chegam como slides (transições horizontais dirigidas pelo scroll), os casos de uso empilham e abrem num palco clicável, e o console + o celular são demos VIVAS — você clica em Avançar e o palco ao lado obedece de verdade.
- A assinatura se demonstra sozinha: o nome é digitado e a cursiva se desenha, com o carimbo assentando no fim. E o chat da IA agora fecha no mapa do Brasil AO VIVO, com a câmera aproximando do estado — não um print.
- O card Pro dos preços ganhou vidro sólido escuro com gradiente vivo, brilho que segue o mouse, botão magnético — e os números fazem count-up suave ao trocar mensal/anual ou R$/US$.
- Oferta de Fundador atualizada: selo permanente, 1 mês de Pro grátis, TUDO que existe hoje liberado de forma vitalícia, e acesso antecipado às novas features — para os primeiros 1000.
- Regra mais simples para IA: qualquer agente que fale MCP ou tenha chave de API já gera apresentações aqui.
julho · 2026
Feita para a SUA tela — o desktop grande virou primeira classe
- Em monitores grandes (e no zoom que você realmente usa), a plataforma inteira agora escala junto: nada de coluna estreita perdida no meio da tela — o editor, o pré-voo e o painel crescem na proporção certa.
- O site voltou a respirar: em telas altas, cada ideia ocupa a própria tela — a jornada de scroll é uma sequência de cenas de novo, não um corredor apertado.
- E o editor ficou cravado: as miniaturas do filmstrip e o palco abrem já na escala exata, no primeiro instante — sem aquele piscar desproporcional ao carregar.
julho · 2026
Uma apresentação, várias telas — até parede de LED
- Telas & LED no pré-voo: escolha o formato do palco (16:9, 21:9 telão, 9:16 totem vertical…), a distância do público (o conteúdo cresce pra ler de longe) e divida o canvas em até 4 telas físicas. Cada tela abre o próprio link (QR) e SEGUE o apresentador sozinha — as transições rodam em cada pedaço, em uníssono.
- Se uma tela perder a internet, ela não trava: mantém o slide e realinha sozinha quando a rede volta. A tela nunca comanda — só acompanha (o controle segue exclusivo do apresentador).
julho · 2026
A marca ganhou casa própria — e a plataforma inteira fala inglês
- O guia da marca virou página viva em /marca: os princípios, a paleta Azul de Alexandria com hex que copia num clique, a escala tipográfica áurea real, e o monograma Π renderizado nos 11 temas direto do motor do produto — não são imagens, é o registry (mudou o tema no produto, a página acompanha). Com os arquivos da marca em SVG para baixar.
- A plataforma INTEIRA agora fala inglês nativo — painel, editor (até o último painel de tipografia), e-mails e o deck-exemplo público em inglês. Um clique em PT | EN na barra lateral troca tudo; o português segue sendo o padrão. O SEU conteúdo (títulos, briefings) nunca é traduzido.
julho · 2026
Fechar negócio virou parte da apresentação
- Profundidade de verdade no site: as seções agora têm camadas que andam em velocidades diferentes no scroll (parallax disciplinado — sutil, nunca enjoativo), os cards ganham 2.5D ao mouse, e as molduras de dispositivo inclinam de leve enquanto o conteúdo vive dentro delas. Tudo desliga se você prefere menos movimento.
- Galeria Viva: um novo tipo de slide onde os cards se movem SOZINHOS — física real (deslizam, respiram, e desaceleram suavemente quando você foca um card). Perfeito pro momento de respiro, Q&A ou portfólio: a apresentação continua viva enquanto você fala. No PDF, congela no card central.
- A galeria de temas do site ganhou a mesma física: desliza sozinha, arrasta com momentum de verdade (solta e ela continua, freando como um objeto real) — e o tema no centro é sempre o herói.
- O site fala inglês nativo: home, preços, história, docs, guia, changelog e suporte transcriados em /en (reescritos por conceito, não traduzidos), com preço em dólar, demonstrações ao vivo em inglês e troca PT ⇄ EN na navegação. E o motor virou poliglota: números, count-up, odômetro e gráficos seguem o idioma do deck.
- Pacote Pínax (.pnx): sua apresentação inteira num arquivo só — abre com duplo-clique em qualquer navegador, sem internet, sem instalar nada, com TODO o movimento (transições, giro, odômetro, coreografia, mapa). Envie por e-mail ou pen drive; o que o PowerPoint exporta parado, aqui viaja vivo.
- Giro (roleta 3D): além do Magic Move, um elemento agora pode VIRAR entre slides — um objeto de duas faces revelando o verso, com luz no ápice do giro. Para troca de assunto; o morph segue para o mesmo dado evoluindo.
- Odômetro no número-herói: cada dígito é uma roleta mecânica que desliza e TRAVA no valor — os da direita param primeiro, como um painel Solari. Para o resultado que merece peso físico.
- Galeria de transições viva no editor: as opções se demonstram sozinhas em miniatura (uma onda percorre a vitrine) e as que combinam com o SEU slide aparecem primeiro, marcadas com ✦ — a mesma sugestão que a IA recebe.
- Coreografia de transição: elementos diferentes se comportam diferente NA MESMA troca — o número resolve primeiro, o fundo morfa por baixo, o rótulo confirma por último. Com receitas prontas, e cada camada no seu tempo.
- Tilt ambiente: uma imagem ou objeto 3D pode respirar sutilmente enquanto o slide está em tela — vida no slide parado, sem competir com o conteúdo.
- Sua IA, sua conta: a Assinatura agora mostra o gasto real de IA do mês (tokens × preço do SEU provedor) — dinheiro que a Pínax nunca vê, com a estimativa honesta do que um markup de mercado custaria a mais.
- Assinatura no último slide: numa proposta pública, o QR de assinar aparece quando a apresentação termina — o cliente assina no celular (a cursiva se desenha ao digitar) e o PDF sai carimbado.
- Board público de feedback (em Suporte): sugira, vote e acompanhe o status — o que sobe vira prioridade.
- Site novo em 5 atos, com o motor real da plataforma rodando dentro da página (nada de mockup).
julho · 2026
Monetização honesta + A Guarda
- Plano Pro por R$ 35/mês — cobra a plataforma, nunca a IA (que é sua, pela sua chave).
- Grátis de verdade: decks sem IA ilimitados + 5 gerações com IA por mês via seu agente.
- A Guarda: auditoria permanente de segurança — isolamento por RLS, anti-SSRF, rate-limit, chaves cifradas — com suítes que rodam a cada deploy.
junho–julho · 2026
O motor de apresentar
- 11 temas e 16 estilos de movimento, do board sóbrio ao palco cinematográfico — e a sua marca sobrepõe qualquer um.
- Magic Move (continuidade): títulos e números viajam entre slides, com a spring do tema.
- Mapa 3D com câmera ao vivo (o zoom geográfico avança com a seta) e camada WebGL opcional.
- Console de pré-voo + controle pelo celular via QR — apresentar sem cabo, sem app.
- Export PPTX fiel (shapes nativas e editáveis), PDF grátis e Documento leave-behind com DOCX.
- Conexão MCP: Claude, Codex e Gemini criam e editam decks com chave por sessão de escopo fino.
o que vem depois? quem decide junto é o board público